Passagens de Deepak Chopra

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Frases, pensamentos e outras passagens de Deepak Chopra para ler e compartilhar. Os melhores escritores est√£o em Poetris.

O êxito na vida poderia ser definido como o crescimento contínuo da felicidade e a realização progressiva de metas dignas. O êxito é a capacidade de transformar facilmente os desejos em realidade.

Na sua forma mais elevada, o amor transforma a nossa natureza. Gera ternura e afeto. Substitui a raiva pela compaix√£o. Quando as pessoas procuram o meu conselho, o amor e os relacionamentos s√£o o principal tema das quest√Ķes que me colocam.

Supercérebro: Continuarei a evoluir durante toda a minha vida. Se aprendo uma nova aptidão, levo-a o mais longe possível. Adapto-me rapidamente à mudança. Se não sou bom numa coisa à primeira tentativa, tudo bem. Gosto do desafio. A atividade é que me faz vicejar, apenas com uma dose módica de inação.

O c√©rebro humano pode fazer muit√≠ssimo mais do que alguma vez se pensou. Contrariando cren√ßas estafadas, as suas limita√ß√Ķes s√£o impostas por n√≥s, n√£o pelas suas debilidades f√≠sicas.

Em vez de tentar proteger-se de ambientes negativos, é preferível ampliar a sua força e vitalidade. Quando o seu corpo, mente e coração irradiam energia, poder e luz, protegem-no automaticamente e dispersam a negatividade que encontra.

Embora as pessoas sintam uma mágoa e sentimento de perda genuínos pela morte dos entes queridos, esta dor está relacionada com o apego ou uma falsa identificação da mente, e não com o amor. Para além disso, uma vida de isolamento e solidão não salva ninguém do apego e do sofrimento.

O amor √© certamente uma das formas favoritas da Natureza para destruir os velhos preconceitos e perspetivas a que nos acomod√°mos. O amor desarruma as nossas cren√ßas perfeitamente organizadas acerca do isolamento e da independ√™ncia, o que pode desencadear perce√ß√Ķes poderosas e uma cadeia de acontecimentos que destr√≥i barreiras, medos e padr√Ķes de pensamento obsoletos.

Ao fim de cada dia, escreva três coisas que fizeram você feliz durante o dia. Comece agora!

√Č por causa do nosso desejo de amarmos e de sermos amados ser t√£o poderoso que estamos dispostos a deixar cair a m√°scara do ego confiante e aprumado que usamos todos os dias. As rela√ß√Ķes genuinamente afetuosas oferecem-nos um amor √≠ntimo e gratificante e estabelecem uma base a partir da qual as possibilidades de crescimento s√£o ilimitadas.

Não adie a vida e o amor à espera de um futuro ideal em que será uma pessoa perfeita. Aceite que os relacionamentos e o amor pelas pessoas por quem se sente atraída neste momento são aqueles de que necessita neste ponto da sua vida e que esses relacionamentos, por mais imperfeitos que sejam, são a forma de evoluir e de se tornar na pessoa que quer ser.

Supercérbro: Encaro cada dia como um novo mundo. Tomo atenção para não cair em maus hábitos, e se algum se instala, com facilidade lhe ponho fim. Gosto de improvisar. Abomino o tédio, que para mim significa repetição. Deixo-me atrair por coisas novas em muitas áreas da minha vida.

Um Cérebro Ilimitado

Uma das coisas √ļnicas do c√©rebro humano √© que pode fazer apenas o que pensa poder fazer. No momento em que diz “A minha mem√≥ria j√° n√£o √© o que era” ou “Hoje n√£o me lembro de uma s√≥ coisa”, est√° de facto a treinar o c√©rebro para corresponder √†s suas diminu√≠das expetativas. Baixas expetativas equivalem a baixos resultados. A primeira regra do superc√©rebro √© que o seu c√©rebro est√° sempre a espiar os seus pensamentos. Assim escuta, assim aprende. Se lhe ensinar limita√ß√£o, o seu c√©rebro ficar√° limitado. Mas, e se fizer o oposto? E se ensinar o seu c√©rebro a ser ilimitado?

Pense no seu c√©rebro como sendo um piano de cauda Steinway. Todas as teclas est√£o no lugar, prontas a soar ao toque de um dedo. Seja um principiante a sentar-se ao teclado ou um virtuoso de renome mundial como Vladimir Horowitz ou Arthur Rubinstein, o instrumento √© fisicamente o mesmo. Mas a m√ļsica que dele ressoar√° ser√° inteiramente diferente. O principiante usa menos de 1% do potencial do piano; o virtuoso transcende os limites do instrumento.
Se o mundo da m√ļsica n√£o dispusesse de virtuosos, ningu√©m jamais adivinharia as coisas espantosas que um Steinway de cauda pode fazer.

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Os Laços Afetivos

Criar intimidade entre si e outra pessoa não implica perder a sua noção de Eu nem diluir-se no outro. Para criar efetivamente laços com outra pessoa, ambos têm de manter a sua integridade e individualidade. Caso contrário, o resultado será uma amálgama disfuncional. Para estabelecer uma analogia com o corpo humano, as células dos olhos criam uma ligação entre si para permitir a visão. Cada célula tem de se articular com todas as outras e isso implica que cada uma delas mantenha a sua estrutura e função individuais ao serviço da operação mais complexa da visão. Quando estabelecemos laços com outros, estamos simplesmente a ser aquilo que somos enquanto partilhamos um objetivo ou atividade comuns.

√Č t√£o simples quanto isso. Talvez saia com um grupo de pessoas para garantir um parecer favor√°vel na reuni√£o da tarde e entretanto desenvolva um sentimento de camaradagem e acabem por ir jantar fora e partilhar as vossas hist√≥rias. Esta √© uma experi√™ncia de cria√ß√£o de la√ßos afetivos. Ao contr√°rio de certos medos que possamos ter do que possa levar-nos a perder a identidade, a cria√ß√£o de la√ßos afetivos saud√°veis fortalece a nossa confian√ßa e autoestima.

Construir uma vida em conjunto com outra pessoa com base no amor altruísta pode levar-nos a compreender o nosso verdadeiro ser.

Um Cérebro Sempre Jovem

A sociedade est√° a ser varrida por um movimento chamado nova velhice. A norma social para as pessoas de idade era passiva e sombria; confinadas a cadeiras de baloi√ßo, esperava-se que entrassem em decl√≠nio f√≠sico e mental. Agora o inverso √© verdade. As pessoas mais velhas t√™m expetativas mais elevadas de que permanecer√£o ativas e com vitalidade. Consequentemente, a defini√ß√£o de velhice mudou. Num inqu√©rito perguntou-se a uma amostra de baby boomers: “Quando tem in√≠cio a velhice?” A resposta m√©dia foi aos 85. √Ä medida que aumentam as expetativas, o c√©rebro deve claramente manter-se a par e adaptar-se √† nova velhice. A antiga teoria do c√©rebro fixo e estagnado sustentava ser inevit√°vel um c√©rebro que envelhecesse. Supostamente as c√©lulas cerebrais morriam continuamente ao longo do tempo √† medida que uma pessoa envelhecia, e a sua perda era irrevers√≠vel.

Agora que compreendemos qu√£o flex√≠vel e din√Ęmico √© o c√©rebro, a inevitabilidade da perda celular j√° n√£o √© v√°lida. No processo de envelhecimento ‚ÄĒ que progride √† raz√£o de 1% ao ano depois dos trinta anos de idade ‚ÄĒ n√£o h√° duas pessoas que envelhe√ßam de maneira igual. At√© os g√©meos id√™nticos, nascidos com os mesmos genes, ter√£o muito diferentes padr√Ķes de atividade gen√©tica aos setenta anos,

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N√≥s temos 60% dos genes de uma banana. 90% dos genes de um camundongo, e mais de 99% dos genes de um chimpanz√©. √Č s√≥ para pensar!

Para criar uma idade de ouro para o seu c√©rebro, tem de usar o dom com que a natureza o dotou de uma nova maneira. N√£o √© o n√ļmero de neur√≥nios ou algum passe de m√°gica dentro da sua mat√©ria cinzenta que torna a vida mais vital, inspiradora e bem-sucedida.