Passagens de Dalai Lama

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Frases, pensamentos e outras passagens de Dalai Lama para ler e compartilhar. Os melhores escritores est√£o em Poetris.

Se puderes, ajuda os outros; se não o puderes fazer, ao menos não lhes faças mal.

Visto que nossa vida começa e termina com a necessidade de afeto e cuidados, não seria sensato praticarmos a compaixão e o amor ao próximo enquanto podemos?

N√£o existe nada absoluto, tudo √© relativo. Por isso devemos julgar de acordo com as circunst√Ęncias.

Seja em lugares remotos ou em cidades populosas, todos trabalhamos e lutamos pelo mesmo objectivo fundamental. Enquanto o fazemos, n√£o podemos esquecer que √© importante seguir um m√©todo correto para atingir nosso objectivo ‚Äď pois o m√©todo √© que √© importante.

A paci√™ncia… √© cultivada atrav√©s do processo racional de an√°lise… √Č essencial come√ßar nosso treinamento da paci√™ncia quando estamos calmos, e n√£o quando sentimos raiva.

√Č durante as fases de maior adversidade que surgem as grandes oportunidades de se fazer o bem a si mesmo e aos outros.

Ame profunda e passionalmente. Voc√™ pode se machucar, mas √© a √ļnica forma de viver o amor completamente.

Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres s√£o t√£o contradit√≥rios que √© imposs√≠vel atender √†s suas demandas, satisfaz√™-los. Tenha em mente simplesmente ser aut√™ntico e verdadeiro…

A compaixão é um profundo desejo de ver os outros aliviados do sofrimento, o amor é a outra faceta, um forte desejo de ver os outros felizes.

Atingir a Felicidade

Embora seja poss√≠vel atingir a felicidade, a felicidade n√£o √© uma coisa simples. Existem muitos n√≠veis. O Budismo, por exemplo, refere-se a quatro factores de contentamento ou felicidade: os bens materiais, a satisfa√ß√£o mundana, a espiritualidade e a ilumina√ß√£o. O conjunto destes factores abarca a totalidade da busca pessoal de felicidade. Deixemos de lado, por ora, as aspira√ß√Ķes √ļltimas a n√≠vel religioso ou espiritual, como a perfei√ß√£o e a ilumina√ß√£o, e concentremo-nos unicamente sobre a alegria e a felicidade, tal como as concebemos a n√≠vel mundano. A este n√≠vel, existem certos elementos-chave que n√≥s reconhecemos convencionalmente como contribuindo para o bem-estar e a felicidade. A sa√ļde, por exemplo, √© considerada como um factor necess√°rio para o bem-estar. Um outro factor s√£o as condi√ß√Ķes materiais ou os bens que possu√≠mos. Ter amigos e companheiros, √© outro. Todos n√≥s concordamos que para termos uma vida feliz precisamos de um c√≠rculo de amigos com quem nos possamos relacionar emocionalmente e em quem possamos confiar.

Portanto, todos estes factores s√£o causas de felicidade. Mas para que um indiv√≠duo possa utiliz√°-los plenamente e gozar de uma vida feliz e preenchida, a chave √© o estado de esp√≠rito. √Č crucial. Se utilizarmos as condi√ß√Ķes favor√°veis que possu√≠mos,

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Quer estejamos vivenciando um grande sofrimento ou j√° o tenhamos experimentado, n√£o h√° raz√£o para alimentarmos o sentimento de infelicidade.

Quando aprendemos a usar a inteligência e a bondade ou afeto em conjunto, todos os atos humanos passam a ser construtivos.

Nós acostumamo-nos com facilidade à preguiça da mente, sobretudo porque muitas vezes essa preguiça se esconde sob a aparência de actividade: corremos de um lado para outro, fazemos cálculos e damos telefonemas. No entanto, tudo isso ocupa apenas os níveis mais toscos e elementares da mente. E oculta o que existe de essencial em nós.

Só existem dois dias no ano em que você não pode fazer nada pela sua vida: Ontem e Amanhã.