Para te escrever eu antes me perfumo toda. Eu te conheƧo todo por te viver toda. Em mim Ć© profunda a vida. As madrugadas vĆŖm me encontrar pĆ”lida de ter vivido a noite dos sonhos fundos. Embora Ć s vezes eu sobrenade num raso aparente que tem debaixo de si uma profundidade de azul-escuro quase negro. Por isso te escrevo. Por sopro das grossas algas e no tenro nascente do amor.