Cita√ß√Ķes sobre Motiva√ß√£o

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Frases sobre motiva√ß√£o, poemas sobre motiva√ß√£o e outras cita√ß√Ķes sobre motiva√ß√£o para ler e compartilhar. Leia as melhores cita√ß√Ķes em Poetris.

Quando a sua ajuda aos semelhantes é fruto de motivação e preocupação sinceras, isso lhe traz sorte, amigos, alegrias e sucesso. Se você desrespeita os direitos dos outros e descuida-se do bem-estar alheio, acabará imensamente solitário.

Toda ação humana, quer se torne positiva ou negativa, precisa depender de motivação.

A Motivação do Ser Humano

Desde o pecado original fomos essencialmente iguais para conhecer o bem e o mal; no entanto, √© exactamente neste ponto que buscamos as nossas vantagens particulares. Mas √© s√≥ al√©m desse conhecimento que come√ßam as verdadeiras diferen√ßas. A apar√™ncia rec√≠proca √© provocada pelo seguinte: ningu√©m consegue contentar-se apenas com o conhecimento, mas tem de lutar para agir de acordo com ele. Contudo, n√£o lhe foi atribu√≠da a for√ßa para fazer isso; em consequ√™ncia, ele tem de se destruir, mesmo correndo o risco de n√£o adquirir com isso o poder necess√°rio, mas n√£o lhe resta nada sen√£o essa √ļltima tentativa. (√Č este tamb√©m o sentido da amea√ßa de morte associada √† proibi√ß√£o de comer da √°rvore do conhecimento; talvez tamb√©m o sentido original da morte natural). Ora, ele tem uma tentativa; prefere revogar o conhecimento do bem e do mal; (a express√£o ¬ępecado original¬Ľ tem origem nesse medo) mas o que aconteceu n√£o pode ser suprimido, apenas turvado. √Č com esse objectivo que as motiva√ß√Ķes v√™m √† tona; com efeito, todo o mundo vis√≠vel talvez n√£o seja outra coisa sen√£o uma motiva√ß√£o do ser humano para a sua vontade de descansar um momento. Uma tentativa de falsear o facto do conhecimento,

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Eu acredito que a poesia tenha sido uma voca√ß√£o, embora n√£o tenha sido uma voca√ß√£o desenvolvida conscientemente ou intencionalmente. Minha motiva√ß√£o foi esta: tentar resolver, atrav√©s de versos, problemas existenciais internos. S√£o problemas de ang√ļstia, incompreens√£o e inadapta√ß√£o ao mundo.

O Português

Prefere ser um rico desconhecido, a ser um her√≥i pobre. √Č melhor do que parece. O homem portugu√™s √© dissimulado, e fez da inveja um discurso do bom senso e dos direitos humanos.
Mas √© tamb√©m um homem de paix√Ķes moderadas pela sensibilidade, o que faz dele um grande civilizado.
Gosta das mulheres, o que explica o estado de dependência em que as pretende manter. A dependência é uma motivação erótica.
√Č inovador mas tem pouco car√°cter, como √© pr√≥prio dos superiormente inteligentes, tanto cientistas, como fil√≥sofos e criadores em geral.
Mente muito, e a verdade que se arroga √© uma culpa inibida. Vemos que ele se mant√©m num estado primitivo quando defende a sua √°rea de partido, de seita e de fam√≠lia, √† custa de corrup√ß√Ķes e de crimes, se for preciso.
Gosta do poder mas não da notoriedade. Não tem o sentido da eternidade, mas sim o prazer da liberdade imediata. Não é democrata; excepto se isso intimidar os seus adversários.
Não tem génio, tem habilidade.
√Č imaginativo mas n√£o pensador.
√Č culto mas n√£o experiente.
N√£o gosta da lei, porque ela desvaloriza a sua pr√≥pria iniciativa. √Č m√≠stico com a f√°bula e viril com a desgra√ßa.

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Desde que Te Conheço

invade-me uma grande calma quando penso em ti. sinto-me bem, disposto para as mais dif√≠ceis tarefas, para os mais complicados e demorados trabalhos. j√° n√£o √© na turbul√™ncia das noites (vividas na pressa) que encontro a vontade de escrever. as noites cansaram-me, ia acabando comigo de vez na desordem e na √Ęnsia de viver. claro que continuo a sair √† noite e a amar esse espa√ßo fant√°stico que √© a cidade. esta cidade que amo, mas tu est√°s nela tamb√©m. a cidade mudou desde o instante em que nela entraste. j√° n√£o percorro a noite numa ang√ļstia que se esquece e anula na bebedeira, ao nascer do dia. desde que te conhe√ßo tenho levado uma vida bastante regrada. deixei de beber. deixei de andar por a√≠ a ver se algu√©m me pega ou se eu pego em algu√©m. acabou. tenho-te e sinto uma felicidade estranha a dominar-me. trabalho calmamente, com vagar, e avan√ßo sem ser aos trope√ß√Ķes. leio e releio o que escrevo. tudo se torna, de texto em texto, mais preciso, mais pr√≥ximo do que penso. escrevo somente (como de resto sempre fiz) o que me d√° gozo e ao mesmo tempo me perturba. por isso odeio tanto reler-me.

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Dar Significado ao Tempo

Um dos prazeres humanos menos observados √© o de preparar acontecimentos √† dist√Ęncia, de organizar um grupo de acontecimentos que tenham uma constru√ß√£o, uma l√≥gica, um come√ßo e um fim. Este √© quase sempre apercebido como um acme sentimental, uma alegre ou lisonjeira crise de conhecimento de si pr√≥prio. Isto aplica-se tanto √† constru√ß√£o de uma resposta pronta como √† de uma vida. E o que √© isto, sen√£o a premissa da arte de narrar? A arte narrativa apazigua precisamente esse gosto profundo.
O prazer de narrar e de escutar √© o de ver os factos serem dispostos segundo aquele gr√°fico. A meio de uma narrativa volta-se √†s premissas e tem-se o prazer de encontrar raz√Ķes, chaves, motiva√ß√Ķes causais. Que outra coisa fazemos quando pensamos no nosso pr√≥prio passado e nos comprazemos em reconhecer os sinais do presente ou do futuro? Esta constru√ß√£o d√°, em subst√Ęncia, um significado ao tempo. E o narrar √©, em suma, apenas um meio de o transformar em mito, de lhe fugir.

Os sonhos s√£o o melhor rem√©dio para curar frustra√ß√Ķes. Se s√≥lidos, eles podem ter mais efic√°cia do que anos de psicoterapia. Eles reeditam o filme do inconsciente e ampliam os horizontes do desanimado, fazendo renascer a motiva√ß√£o para recome√ßar tudo de novo.

Inércia e Movimento

H√° uma lei natural conhecida como lei da in√©rcia. Quando alguma coisa se encontra em determinadas condi√ß√Ķes de exist√™ncia tende a conservar-se nesse estado, quer esteja em repouso quer esteja em movimento. Essa lei aplica-se igualmente para seres humanos. (…) O homem √© uma por√ß√£o de mat√©ria no estado de repouso e nem sempre se quer mexer. Mas quando aquecemos e come√ßamos realmente a andar verficamos que a in√©rcia √© como o sistema propulsor de um foguet√£o dentro de n√≥s… √© mil vezes mais f√°cil continuar a avan√ßar que iniciar o movimento. Motiva√ß√£o e for√ßa motriz estabelecem as diferen√ßas entre as pessoas. Se um homem imagina um plano de ac√ß√£o, reconhece um dever, abra√ßa uma causa, veremos cada √≥rg√£o do seu corpo e cada faculdade do seu esp√≠rito come√ßar a trabalhar mais eficaz e suavemente que nunca.

As pessoas dizem frequentemente que a motivação não dura. Bem, nem o banho Рe é por isso que ele é recomendado diariamente.

Motivação é a arte de fazer as pessoas fazerem o que você quer que elas façam porque elas o querem fazer.

Forças Constantes e Imutáveis Através da História

O uso da hist√≥ria n√£o traz surpresas. Ele (o historiador) j√° viu tudo. Sabe que for√ßas constantes e imut√°veis ir√£o resistir √† verdade e ao prop√≥sito superior. Qual a fraqueza, divis√£o, excesso que ir√° prejudicar a causa superior. A espl√™ndida plausibilidade do erro, o inebriante poder de atrac√ß√£o do pecado. E por for√ßa de que adapta√ß√£o a motiva√ß√Ķes inferiores as boas causas s√£o bem sucedidas […] A hist√≥ria n√£o √© uma teia tecida por m√£os inocentes. Entre todas as causas que degradam e desmoralizam os homens, o poder √© o mais constante e activo.

A Saturação da Servidão

Hoje est√£o em causa, n√£o as paradas, que √© tudo em que as multid√Ķes s√£o adestradas, ou a guerra, a que se convidam; est√° em causa toda uma din√Ęmica nova para criar o habitat duma humanidade que atingiu a satura√ß√£o da servid√£o, depois de h√° mil√©nios ter dado o passo da reflex√£o. As pessoas interrogam-se em tudo quanto vivem. A satura√ß√£o da servid√£o n√£o √© uma revolta; √© um sentimento de desapego imenso quanto aos princ√≠pios que amaram, os deuses a que se curvaram, os homens que exaltaram. (…) Mas foi crescendo a satura√ß√£o da servid√£o, porque a alma humana cresceu tamb√©m, tornou-se capaz de ser amada espontaneamente; tudo o que servimos era o intermedi√°rio do nosso amor pelo que em absoluto n√≥s somos. Serviram-se valores porque neles se representava a apar√™ncia duma qualidade, como a beleza, o saber, a for√ßa; esses valores est√£o agora saturados, demolidos pela revela√ß√£o da verdade de que tudo √© concedido ao corpo moral da humanidade e n√£o ao seu executor.
Um grande terror sucede à saturação da servidão. Receamos essa motivação nova que é a nossa vontade, a nossa fé sem justificação a não ser estarmos presentes num imenso espaço que não é povoado pela mitologia de coisa alguma.

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As Pessoas n√£o Sabem o que Querem Antes de lho Mostrarmos

A minha paix√£o tem sido construir uma empresa duradoura onde as pessoas se sintam motivadas para grandes produtos. Tudo o mais era secund√°rio. Claro que era bom ter lucros, pois s√≥ assim era poss√≠vel fazer grandes produtos. Mas o principal factor de motiva√ß√£o eram os produtos, n√£o o lucro. Sculley deslocou estas prioridades para o objectivo de fazer dinheiro. Trata-se de uma diferen√ßa subtil, mas que acaba por fazer toda a diferen√ßa: as pessoas que contratamos, quem √© promovido, os assuntos que discutimos nas reuni√Ķes.
Algumas pessoas dizem: ‚ÄúD√™em aos clientes o que eles querem.‚ÄĚ Mas essa n√£o √© a minha abordagem. A nossa miss√£o consiste em antecipar aquilo que eles v√£o querer. Penso que o Henri Ford teria dito uma vez que se perguntasse aos clientes aquilo que eles queriam, a resposta teria sido: ‚ÄúUm cavalo mais r√°pido!”. As pessoas n√£o sabem o que querem antes de lho mostrarmos. √Č por isso que n√£o confio nos estudos de mercado. A nossa miss√£o consiste em ler as coisas antes de elas terem sido escritas.

Acredito que o objetivo da nossa vida seja a busca da felicidade. Isso está claro. Quer se acredite em religião ou não, quer se acredite nesta religião ou naquela, todos nós buscamos algo melhor na vida. Portanto, acho que a motivação da nossa vida é a felicidade.

Chegamos assim a uma concep√ß√£o de rela√ß√£o entre ci√™ncia e religi√£o muito diferente da usual… Sustento que o sentimento religioso c√≥smico √© a mais forte motiva√ß√£o da pesquisa cient√≠fica.

Motivação é a arte de levar as pessoas a fazer o que você quer que elas façam porque elas querem fazê-lo.

Confiança Audaz

H√° um momento na aprendizagem de cada homem em que este chega √† convic√ß√£o de que a inveja √© ignor√Ęncia; que a imita√ß√£o √© suic√≠dio; que ele tem que se tomar a ele pr√≥prio tanto para melhor, tanto para pior, como a sua parcela; que embora o universo esteja cheio de coisas boas, nenhuma semente de milho nutritiva chegar√° a ele sen√£o atrav√©s da labuta que ele ofere√ßa nesse lote de terreno que lhe foi dado para cultivar. O poder que reside nele √© novo na natureza, e nenhum outro sen√£o ele sabe o que √© que pode fazer, e n√£o o saber√° at√© que o tente. N√£o √© por nada que uma cara, um car√°cter, um facto, causa muito impress√£o nele, e outros n√£o t√™m qualquer efeito. Esta escultura na mem√≥ria n√£o existe sem uma harmonia pr√©-estabelecida. O olho foi colocado onde um raio deve cair, de forma a testemunhar esse raio em particular. N√≥s apenas nos exprimimos pela metade, e temos vergonha da ideia divina que cada um de n√≥s representa. Podemos ser de confian√ßa e de motiva√ß√Ķes boas e proporcionais, e darmo-nos fielmente, mas Deus n√£o ter√° o seu trabalho mais manifesto feito por cobardes. Um homem est√° seguro e tranquilo quando coloca todo o cora√ß√£o no seu trabalho ou outra actividade e faz o seu melhor de acordo consigo pr√≥prio;

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As pessoas costumam dizer que a motivação não dura sempre. Bem, nem o efeito do banho, por isso recomenda-se diariamente.