Cita√ß√Ķes sobre Farmac√™uticos

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N√£o h√° Felicidade sem Verdadeira Vida Interior

A vida intelectual ocupará, de preferência, o homem dotado de capacida­des espirituais, e adquire, mediante o incremento inin­terrupto da visão e do conhecimento, uma coesão, uma intensificação, uma totalidade e uma plenitude cada vez mais pronunciadas, como uma obra de arte amadurecen­do aos poucos. Em contrapartida, a vida prática dos ou­tros, orientada apenas para o bem-estar pessoal, capaz de incremento apenas em extensão, não em profundeza, contrasta em tristeza, valendo-lhes como fim em si mesmo, enquanto para o homem de capacida­des espirituais é apenas um meio.
A nossa vida pr√°tica, real, quando as paix√Ķes n√£o a movimentam, √© tediosa e sem sabor; mas quando a movi¬≠mentam, logo se torna dolorosa. Por isso, os √ļnicos feli¬≠zes s√£o aqueles aos quais coube um excesso de intelec¬≠to que ultrapassa a medida exigida para o servi√ßo da sua vontade. Pois, assim, eles ainda levam, ao lado da vida real, uma intelectual, que os ocupa e entret√©m ininter¬≠ruptamente de maneira indolor e, no entanto, vivaz. Pa¬≠ra tanto, o mero √≥cio, isto √©, o intelecto n√£o ocupado com o servi√ßo da vontade, n√£o √© suficiente; √© necess√°rio um excedente real de for√ßa, pois apenas este capacita a uma ocupa√ß√£o puramente espiritual, n√£o subordinada ao ser¬≠vi√ßo da vontade.

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Consumismo Cego

A nossa vida √© influenciada em grande medida pelos jornais. A publicidade √© feita unicamente no interesse dos produtores e nunca dos consumidores. Por exemplo, convenceu-se o p√ļblico de que o p√£o branco √© superior ao p√£o escuro. A farinha, cada vez mais finamente peneirada, foi privada dos seus princ√≠pios mais √ļteis. Mas conserva-se melhor e o p√£o faz-se mais facilmente. Os moleiros e os padeiros ganham mais dinheiro. Os consumidores comem, sem o saber, um produto inferior. E em todos os pa√≠ses em que o p√£o √© a parte principal da alimenta√ß√£o, as popula√ß√Ķes degeneram. Gastam-se enormes quantias na publicidade comercial. Assim, imensos produtos alimentares e farmac√™uticos in√ļteis, e muitas vezes prejudiciais, tornaram-se uma necessidade para os homens civilizados. Deste modo, a avidez dos indiv√≠duos suficientemente h√°beis para orientar o gosto das massas populares para os produtos √† venda desempenha um papel capital na nossa civiliza√ß√£o.

O Dinheiro Financia as Circunst√Ęncias

J√° dizia o fil√≥sofo: eu sou eu e as minhas circunst√Ęncias. Muito bem dito. Pois √© o dinheiro que te permite financiar as tuas circunst√Ęncias; se falta o dinheiro, ficas sozinho com o teu vazio, mero inv√≥lucro sem circunst√Ęncia que valha um tost√£o furado: abandona-te essa m√£o oportuna que te daria uma palmada nas costas para cuspires o fiapo de frango meio mastigado que nesse momento te entope a glote n√£o, n√£o o digo por ti, Liliana, como podes pensar uma coisas dessas, estou a falar em termos gerais, bem sei que tu nunca me abandonarias); se tens dinheiro, pelo contr√°rio, podes comprar companhia, um enfermeiro, uma enfermeira. Podes pagar a uma pedicura que te corte as unhas dos p√©s ‚ÄĒ uma tarefa que se te torna cada vez mais esgotante ‚ÄĒ e as lime para que n√£o se dobrem e se cravem na carne, uma profissional h√°bil e cuidadosa que te extraia os calos e te desinfete essas perigosas feridas na planta do p√© que a hiperglicemia amea√ßa tornar cr√≥nicas e que, se perdurarem e alastrarem, podem gangrenar e obrigar √† amputa√ß√£o do membro; tendo dinheiro, podes dar-te ao luxo de contratar um massagista, um cabeleireiro que te corte o cabelo e te barbeie na cama,

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