A fé não é crer no que não vimos, mas é criar o que não vemos.
Frases sobre Fé
307 resultadosSe a fé não tornasse feliz, não haveria fé: então quão pouco valor ela deve ter!
Nada é mais lógico do que a perseguição. A tolerância religiosa é uma espécie de falta de fé.
Quando as famílias trazem ao mundo as crianças, as educam na fé, nos sadios valores, a contribuir para o bem da sociedade, tornam-se uma bênção para o mundo. As famílias podem tornar-se uma bênção para o mundo!
Todos somos tocados pelas maravilhas do Deus feito menino na gruta de Belém, pelo espanto do Filho de Deus que por amor de nós Se torna Filho de Maria e Se faz pequeno e frágil. Estamos vigilantes e rezamos para que esta luz interior não se dilua e a fim de que possamos trazer para a nossa vida quotidiana, familiar e profissional, a alegria da fé, que se exprime na caridade, na benevolência, na ternura.
Pode haver um conhecimento do que é diabólico, mas nenhuma fé nele, pois, mais diabólico do que está aí presente, não existe.
Os pilares da educação são: transmitir conhecimentos, transmitir maneiras de fazer, transmitir valores. Através destes transmite-se a fé. O educador deve estar à altura das pessoas que educa, deve interrogar-se sobre como anunciar Jesus Cristo a uma geração que muda.
Há cristãos que parecem ter escolhido viver uma espécie de Quaresma sem Páscoa. Compreendo as pessoas que se vergam à tristeza por causa das graves dificuldades que têm de suportar, mas é preciso permitir que aos poucos a alegria da fé comece a despertar, como uma secreta mas firme confiança, mesmo no meio das piores angústias.
A doença grave põe sempre em crise a existência humana e suscita interrogações que nos atingem profundamente. Nestas situações, a fé em Deus é, por um lado, posta à prova, mas ao mesmo tempo revela toda a sua potencialidade positiva. Não porque a fé faça desaparecer a doença, a dor ou as exigências que dela derivam, mas porque dá uma chave com a qual poderemos compreender o mistério do que estamos a viver.
O nosso mundo esquece às vezes o valor especial do tempo passado junto ao leito dos doentes, porque somos avassalados pela pressa, pelo frenesim do fazer, do produzir, e nos esquecemos da dimensão da gratuitidade, de tomar conta. No fundo, por trás desta atitude está com frequência uma fé morna, que esqueceu aquela palavra do Senhor que diz: «A mim mesmo o fizestes» (Mateus 25:40).
Pensais honestamente, e por isso odiais o mundo todo. Detestais os crentes porque a fé é um indicador de estupidez e de ignorância; e detestais os descrentes porque não têm fé nem ideal. Odiais os velhos pelas suas mentalidades ultrapassadas, e os novos pelo seu liberalismo.
O crente aprende a ver-se a si mesmo a partir da fé que professa. A figura de Cristo é o espelho em que descobre realizada a sua própria imagem. E dado que Cristo abraça em Si mesmo todos os crentes que formam o Seu corpo, o cristão compreende-se a si mesmo neste corpo, em relação primordial com Cristo e os irmãos de fé.
Um aspeto da luz que nos guia no caminho da fé é também a «santa astúcia». Trata-se daquela sagacidade espiritual que nos permite reconhecer os perigos e evitá-los: «Sede prudentes como as serpentes e simples como as pombas» (Mateus 10:16).
Se não fosse a referência ao Paraíso, o cristianismo reduzir-se-ia a uma ética, a uma filosofia de vida. Em vez disso, a mensagem da fé cristã vem do Céu, é revelada por Deus e vai além deste mundo. Crer na Ressurreição é essencial, a fim de que os nossos atos de amor cristão não sejam efémeros e fins em si mesmos, mas se tornem uma semente destinada a desabrochar no jardim de Deus.
«Se tivésseis fé como um grão de mostarda, diríeis a essa amoreira: “Arranca-te daí e planta-te no mar”, e ela havia de obedecer-vos» (Lucas 17:6).
A semente de mostarda é sempre pequeníssima, porém, Jesus diz que basta ter uma fé assim, pequena, mas verdadeira, sincera, para fazer coisas humanamente impossíveis, impensáveis. Todos conhecemos pessoas simples, humildes, mas com uma fé capaz de mover montanhas!
Sou um cristão «aos soluços» ou sou sempre um cristão? A cultura do provisório, do relativo, também entra na vivência da fé. Deus pede-nos que Lhe sejamos fiéis todos os dias, nos atos do dia a dia, e acrescenta que, mesmo que às vezes não Lhe sejamos fiéis, Ele é sempre fiel.
A fé não se pode comprar, mas sim pedir e receber como dom. «Senhor, concede-me o dom da fé»; é uma bela oração! «Que eu tenha fé»; é uma bela oração.
Caros jovens, transportais a alegria da fé e dizei-nos que devemos viver a fé com um coração jovem, sempre; um coração jovem, mesmo aos setenta ou aos oitenta anos! Com Cristo, o coração nunca envelhece!
Recordo que, uma vez, quando era pároco, durante a missa das crianças, no dia de Pentecostes, fiz esta pergunta: «Quem sabe quem é o Espírito Santo?» E todas as crianças levantaram a mão. Uma delas respondeu: «O paralítico!» Tinha ouvido «Paráclito» e tinha percebido «paralítico»! É assim: o Espírito Santo é sempre um pouco o desconhecido da nossa fé.
A memória dos nossos antepassados leva-nos à imitação da fé. Às vezes, é verdade, a velhice tem o seu lado desagradável pelas doenças que comporta. Mas a sabedoria que têm os nossos avós é a herança que nós devemos receber. Um povo que não toma conta dos avós, que não respeita os avós, não tem futuro, porque perdeu a memória.