Certas coisas se sentem com o coração. Deixa falar o teu coração, interroga os rostos, não escutes as línguas.
Passagens de Umberto Eco
114 resultadosA mente desenvolve-se como o corpo, mediante crescimento orgânico, influência ambiental e educação. Seu desenvolvimento pode ser inibido por enfermidade física, trauma ou má educação.
Eu adoro o secretismo de escrever ficção. Quando escrevo um romance, não digo a ninguém o que estou a fazer, estou a viver no meu mundo privado. E é uma sensação incrível.
E como podes ver, ainda falo demasiadamente, e isto é sinal de que não sou sábia, porque a virtude se adquire no silêncio.
As pessoas nascem sempre sob o signo errado, e estar no mundo de forma digna significa corrigir dia a dia o próprio horóscopo.
Hoje em dia, os eventos políticos são de efeito nulo a não ser que apareçam na televisão.
O que é a vida senão a sombra de um sonho fugaz?
Eu perdi a liberdade de não ter uma opinião.
É sempre melhor que quem nos incute medo tenha mais medo do que nós.
Rir é próprio do homem, como mentir. O problema é tão complexo, há tantas razões pelas quais podemos rir… Rimos porque estamos felizes, os soldados japoneses riam-se de vergonha quando eram detidos pelos americanos, os homens riem-se durante um show de striptease para dominar a timidez. Rir tem a ver, de alguma forma, com o facto de sabermos que vamos morrer. É mais ou menos isto, e é imenso. Não, ainda não escrevi este livro.
Qualquer facto torna-se importante quando é ligado a outro.
O primeiro dever do bom inquisidor é o de suspeitar antes dos que te parecem sinceros.
O meu pai era um contabilista e o seu pai era um tipógrafo.
A diferença não vem de palavras e obras, mas dos olhos com que a igreja julga as palavras e a obra.
Rir do mal é não estar disposto a combatê-lo. Rir do bem é desconhecer a força com o qual o bem difunde-se a si próprio.
O riso é a fraqueza, a corrupção, a insipidez da nossa carne.
Há apenas uma coisa que estimula mais os animais do que o prazer, é a dor.
Adiei o momento de contar histórias porque tinha outras coisas para fazer. Só depois de ter feito tudo o que queria – o meu lugar na universidade, os ensaios publicados, dois filhos – perguntei-me: ‘O que vou fazer agora?’. Vou contar histórias.
As pessoas estão cansadas de coisas simples. Elas querem ser desafiadas.
O mundo está cheio de livros fantásticos que ninguém lê.