Textos sobre Direito de Gustavo Santos

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Textos de direito de Gustavo Santos. Leia este e outros textos de Gustavo Santos em Poetris.

A Tua Import√Ęncia na Tua Vida

√Č fundamental reconheceres a tua import√Ęncia na tua vida. Por algum motivo nasceste, aprendeste a respirar e tiveste direito a um nome, nome esse que, em conjunto com as tuas caracter√≠sticas, te identificar√° eternamente como um ser individual, √ļnico e livre. Haver√° algo mais especial e precioso que isso? Estou em crer que n√£o; ainda assim, encontro muitas pessoas a quererem ser outras e outras ainda a querer acabar com elas pr√≥prias na esperan√ßa de, imediatamente, poderem vir a ser outro algu√©m. √Č o teu caso? Se for deve ser uma chatice, mas, tamb√©m, se n√£o te d√°s qualquer import√Ęncia, que import√Ęncia te darei eu? J√° calculaste o perigo em que incorres por pensar desta maneira? Em menos de nada, estar√°s sozinho ou rodeado de gente como tu, ausente e que meteu f√©rias no inferno para sempre. Bom, mas alegrem-se os cora√ß√Ķes porque acredito que n√£o lerias estas linhas iniciais se nada estivesse a borbulhar a√≠ dentro, se n√£o existisse, pelo menos, uma fugaz esperan√ßa e uma enorme vontade de mudar. Est√° atento, o passado s√≥ influencia o presente se mantiveres o mesmo comportamento, por isso liberta-te dessa dor por uns instantes e l√™ em voz alta a pr√≥xima frase tantas vezes quantas achares necess√°rio.

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Aprender com Todos

Não temos todos de sentir o mesmo uns pelos outros, não temos todos de nos identificar uns com os outros nem temos todos de estar juntos todos os dias. Nada disso. O que temos, e devemos, é querer bem a todos, disponibilizarmos o nosso tempo para estar perto quando for preciso, apoiar, colocarmo-nos ao serviço uns dos outros desde que tal não infrinja quem somos, e doar incondicionalmente sem esperar receber nada em troca.
Se, enquanto almas, fomos colocados no mesmo caminho, é porque todos temos algo a aprender com todos.

(…) Ningu√©m pode ou tem o direito de obrigar algu√©m a fazer seja o que for. Apesar de renascermos juntos, cada um tem o seu processo, o seu n√≠vel de consci√™ncia e o livre arb√≠trio para agir como entender.

Quem Cobra n√£o Ama

Quem cobra não ama, quer atenção.

0 amor, como nos ensinaram, salvo rar√≠ssimas exce√ß√Ķes, √© uma mentira. N√£o √© amor, √© medo. Ensinaram-nos a amar atrav√©s do medo. Do medo de perder ou deixar de ter, do medo de falhar por sermos obrigados a agradar e por termos sistematicamente de ceder.

0 propósito de amar está certo, o caminho está errado.

A cobran√ßa, entre muitos outros comportamentos ego√≠stas, √© fruto de um total desconhecimento acerca do amor verdadeiro, daquele que nunca deixou de ser e apenas foi mortificado pelo homem. Cobrar √© feio. √Č afirmar, por outras palavras, que existe o direito de faz√™-lo porque detemos os direitos da vida de algu√©m e que, para esse mesmo algu√©m, temos de ser a coisa mais importante da sua vida. N√£o somos. E mesmo que o consigamos convencer durante um determinado per√≠odo da sua vida, nunca seremos, pois nada √© nosso al√©m de n√≥s.

Cobrar é, assim, viver na ilusão.

Compete-te, portanto, e para viveres de acordo com a realidade e com amor como ele deve ser vivido, identificar quem s√£o as pessoas que fazem parte da tua vida e que se comportam desta maneira.

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