Frases sobre Povos

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Frases de povos escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

A praça, a praça é do Povo!
Como o céu é do Condor!
√Č antro onde a liberdade
Cria a √°guia ao seu calor!

Cremos que a guerra é um mal, mesmo quando é uma necessidade, mas sabemos que há para os povos outros males maiores, porque os há que excedem a morte e a miséria Рsão a sua desonra e aniquilamento.

N√£o lamento os homens, os homens refazem-se; n√£o lamento o ouro destes tesouros, os tesouros voltam a encher-se; mas quem restituir√° a estes povos os anos que v√£o passando?

Uma na√ß√£o n√£o nasce duma ideia. Nasce dum contrato de homens livres que se inspiram nas insubmiss√Ķes necess√°rias ao minist√©rio dos povos sobre os seus infort√ļnios.

A atitude de todo o artista verdadeiro não pode ser neste momento senão de inteira e franca comunhão com a grande massa do país. Os artistas não constituem uma classe. São livres e mágicos servidores de quem tem a verdade e a história pelo seu lado. Ora, a verdade e a história estão, como sempre estiveram, do lado do povo.

O povo completo será aquele que tiver reunido no seu máximo todas as qualidades e todos os defeitos. Coragem portugueses, só vos faltam as qualidades.

Mais dif√≠cil √© quebrar a dificuldade de mostrar a realidade ao povo: tirando-o da alucina√ß√£o em que vive, cercado por informa√ß√Ķes que n√£o refletem a realidade. E, para consolidar a democracia, a maior dificuldade est√° em aproximar eleitores e eleitos, separados pela brecha entre a realidade e as informa√ß√Ķes produzidas pela m√≠dia.

H√° uma crise econ√≥mica e social de propor√ß√Ķes alarmantes para as nossas possibilidades efectivas de momento; h√° a pr√≥pria crise da nossa identidade como Povo.

Deixemos que o convite de Isa√≠as – ¬ęConsolai, consolai o meu povo¬Ľ – ressoe no nosso cora√ß√£o. Hoje s√£o precisas pessoas que sejam testemunhos da miseric√≥rdia e da ternura do Senhor. A mensagem de Isa√≠as √© um b√°lsamo para as nossas feridas e um est√≠mulo a prepararmos com empenho a via do Senhor.

Somos um povo que caminha, e em nosso redor – e tamb√©m dentro de n√≥s – h√° trevas e luz. E nesta noite, enquanto o esp√≠rito das trevas envolve o mundo, renova-se a chegada que sempre nos espanta e nos surpreende: ¬ęO povo que andava nas trevas viu uma grande luz¬Ľ (Isa√≠as 9:1).

¬ęO povo que andava nas trevas viu uma grande luz¬Ľ (Isa√≠as 9:1). Esta profecia de Isa√≠as nunca deixa de comover-nos, especialmente quando a ouvimos na liturgia da Noite de Natal. Comove-nos porque diz a realidade profunda daquilo que somos; somos criaturas em movimento, e ao nosso redor – e tamb√©m dentro de n√≥s –¬† h√° sombras de luz.

A alegria do Evangelho √© para todo o povo, n√£o se pode excluir ningu√©m; assim foi anunciada pelo anjo aos pastores de Bel√©m: ¬ęN√£o temais, pois anuncio-vos uma grande alegria, que o ser√° para todo o povo¬Ľ (Lucas 2:10).

Quando estivermos em condi√ß√Ķes de dizer ao Senhor: ¬ęSenhor, estes s√£o os meus pecados, n√£o s√£o os deste ou daquele… S√£o os meus. Toma-os tu. Assim me salvarei¬Ľ, ent√£o seremos aquele belo povo, povo humilde e povo que confia no nome do Senhor.

A memória dos nossos antepassados leva-nos à imitação da fé. Às vezes, é verdade, a velhice tem o seu lado desagradável pelas doenças que comporta. Mas a sabedoria que têm os nossos avós é a herança que nós devemos receber. Um povo que não toma conta dos avós, que não respeita os avós, não tem futuro, porque perdeu a memória.

A vida crist√£ √© o caminho humilde de uma consci√™ncia que nunca √© r√≠gida, mas est√° sempre em rela√ß√£o com Deus, que sabe arrepender-se e, na sua pobreza, confiar-se a Ele, sem nunca presumir de bastar-se a si mesma. Assim se superam as edi√ß√Ķes revistas e atualizadas daquele mal antigo, denunciado por Jesus na par√°bola: a hipocrisia, a duplicidade de vida, o clericalismo que se faz acompanhar de legalismo, o afastamento do povo.

O perd√£o e a miseric√≥rdia n√£o t√™m muito espa√ßo no mundo que vimos construindo, na vida de todos os dias, nas rela√ß√Ķes entre pessoas, entre fam√≠lias, entre comunidades e povos diferentes. O Cristo da Cruz mostra-nos o cume humano do perd√£o: ¬ęPai, perdoa-lhes, porque n√£o sabem o que fazem¬Ľ (Lucas 23:34).