Frases sobre Sangue

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Frases de sangue escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

Vazias as veias, o nosso sangue se arrefece, indispostos ficamos desde cedo, incapazes de dar e de perdoar. Mas quando enchemos os canais e as calhas de nosso sangue com comida e vinho, fica a alma muito mais male√°vel do que durante esses jejuns de padre.

Que a extravag√Ęncia n√£o seja nada de pr√°tico √© o que se acredita e se divulga. Mas, na verdade, trata-se duma virtude pela qual o homem pr√°tico, o aut√™ntico, dar√° todo o sangue das suas veias.

Não entendo de sonhos. Mas este me parece um profundo desejo de mudança de vida. Não precisa ser feliz sequer. Basta ano novo. E é tão difícil mudar. Às vezes escorre sangue.

Caim diz que n√£o sabe o que aconteceu ao seu irm√£o, diz que n√£o √© seu guardi√£o. N√£o se sente respons√°vel pela sua vida, pela sua sorte. N√£o se sente implicado. √Č indiferente em rela√ß√£o ao seu irm√£o. Deus, pelo contr√°rio, n√£o √© indiferente: o sangue de Abel tem grande valor a Seus olhos e pede a Caim que preste contas dele.

O homem traído uma vez pode ouvir dos lábios da mulher um juramento de alma, animado com a santa inocência de um anjo, mas nunca mais lhe franqueará o coração, onde goteja sangue, uma chaga incurável.

Não, eu nunca preguei qualquer doutrina de tendência para o mal, e o que ensinei com os meus lábios agora selo com o meu sangue!

As batalhas mais invencíveis são as do entendimento, porque onde as feridas não tiram sangue, nem a fraqueza se vê pela cor, nenhum sábio se confessa vencido.

A primeira coisa que morre em o homem √© a l√≠ngua e a √ļltima coisa que lhe acaba √© o cora√ß√£o. Ser√° talvez porque a l√≠ngua √© que viveu mais desunida e por isso mais solta. O cora√ß√£o morre com menos pressa, porque todo o sangue se une para sua defesa.

Nunca me pesou o que de tr√°gico se passasse na China. √Č decora√ß√£o long√≠nqua, ainda que a sangue e peste.

Hoje vivemos na sequ√™ncia de uma revolu√ß√£o conseguida sem sangue, que nos abriu caminhos de liberdade. Para que os possamos percorrer √© indispens√°vel o respeito absoluto das liberdades p√ļblicas e dos direitos c√≠vicos, que vamos vendo infelizmente postos em causa.

Criminosos s√£o uma pequena minoria em qualquer √©poca ou pa√≠s. E o dano que eles causaram √† humanidade √© infinitesimal quando comparado com os horrores ‚Äď o derramamento de sangue, as guerras, as perseguis√Ķes, a fome, as escraviza√ß√Ķes, as destrui√ß√Ķes em grande escala ‚Äď perpetradas pelos governos da humanidade. Potencialmente, o governo √© a mais perigosa amea√ßa aos direitos do homem: ele mantem o monop√≥lio do uso de for√ßa f√≠sica contra v√≠timas legalmente desarmadas. Quando irrestrito e ilimitado pelos direitos individuais, um governo √© o mais mortal inimigo do homem.

Não há uma ideia nascida do espírito humano que não tenha feito correr sangue sob a Terra.

Vazias as veias, nosso sangue se arrefece, indispostos ficamos desde cedo, incapazes de dar e de perdoar. Mas quando enchemos os canais e as calhas de nosso sangue com comida e vinho, fica a alma muito mais male√°vel do que durante esses jejuns de padre.

A política é uma guerra sem derramamento de sangue, e a guerra uma política com derramamento de sangue.

Quando eu lembro do estalar do chicote, meu sangue corre gelado, lembro do navio de escravos, quando brutalizavam a minha alma