Frases de Papa Francisco

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Frases de Papa Francisco. Conheça este e outros autores famosos em Poetris.

A mansidão é uma maneira de ser e de viver que nos aproxima de Jesus e nos faz sentir unidos entre nós; faz com que deixemos de parte tudo aquilo que nos divide e nos opõe e que procuremos modos sempre novos para progredirmos no caminho da unidade.

Uma das consequências do chamado «bem-estar» é a de conduzir as pessoas a fecharem-se em si mesmas, tornando-as insensíveis às exigências dos outros. A realidade deve ser enfrentada com aquilo que é, e muitas vezes faz-nos encontrar situações de necessidade urgente. É por isto que entre as obras de misericórdia se encontra a referência à fome e à sede: dar de comer a quem tem fome e de beber a quem tem sede.

As Dez Palavras começam assim: «Eu sou o Senhor teu Deus que te fez sair da terra do Egito, da condição servil» (Êxodo 20:2). Porquê esta proclamação que Deus faz de Si e da libertação? Porque só se chega ao monte Sinai depois de haver atravessado o mar Vermelho: o Deus de Israel primeiro salva, depois pede confiança. O Decálogo começa pela generosidade de Deus. Deus nunca pede sem primeiro dar. Primeiro salva, primeiro dá, depois pede.

Não são precisas muitas palavras para refletir sobre o abismo vasto e profundo que separa a solidariedade esporádica, não desprezível decerto, mas efémera, e a arte de «tomar conta», de construir verdadeiros e próprios «oásis» de acolhimento e de amizade para compartilhar as necessidades de quem está só e desorientado.

Jesus veio para trazer a alegria a todos e para sempre. É uma alegria real e que se experimenta agora, porque é o próprio Jesus a nossa alegria e, com Jesus, a alegria é da casa!

Caros jovens, transportais a alegria da fé e dizei-nos que devemos viver a fé com um coração jovem, sempre; um coração jovem, mesmo aos setenta ou aos oitenta anos! Com Cristo, o coração nunca envelhece!

Rezar pelos outros; rezar pelos que nos criam dificuldades, ou que têm modos agressivos na família. E rezar por aqueles que nos põem à prova; é difícil, mas fazemo-lo de vez em quando. E devemos fazê-lo sempre.

Recordo que, uma vez, quando era pároco, durante a missa das crianças, no dia de Pentecostes, fiz esta pergunta: «Quem sabe quem é o Espírito Santo?» E todas as crianças levantaram a mão. Uma delas respondeu: «O paralítico!» Tinha ouvido «Paráclito» e tinha percebido «paralítico»! É assim: o Espírito Santo é sempre um pouco o desconhecido da nossa fé.

A memória dos nossos antepassados leva-nos à imitação da fé. Às vezes, é verdade, a velhice tem o seu lado desagradável pelas doenças que comporta. Mas a sabedoria que têm os nossos avós é a herança que nós devemos receber. Um povo que não toma conta dos avós, que não respeita os avós, não tem futuro, porque perdeu a memória.

Jesus virá no fim dos tempos para julgar todas as nações, mas vem a nós todos os dias, de muitas maneiras, e pede-nos que O acolhamos.

Sem a força do Espírito Santo não podemos fazer nada: é o Espírito que nos dá força para seguir em frente. Assim como toda a vida de Jesus foi animada pelo Espírito, assim também a vida da Igreja e de cada um dos seus membros é guiada pelo mesmo Espírito.

Chegou o tempo de as mulheres deixarem de se sentir convidadas, mas sim plenamente participantes dos vários âmbitos da vida social e eclesial. A Igreja é mulher: é a Igreja, não o Igreja. Este é um desafio que já não se pode adiar.

O desejo de Deus é já, pela sua própria natureza, uma união com Deus e, por conseguinte, uma prece. O desejo é, com efeito, pura abertura ao outro, plena recetividade. Há uma grande diferença entre «necessidade» e «desejo».

Sabemos todos que uma família perfeita não existe, nem um marido perfeito ou uma mulher perfeita… De sogras perfeitas é melhor nem falar!

Cristo certamente não esteve dividido. Mas devemos reconhecer sinceramente e com dor que as nossas comunidades continuam a viver divisões que são escandalosas. As divisões entre cristãos são um escândalo. Não há outra palavra: um escândalo.

Fazer o sinal da cruz quando acordamos, antes das refeições, diante de um perigo, em defesa contra o mal, à noite, antes de adormecer, significa dizer a nós mesmos e aos outros a quem pertencemos, quem queremos ser.

Libertação da falsidade e busca do relacionamento: eis aqui os dois ingredientes que não podem faltar para que as nossas palavras e os nossos gestos sejam verdadeiros, autênticos e fiáveis.

Não devemos deixar que a esperança nos abandone, porque Deus, com o Seu amor, caminha connosco. «Eu espero, porque Deus está a meu lado»: é uma coisa que todos nós podemos dizer. Caminha e leva-me pela mão. O Senhor Jesus venceu o mal e abriu-nos o sendeiro da vida.

«O Senhor deu-me conselho, até de noite o meu coração instrui» (Salmos 16:7). O terceiro dom do Espírito é o conselho. Sabemos quão importante é, nos momentos mais melindrosos, poder contar com as sugestões de pessoas sábias e que nos querem bem. Ora, através do dom do conselho é o próprio Deus a iluminar o nosso coração, fazendo-nos assim compreender a maneira certa de nos comportarmos e o caminho a seguir.

A mais bela das experiências é descobrir de quantos carismas diferentes e de quantos dons do seu Espírito o Pai colma a Sua Igreja! Isto não deve ser visto como um motivo de confusão, de mal-estar; são tudo dádivas que Deus concede à comunidade cristã, para que possa crescer em harmonia, na fé e no Seu amor, como um só corpo, o corpo de Cristo.