Cita√ß√Ķes sobre L√≠deres

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Aquele que sabe governar um país é um grande líder. Mas aquele que sabe governar sua própria mente é um líder ainda maior.

A qualidade mais importante em um líder é aquela de ser reconhecido como tal. Todos os líderes cuja aptidão é questionada são claramente desprovidos de força.

As Janelas da Memória

A mem√≥ria humana n√£o √© lida globalmente, como a mem√≥ria dos computadores, mas por √°reas espec√≠ficas a que chamo de janelas. Atrav√©s das janelas vemos, reagimos, interpretamos… Quantas vezes tentamos lembrar-nos de algo que n√£o nos vem √† ideia? Nesse caso, a janela permaneceu fechada ou inacess√≠vel.

A janela da mem√≥ria √©, portanto, um territ√≥rio de leitura num determinado momento existencial. Em cada janela pode haver centenas ou milhares de informa√ß√Ķes e experi√™ncias. O maior desafio de uma mulher, e do ser humano em geral, √© abrir o m√°ximo de janelas em cada situa√ß√£o. Se ela abre diversas janelas, poder√° dar respostas inteligentes. Se as fecha, poder√° dar respostas inseguras, med√≠ocres, est√ļpidas, agressivas. Somos mais instintivos e animalescos quando fechamos as janelas, e mais racionais quando as abrimos.

O mundo dos sentimentos possui as chaves para abrir as janelas. O medo, a tens√£o, a ang√ļstia, o p√Ęnico, a raiva e a inveja podem fech√°-las. A tranquilidade, a serenidade, o prazer e a afetividade podem abri-las. A emo√ß√£o pode fazer os intelectuais reagirem como crian√ßas agressivas e as pessoas simples reagirem como elegantes seres humanos. Sob um foco de tens√£o, como perdas e contrariedades, uma mulher serena pode ficar irreconhec√≠vel.

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√Č bom tornar-se conhecido por agradar aos outros. Especialmente se s√£o seus subalternos. √Č √ļtil aos l√≠deres obter as boas gra√ßas de todos. A √ļnica vantagem do poder: poder fazer o bem mais do que qualquer outro.

Como Manipular um P√ļblico

Segundo uma lei conhecida, os homens, considerados colectivamente, s√£o mais est√ļpidos do que tomados individualmente. Numa conversa a dois, conv√©m que respeitemos o parceiro, mas essa regra de conduta j√° n√£o √© t√£o indispens√°vel num debate p√ļblico em que se trata de dispor as massas a nosso favor.

H√° uns anos, um pol√≠tico pagou a figurantes para o aplaudirem numa concentra√ß√£o. Como bom profissional, compreendera que uma claque, embora n√£o melhore o discurso, predisp√Ķe melhor os espectadores a descobrirem os seus m√©ritos. O mimetismo √© a mola principal para mover as massas no sentido do entusiasmo, do respeito ou do √≥dio. Mesmo perante um pequeno p√ļblico de trinta pessoas, h√° sempre algo de religioso que prov√©m da coagula√ß√£o dos sentimentos individuais em express√£o colectiva. No meio de um grupo, √© necess√°ria uma certa energia para pensar contra a maioria e coragem para exprimir abertamente essa opini√£o.
Os manipuladores de opinião ou, para utilizar uma palavra mais delicada, os comunicadores, sabem que, para conduzir mentalmente uma assembleia numa determinada direcção, é necessário começar por agir sobre os seus líderes. A primeira tarefa consiste em determinar quem são, apesar de eles próprios não o saberem. Um manipulador não tarda a distinguir o punhado de indivíduos em que pode apoiar-se para influenciar os outros.

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Civilização de Especialistas

A verdade √© que hoje vivemos numa civiliza√ß√£o de especialistas e que √© v√£o todo o empenho de que seja de outro modo. Sob pena de n√£o ser eficiente, o homem das artes, das ci√™ncias e das t√©cnicas tem de se especializar, para que domine aqueles segredos de bibliografia ou de pr√°tica, e para que obtenha os jeitos e a forte concentra√ß√£o de pensamento que se tornam necess√°rios para que se possa n√£o s√≥ manejar o que se herdou mas acrescentar patrim√≥nio para as gera√ß√Ķes futuras. E, se √© certo que por um lado o especialismo favorece aquela pregui√ßa de ser homem que tanto encontramos no mundo, permite ele, por outro lado, aproveitar em tarefas √ļteis indiv√≠duos que pouco brilhantes seriam no tratamento de conjuntos. O pre√ßo, por√©m, se tem naturalmente de pagar; paga-o o colectivo quando se queixa, e muito justamente, da falta de bons l√≠deres, de homens com uma larga vis√£o de conjunto, que saibam do trabalho de cada um o suficiente para o poderem dirigir e se tenham eles tornado especialistas na dif√≠cil arte de n√£o ter especialidade pr√≥pria sen√£o essa mesma do plano, da previs√£o e do animar na batalha as tropas que, na maior parte das vezes,

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N√£o pode tornar-se um l√≠der que n√£o consegue confiar em seus subordinados e delegar responsabilidades aos respectivos encarregados. N√£o h√° necessidade alguma de um gerente ir ao correio enquanto o cont√≠nuo fica sem fazer nada. √Ä cabe√ßa compete pensar e √†s pernas, andar. Aquele que sendo ‚Äėcabe√ßa‚Äô executa a tarefa das ‚Äėpernas‚Äô n√£o poder√° tornar-se um grande l√≠der.

O mundo está cheio de gente com qualidades naturais de liderança. Os líderes tradicionais, que conduziram a luta pela independência do século XVII, eram homens assim. Mas os tempos mudaram, e a educação tornou-se uma arma muito poderosa no combate para produzir pessoas evoluídas.

N√£o sou l√≠der. Sou um cidad√£o normal, que se v√™ como tal e que de vez em quando d√° umas opini√Ķes. Se s√£o erradas ou certas, os outros que digam. Eu digo apenas o que penso e posso, claro, enganar-me, como toda a gente.

O verdadeiro líder não tem necessidade de liderar Рcontenta-se em apontar o caminho.

√Č absolutamente imposs√≠vel que a sociedade seja perfeita sem um l√≠der que possa regulamentar as ac√ß√Ķes dos indiv√≠duos.

Raz√£o afectada pelo Desejo

O homem que deseja agir de certa forma se persuadirá que, assim procedendo, alcançará algum propósito que considera bom, mesmo que não vise motivo algum para pensar dessa forma, se não tivesse tal desejo. E julgará os factos e probabilidades de maneira muito diferente daquela adoptada por um homem com desejos opostos. Como todos sabem, os jogadores estão cheios de crenças irracionais relativas a sistemas que devem, no fim, fazê-los ganhar. Os que se interessam pela política persuadem-se de que os líderes do seu partido jamais praticariam as patifarias cometidas pelos adversários. Os homens que gostam de administrar acham que é bom para o povo ser tratado como um rebanho de ovelhas, os que gostam do fumo dizem que acalma os nervos, e os que apreciam o álcool afirmam que aguça o tino. A parcialidade assim criada falsifica o julgamento dos homens em relação aos factos, de modo muito difícil de evitar.
At√© mesmo um erudito artigo cient√≠fico sobre os efeitos do √°lcool no sistema nervoso em geral trai, por sintomas internos, o facto de o autor ser ou n√£o abst√©mio; em ambos os casos tende a ver os factos de maneira que justifique a sua atitude. Em pol√≠tica e religi√£o tais considera√ß√Ķes tornam-se muito importantes.

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O maior líder é aquele que reconhece sua pequenez, extrai força de sua humildade e experiência da sua fragilidade.

Podes, e deves, ter ideias pol√≠ticas, mas, por favor, as ¬ętuas¬Ľ ideias pol√≠ticas, n√£o as ideias do teu partido; o ¬ęteu¬Ľ comportamento, n√£o o comportamento dos teus l√≠deres; os interesses de ¬ętoda¬Ľ a Humanidade, n√£o os interesses de uma ¬ęparte¬Ľ dela. E lembra-te de que ¬ęparte¬Ľ √© a etimologia de ¬ępartido¬Ľ.

Religi√£o do Medo

Com o homem primitivo √© o medo acima de tudo que evoca no√ß√Ķes religiosas ‚ÄĒ medo da fome, das feras, da doen√ßa, da morte. Como neste estado de exist√™ncia o conhecimento das rela√ß√Ķes causais est√° usualmente pouco desenvolvido, a mente humana cria seres ilus√≥rios mais ou menos semelhantes a si pr√≥pria de cujos desejos e actos dependem esses acontecimentos assustadores. Por isso, tentamos obter o favor destes seres realizando ac√ß√Ķes e oferecendo sacrif√≠cios que, de acordo com as tradi√ß√Ķes passadas de gera√ß√£o em gera√ß√£o, os tornam favor√°veis ou bem dispostos em rela√ß√£o aos mortais. Neste sentido, estou a falar de uma religi√£o do medo. Isto, apesar de n√£o ter sido criado, √© em alto grau estabilizado pela cria√ß√£o de uma casta sacerdotal especial que se institui a si mesma como mediadora entre as pessoas e os seres que elas receiam e ergue uma hegemonia assente nisso. Em muitos casos, um l√≠der, um governante ou uma classe privilegiada, cuja posi√ß√£o assenta noutros factores, combinam as fun√ß√Ķes sacerdotais com a sua autoridade secular, de modo a garantirem mais firmemente a primeira, ou os governantes pol√≠ticos e a casta sacerdotal defendem a mesma causa para defenderem os pr√≥prios interesses.

Lembro-me sempre do axioma do regente: um líder, dizia ele, é como um pastor. Fica atrás do rebanho, deixando os mais rápidos irem à frente, seguindo depois os outros, não percebendo que durante o tempo todo estão a ser dirigidos da rectaguarda.