Frases sobre Sempre

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Frases de sempre escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

Julgar os outros leva-nos à hipocrisia. E Jesus define mesmo como «hipócritas» aqueles que se põem a julgar os outros. Porque a pessoa que julga erra, confunde-se e acaba derrotada. Quem julga engana-se sempre. E engana-se porque assume o lugar de Deus, que é o único juiz.

Se nós vivermos sob a lei de Talião, «olho por olho, dente por dente», nunca sairemos da espiral do mal. O Maligno é astuto e convence-nos de que com a nossa justiça humana podemos salvar-nos e salvar o mundo. Na realidade, quem se vinga permanecerá para sempre infeliz.

É sempre simples doar uma parte dos lucros, sem abraçar nem tocar as pessoas que recebem essas «migalhas». Pelo contrário, até bastam cinco pães e dois peixes para tirar a fome a multidões se forem a partilha de toda a nossa vida. Na lógica do Evangelho, se não dá tudo, não se dá nunca o suficiente.

Há «portas da consolação» que se devem ter sempre abertas, porque Jesus gosta de entrar por elas: o Evangelho lido todos os dias e trazido sempre connosco, a oração silenciosa e de adoração, a Confissão, a Eucaristia. Através dessas portas, o Senhor entra e dá um novo sabor a todas as coisas.

A doença grave põe sempre em crise a existência humana e suscita interrogações que nos atingem profundamente. Nestas situações, a fé em Deus é, por um lado, posta à prova, mas ao mesmo tempo revela toda a sua potencialidade positiva. Não porque a fé faça desaparecer a doença, a dor ou as exigências que dela derivam, mas porque dá uma chave com a qual poderemos compreender o mistério do que estamos a viver.

Optar por Deus e pelo Seu Reino nem sempre mostra os seus frutos imediatamente. É uma decisão que se torna na esperança e que deixa a Deus a sua plena realização. A esperança cristã tem em vista o cumprimento futuro da promessa de Deus e não se detém, perante nenhuma felicidade.

Como quero eu ser salvo? À minha maneira? À maneira de uma espiritualidade, que é boa, que me faz bem, mas é fixa, tem tudo claro e não há riscos? Ou à maneira divina, isto é, pela via de Jesus, que nos surpreende sempre?

A Igreja sempre viveu a passagem dramática da morte à luz da ressurreição de Jesus Cristo, que abriu o caminho para a certeza da vida futura. Temos um grande desafio em aceitá-la, sobretudo na cultura contemporânea, que muitas vezes tende a banalizar a morte até a fazer tornar-se uma simples ficção ou a escondê-la.

Por muito que se goste de chorar o passado ou preferir o presente, a História demonstra, em traços largos, que o futuro é sempre melhor para a maioria das pessoas. A sensação do dia-a-dia de estar tudo cada vez pior perde sempre quando é comparada com as condições há apenas um século atrás. Nem é preciso recuar no tempo – basta ver a facilidade com que se morre nos países muito mais pobres do que o nosso, que são muito mais do que metade dos que existem. Nos mais pobres, a expectativa média de vida é igual à nossa há dois séculos atrás.

As pessoas que cedem e concordam com tudo são sempre as mais saudáveis, as mais belas, e de figura mais harmoniosa. Basta alguém ter um defeito para ter a sua própria opinião.

Ela sempre enfurecia-se sozinha, irritava-se sozinha, suportava sozinha suas intensas convulsões emocionais, das quais ele nunca participava.

A unidade da humanidade, de quando em quando posta em dúvida, mesmo se apenas emocionalmente, por toda a gente, até pelas pessoas mais fáceis e adaptadas, por outro lado também se revela a toda a gente, ou parece revelar-se, na harmonia total que se pode sempre descobrir entre o desenvolvimento do conjunto da humanidade e o do indivíduo, até nos sentimentos mais secretos do indivíduo.

Nem sempre os livros de que as crianças gostam foram escritos para elas, e os livros que em sua intenção se escrevem raramente interessam às crianças ou aos adultos. As crianças merecem mais que poesia requentada.

Lembrai-vos de trazer sempre convosco um pequeno Evangelho, no bolso, na mala, na mochila, sempre. No Capítulo 5 de Mateus estão as Bem-Aventuranças- Lede-as todos os dias, para não as esquecer, porque é a Lei que nos dá Jesus!

A vida dos cristãos adormecidos é uma vida triste, não é uma vida feliz. O cristão acordado está vigilante, está sempre em marcha. Só assim pode ser feliz.

O cristão deve manter-se cordeiro, não parvo, mas cordeiro. Cordeiro com a astúcia cristã, mas sempre cordeiro. Porque se tu fores cordeiro, Ele defende-te. Mas se te sentes forte como o lobo, Ele não te defende; deixa-te só. E os lobos comem-te cru.

A vaidade é uma doença espiritual muito grave.  É significativo que os Padres do Deserto tenham dito que a vaidade é uma tentação contra a qual devemos lutar toda a vida, porque volta sempre para nos roubar a verdade.