Cita√ß√Ķes sobre Agradecimento

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Frases sobre agradecimento, poemas sobre agradecimento e outras cita√ß√Ķes sobre agradecimento para ler e compartilhar. Leia as melhores cita√ß√Ķes em Poetris.

√Č Preciso Aprender a Amar

Que se passa para n√≥s no dom√≠nio musical? Devemos em primeiro lugar aprender a ouvir um motivo, uma √°ria, de uma maneira geral, a perceb√™-lo, a distingui-lo, a limit√°-lo e isol√°-lo na sua vida pr√≥pria; devemos em seguida fazer um esfor√ßo de boa vontade ‚ÄĒ para o suportar, mau-grado a sua novidade ‚ÄĒ para admitir o seu aspecto, a sua express√£o fision√≥mica ‚ÄĒ e de caridade ‚ÄĒ para tolerar a sua estranheza; chega enfim o momento em que j√° estamos afeitos, em que o esperamos, em que pressentimos que nos faltaria se n√£o viesse; a partir de ent√£o continua sem cessar a exercer sobre n√≥s a sua press√£o e o seu encanto e, entretanto, tornamo-nos os seus humildes adoradores, os seus fi√©is encantados que n√£o pedem mais nada ao mundo, sen√£o ele, ainda ele, sempre ele.
N√£o sucede assim s√≥ com a m√ļsica: foi da mesma maneira que aprendemos a amar tudo o que amamos. A nossa boa vontade, a nossa paci√™ncia, a nossa equanimidade, a nossa suavidade com as coisas que nos s√£o novas acabam sempre por ser pagas, porque as coisas, pouco a pouco, se despojam para n√≥s do seu v√©u e apresentam-se a nossos olhos como indiz√≠veis belezas: √© o agradecimento da nossa hospitalidade.

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Os seus olhos ganharam brilho num silencioso agradecimento: só é olhado pelo céu quem olha para as estrelas.

A Imagem Divina

Compaix√£o, Pena, Paz & Amor,
Todos lhes rezam no seu sofrimento;
E a estas virtudes de tanto fulgor
Entregam o seu agradecimento.

Compaix√£o, Pena, Paz & Amor
√Č Deus, nosso pai adorado,
Compaix√£o, Pena, Paz & Amor
√Č o Homem, seu filho amado.

Tem Compaixão humano coração,
E tem a Pena uma face humana,
Amor, a forma divina de eleição
E a Paz, o traje que irmana.

Todo o homem, em todo o clima,
Que, com dor, reza como é capaz,
Reza à forma humana divina,
Amor, Compaix√£o, Pena & Paz.

A humana forma amar é um dever,
Para os ateus, os turcos, os judeus;
Compaix√£o, Amor & Pena, haja onde houver,
Também é lá que encontrareis Deus.

Tradução de Hélio Osvaldo Alves

Toda criatura tem direito a certa soma de felicidade, na medida em que seus sentidos e seu coração a suportam. Por pouco que me tirem, sinto-me roubado. Não sei se reclamava a vida, antes de ser; porém agora que vivo, tudo me é devido. Mas a gratidão é tão doce e é-me tão necessariamente doce amar, que a menor carícia do ar desperta um agradecimento em meu coração. A necessidade de gratidão ensina-me a fazer felicidade de tudo que vem a mim.

Nenhum Ser Feliz Pode Saber Que o é

Com a felicidade acontece o mesmo que com a verdade: n√£o se possui, mas est√°-se nela. Sim, a felicidade n√£o √© mais do que o estar envolvido, reflexo da seguran√ßa do seio materno. Por isso, nenhum ser feliz pode saber que o √©. Para ver a felicidade, teria de dela sair: seria ent√£o como um rec√©m-nascido. Quem diz que √© feliz mente, na medida em que jura, e peca assim contra a felicidade. S√≥ lhe √© fiel quem diz: fui feliz. A √ļnica rela√ß√£o da consci√™ncia com a felicidade √© o agradecimento: tal constitui a sua incompar√°vel dignidade.

Os doentes obter√£o a cura quando se arrependerem de sua falta de agradecimento pela sa√ļde que antes possu√≠am e, crendo j√° terem se recuperado, aprofundarem o sentimento de gratid√£o atrav√©s da pr√°tica da Medita√ß√£o Shinsokan. Os que sofrem da vista ser√£o curados quando se arrependerem de n√£o terem sido gratos pela vis√£o perfeita que possu√≠am e, mentalizando que s√£o dotados de olhos perfeitos, aprofundarem o sentimento de gratid√£o. Na vida de agradecimento total n√£o existe doen√ßa.

Passando

Ao Dr. Celestino Wanderley, em agradecimento à sua Morte de Cecy

Quando me vêem passar risonha e calma,
Sem um pesar que me anuvie a fronte,
Perdido o olhar na curva do horizonte,
Cuidam que eu tenho o para√≠so n’alma.

Mesmo encontrei quem me dissesse um dia:
“Invejo-te a exist√™ncia descuidosa.”
Como se espinhos n√£o tivesse a rosa,
Ou fosse a vida isenta de agonia!

Porém, enquanto, desdenhosa, altiva,
Eu vou passando, alegre ou pensativa…
A rir, a rir, como um feliz demente,

Meu pobre coração dentro do peito
– Triste doente a agonizar no leito –
Vai solu√ßando dolorosamente…

A Sabedoria das Fac√ß√Ķes

Muita gente tem uma nova sabedoria, tamb√©m chamada uma opini√£o apaixonada, de que, para um pr√≠ncipe governar o seu Estado, ou para uma alta personalidade conduzir os seus processos, a principal parte da habilidade consiste em obter a concord√Ęncia das fac√ß√Ķes. Quando, pelo contr√°rio, a principal sabedoria est√° em ordenar as coisas que s√£o de interesse geral, e acerca das quais os homens das diversas fac√ß√Ķes nunca concordam, ou em resolv√™-las mediante consulta privativa a cada pessoa. N√£o digo, por√©m, que a considera√ß√£o das fac√ß√Ķes seja para desprezar. Os homens fracos devem aderir, mas os grandes homens, que t√™m valor por si pr√≥prios, far√£o melhor em manterem-se indiferentes ou neutrais perante as fac√ß√Ķes; todavia, at√© mesmo para os principiantes, o melhor caminho que lhes √© dado √© o de aderirem t√£o moderadamente quanto poss√≠vel a uma fac√ß√£o para serem tolerados pela outra.
A facção menos numerosa e mais fraca é a mais firme na sua condição. Quando uma facção se extingue, o remanescente subdivide-se, o que é bom para a outra. Observa-se geralmente que muitos homens, uma vez bem colocados, passam para a facção contrária daquela em que haviam entrado. O traidor à sua facção geralmente progride com tal acto,

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Controlar a Ira

Se deste vaz√£o √† ira, fica certo de que, al√©m do mal nela impl√≠cito, revigoraste o h√°bito e acrescentaste lenha √† fogueira. Quando √©s vencido por uma tenta√ß√£o da carne, n√£o consideres isso simples derrota: considera, tamb√©m, que revigoraste os teus h√°bitos dissolutos. Os h√°bitos e as faculdades s√£o necessariamente afectados pelos actos correspondentes. Os que antes n√£o existiam, agora aparecem; os demais cobram vigor e dom√≠nio. Esta √© a vers√£o que os Fil√≥sofos d√£o das mol√©stias da mente: sup√Ķe que algum dia cobi√ßaste ter dinheiro: se a raz√£o, em dose suficiente para provocar a consci√™ncia do mal, intervir, a cobi√ßa √© anulada e a mente recupera imediatamente a sua autoridade original; contudo, se n√£o recorreres a nenhum rem√©dio, jamais poder√°s esperar tal recupera√ß√£o; ao contr√°rio, a pr√≥xima vez em que for excitada pelo objecto correspondente, a chama do desejo irromper√° mais prontamente do que antes. Pela frequ√™ncia da repeti√ß√£o, a mente, ao fim e ao cabo, fica calejada e, assim, esta mol√©stia mental produz Avareza confirmada.
Quando algu√©m teve febre, mesmo depois de voltar √† normalidade, n√£o se encontra nas mesmas condi√ß√Ķes de sa√ļde que antes, a menos que a sua cura seja completa. Algo de semelhante ocorre com as mol√©stias da mente.

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Conta teu sofrimento a Deus e não às pessoas. Quando contas às pessoas, teu sofrimento ecoa e aumenta ainda mais. Quando contas a Deus, teu sofrimento desaparece. Deus é a Imagem Verdadeira (perfeição absoluta) e onde brilha a luz da Imagem Verdadeira é impossível existir a treva do sofrimento: o sofrimento transforma-se em alegria e a lamentação, em agradecimento. Tudo de bom já foi dado a ti.

Os mais insignificantes acontecimentos na vida, por mais corriqueiros que sejam, têm seu significado. Tudo é motivo de agradecimento.

Fazer Depender

N√£o faz o nome quem o doura, mas quem o adora. O sagaz mais quer necessitados de si que agradecidos. √Č furtar-se √† esperan√ßa cort√™s o fiar-se no agradecimento do vulgo, pois o que aquela tem de memoriosa este tem de esquecidi√ßo. Mais se extrai da depend√™ncia que da cortesia; quem est√° satisfeito d√° as costas √† fonte, e a laranja espremida cai do ouro ao lodo.
Acabada a dependência, acaba a correspondência, e com ela a estima. Seja lição, e sobretudo de experiência, mantê-la, não a satisfazer, conservando sempre em necessidade de si até o coroado senhor; mas não se há-de chegar ao excesso de calar para que errem, nem de deixar sem remédio o dano alheio para proveito próprio.

Sentenças latinas, ditos históricos, versos célebres, brocardos jurídicos, máximas, é de bom aviso trazê-los contigo para os discursos de sobremesa, de felicitação ou de agradecimento.