Cita√ß√Ķes sobre Internet

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√Č imposs√≠vel pensar o futuro se n√£o nos lembrarmos do passado. Da mesma forma, √© imposs√≠vel saltar para a frente se n√£o se der alguns passos para tr√°s. Um dos problemas da atual civiliza√ß√£o – da civiliza√ß√£o da internet – √© a perda do passado.

Soneto 529 Extra-Expresso

Mandou aquele abraço para o Rio.
De Sampa enalteceu a Freguesia.
Levou compasso e régua da Bahia.
Em Londres troca o Trópico por frio.

Com Jorge, Rita e Marley antevi-o.
Com Berry, Cliff ou Wonder bem veria.
Com ele fez escola a ecologia
e a escola fez o samba em que folio.

Veado ou pica-pau, ele os compacta;
met√°fora, se abstrata, ele a concreta;
com síntese a internet ele retrata.

√Č √°gil, presto, esperto, pois poeta;
agílimo, da raça expressa a nata;
agudo, mas dulcíssimo: ultra-esteta!

Basta surfar na internet para ver a quantidade de intrigas e de falsifica√ß√Ķes em que muita gente acredita. Sempre me escandalizou a credulidade das pessoas, que continuam a comprar produtos para fazer crescer o cabelo quando est√° cientificamente provado que isso √© imposs√≠vel.

A internet √© um campo aberto, muito pouco explorado. √Č preciso arriscar, o espa√ßo aqui √© livre. N√£o √© necess√°rio roubar o espa√ßo de nenhum outra companhia.

No momento em que todos têm direito à palavra na internet temo-la dada aos idiotas, que de outro modo nunca seriam lidos noutro sítio.

Parecia que a Internet era governada pelo medo: o medo da impopularidade e de ser careta, o medo de estar a perder alguma coisa, o medo de ser inflamado ou esquecido.

Antigamente as pessoas n√£o tinham uma forma de partilhar informa√ß√£o e expressar as suas opini√Ķes de forma eficiente para um grande grupo de pessoas. Hoje em dia, com as redes sociais e outras plataformas na internet, quinhentos milh√Ķes de pessoas t√™m uma forma de dizer aquilo em que est√£o a pensar e a sua voz √© ouvida.

A √önica Coisa Duradoura Que Podes Criar

A mam√£ costumava dizer-lhe que tinha muita pena. As pessoas tinham andado a trabalhar durante tantos anos para fazer do mundo um s√≠tio organizado e seguro. Ningu√©m percebera como ele se iria tornar aborrecido. Com todo o mundo dividido em propriedades, com os limites de velocidade e as divis√Ķes por zonas, com tudo regulado e tributado, com todas as pessoas analisadas e recenseadas e rotuladas e registadas. Ningu√©m tinha deixado muito espa√ßo para a aventura, exceptuando, talvez, a do g√©nero que se pode comprar. Numa montanha-russa. Num cinema. No entanto, isso seria sempre uma excita√ß√£o falsa. Sabes que os dinossauros n√£o v√£o comer os m√≠udos. Os referendos recusaram com os seus votos qualquer hip√≥tese de um desastre falso ainda maior. E porque n√£o existe a possibilidade de um desastre verdadeiro, ficamos sem nenhuma hip√≥tese de termos uma salva√ß√£o verdadeira. Entusiasmo verdadeiro. Excita√ß√£o a s√©rio. Alegria. Descoberta. Inven√ß√£o.
As leis que nos dão segurança, estas mesmas leis condenam-nos ao aborrecimento. Sem acesso ao verdadeiro caos, nunca teremos paz verdadeira.

A n√£o ser que tudo possa ficar pior, nunca poder√° ficar melhor.
Isto eram tudo coisas que a mam√£ lhe costumava dizer.
E dizia-lhe mais:

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Só depois que a tecnologia inventou o telefone, o telégrafo, a televisão, a internet, foi que se descobriu que o problema de comunicação mais sério era o de perto.

Nada h√° que seja verdadeiramente livre nem suficientemente democr√°tico. N√£o tenhamos ilus√Ķes, a internet n√£o veio para salvar o mundo.