Cita√ß√Ķes sobre Capit√£es

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Frases sobre capit√£es, poemas sobre capit√£es e outras cita√ß√Ķes sobre capit√£es para ler e compartilhar. Leia as melhores cita√ß√Ķes em Poetris.

Aviso à Navegação

Alto l√°!
Aviso à navegação!
Eu n√£o morri:
Estou aqui
na ilha sem nome,
sem latitude nem longitude,
perdida nos mapas,
perdida no mar Tenebroso!

Sim, eu,
o perigo para a navegação!
o dos saques e das abordagens,
o capit√£o da fragata
cem vezes torpedeada,
cem vezes afundada,
mas sempre ressuscitada!

Eu que aportei
com os por√Ķes inundados,
as torres desmoronadas,
os mastros e os lemes quebrados
– mas aportei!

Aviso à navegação:
N√£o espereis de mim a paz!

Que quanto mais me afundo
maior √© a minha √Ęnsia de salvar-me!
Que quanto mais um golpe me decepa
maior é a minha força de lutar!

N√£o espereis de mim a paz!

Que na guerra
só conheço dois destinos:
ou vencer ‚Äď ai dos vencidos! ‚Äď
ou morrer sob os escombros
da luta que alevantei!

– (Foi jeito que me ficou
n√£o me sei desinteressar
do jogo que me jogar.)

N√£o espereis de mim a paz,
aviso à navegação!

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Mensagem РMar Português

MAR PORTUGUÊS

Possessio Maris

I. O Infante

Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.
Deus quis que a terra fosse toda uma,
Que o mar unisse, j√° n√£o separasse.
Sagrou-te, e foste desvendando a espuma,

E a orla branca foi de ilha em continente,
Clareou, correndo, até ao fim do mundo,
E viu-se a terra inteira, de repente,
Surgir, redonda, do azul profundo.

Quem te sagrou criou-te português.
Do mar e nós em ti nos deu sinal.
Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.
Senhor, falta cumprir-se Portugal!

II. Horizonte

√ď mar anterior a n√≥s, teus medos
Tinham coral e praias e arvoredos.
Desvendadas a noite e a cerração,
As tormentas passadas e o mistério,
Abria em flor o Longe, e o Sul sidério
’Splendia sobre as naus da iniciação.

Linha severa da long√≠nqua costa ‚ÄĒ
Quando a nau se aproxima ergue-se a encosta
Em √°rvores onde o Longe nada tinha;
Mais perto, abre-se a terra em sons e cores:
E, no desembarcar, h√° aves,

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O Amor por Matilde e os Versos do Capit√£o

E vou contar-lhes agora a hist√≥ria deste livro, um dos mais controvertidos daqueles que escrevi. Foi durante muito tempo um segredo, durante muito tempo n√£o ostentou o meu nome na capa, como se o renegasse ou o pr√≥prio livro n√£o soubesse quem era o pai. Tal como os filhos naturais, filhos do amor natural, ¬ęLos versos del capit√°n¬Ľ eram, tamb√©m, um ¬ęlibro natural¬Ľ.

Os poemas que cont√©m foram escritos aqui e ali, ao longo do meu desterro na Europa. Foram publicados anonimamente em N√°poles, em 1952. O amor por Matilde, a nostalgia do Chile, as paix√Ķes c√≠vicas, recheiam as p√°ginas desse livro, que teve muitas edi√ß√Ķes sem trazer o nome do autor.

Para a 1¬™ edi√ß√£o, o pintor Paolo Ricci conseguiu um papel admir√°vel e antigos tipos de imprensa ¬ębodonianos¬Ľ, bem como gravuras extra√≠das dos vasos de Pompeia. Com fraternal fervor, Paolo elaborou tamb√©m a lista dos assinantes. Em breve apareceu o belo volume, com tiragem limitada a cinquenta exemplares. Festej√°mos largamente o acontecimento, com mesa florida, ¬ęfrutti di mare¬Ľ, vinho transparente como √°gua, filho √ļnico das vinhas de Capri. E com a alegria dos amigos que amaram o nosso amor.
Alguns críticos suspicazes atribuíram a motivos políticos a publicação anónima do livro.

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S√£o Leonardo da Galafura

À proa dum navio de penedos,
A navegar num doce mar de mosto,
Capit√£o no seu posto
De comando,
S. Leonardo vai sulcando
As ondas
Da eternidade,
Sem pressa de chegar ao seu destino.
Ancorado e feliz no cais humano,
√Č num antecipado desengano
Que ruma em direcção ao cais divino.

L√° n√£o ter√° socalcos
Nem vinhedos
Na menina dos olhos deslumbrados;
Doiros desaguados
Ser√£o charcos de luz
Envelhecida;
Rasos, todos os montes
Deixar√£o prolongar os horizontes
Até onde se extinga a cor da vida.

Por isso, é devagar que se aproxima
Da bem-aventurança.
√Č lentamente que o rabelo avan√ßa
Debaixo dos seus pés de marinheiro.
E cada hora a mais que gasta no caminho
√Č um sorvo a mais de cheiro
A terra e a rosmaninho!

Regras Gerais da Arte da Guerra

Estou consciente de vos ter falado de muitas coisas que por vós mesmos haveis podido aprender e ponderar. Não obstante, fi-lo, como ainda hoje vos disse, para melhor vos poder mostrar, através delas, os aspectos formais desta matéria,e, ainda, para satisfazer aqueles Рse fosse esse o caso Рque não tivessem tido, como vós, a oportunidade de sobre elas tomar conhecimento. Parece-me que, agora, já só me resta falar-vos de algumas regras gerais, com as quais deveis estar perfeitamente identificados. São as seguintes:
– Tudo o que √© √ļtil ao inimigo √© prejudicial para ti, e, tudo o que te √© √ļtil prejudica o inimigo.
– Aquele que, na guerra, for mais vigilante a observar as inten√ß√Ķes do inimigo e mais empenho puser na prepara√ß√£o do seu ex√©rcito, menos perigos correr√° e mais poder√° aspirar √† vit√≥ria.
– Nunca leves os teus soldados para o campo de batalha sem, previamente, estares seguro do seu √Ęnimo e sem teres a certeza de que n√£o t√™m medo e est√£o disciplinados e convictos de que v√£o vencer.
– √Č prefer√≠vel vencer o inimigo pela fome do que pelas armas. A vit√≥ria pelas armas depende muito mais da fortuna do que da virtude.

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Conselhos A Qualquer Tolo Para Parecer Fidalgo, Rico E Discreto

Bote a sua casaca de veludo,
E seja capit√£o sequer dois dias,
Converse à porta de Domingos Dias,
Que pega fidalguia mais que tudo.

Seja um magano, um pícaro, um cornudo,
Vá a palácio, e após das cortesias
Perca quanto ganhar nas mercancias,
E em que perca o alheio, esteja mudo.

Sempre se ande na caça e montaria,
Dê nova solução, novo epíteto,
E diga-o, sem propósito, à porfia;

Quem em dizendo: “fac√ß√£o, pretexto, efecto”.
Ser√° no entendimento da Bahia
Mui fidalgo, mui rico, e mui discreto.

Trocou Finita Vida por Divina, Infinita e Clara Fama

‚ąí N√£o passes, caminhante! ‚ąí Quem me chama?
‚ąí Uma mem√≥ria nova e nunca ouvida,
De um que trocou finita e humana vida
Por divina, infinita e clara fama.

‚ąí Quem √© que t√£o gentil louvor derrama?
‚ąí Quem derramar seu sangue n√£o duvida
Por seguir a bandeira esclarecida
De um capit√£o de Cristo, que mais ama.

‚ąí Ditoso fim, ditoso sacrif√≠cio,
Que a Deus se fez e ao mundo juntamente!
Apregoando direi t√£o alta sorte.

‚ąí Mais poder√°s contar a toda a gente
Que sempre deu na vida claro indício
De vir a merecer t√£o santa morte.

Ode Marítima

Sozinho, no cais deserto, a esta manh√£ de Ver√£o,
Olho pro lado da barra, olho pro Indefinido,
Olho e contenta-me ver,
Pequeno, negro e claro, um paquete entrando.
Vem muito longe, nítido, clássico à sua maneira.
Deixa no ar distante atr√°s de si a orla v√£ do seu fumo.
Vem entrando, e a manh√£ entra com ele, e no rio,
Aqui, acolá, acorda a vida marítima,
Erguem-se velas, avançam rebocadores,
Surgem barcos pequenos de tr√°s dos navios que est√£o no porto.
H√° uma vaga brisa.
Mas a minh’alma est√° com o que vejo menos,
Com o paquete que entra,
Porque ele est√° com a Dist√Ęncia, com a Manh√£,
Com o sentido marítimo desta Hora,
Com a doçura dolorosa que sobe em mim como uma náusea,
Como um começar a enjoar, mas no espírito.

Olho de longe o paquete, com uma grande independência de alma,
E dentro de mim um volante começa a girar, lentamente,

Os paquetes que entram de manh√£ na barra
Trazem aos meus olhos consigo
O mistério alegre e triste de quem chega e parte.

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Em Viagem

Ia o vap√īr singrando velozmente
O verde mar antígo e caprixoso,
√Ā rude voz do capit√£o Contente, –
Um rubro homem do mar silencioso.

Demandava a Madeira, – a ilha bella,
A patria excelsa e celebre do vinho,
A viagem foi curta; e no caminho
Intentei rela√ß√Ķes com Arabella.

Arabella era a lyrica ingleza,
Loura, pallida e fragil como um vime,
Que traz sempre a sua alma meiga presa
D’algum amor profundo, mas sublime.

O londrino, o Antony d’esses amores,
Era um rubro e excentrico burguez,
Mais amigo do bife que das flores,
– A extravagancia de chapeu inglez,

Seu olhar dubio, incerto e traiçoeiro
Tinha vis√Ķes de sangue derramado
Em toda a parte; ao todo um ex-banqueiro,
– Um calvo, velho amigo do Peccado!

Nunca o olhar fitava em sitio certo; –
Vogava ás vezes só no tombadilho,
Com um comprido e merencorio filho,
E ninguem viu-lhe um riso franco e aberto.

Punha, √°s vezes, no mar o olhar sombrio;
E ao vento, a fita branca do chapeu
Dir-se-hia a vella triste d’um navio
De naufragos,

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Novas da Corte

As damas nunca parecem
os galantes poucos s√£o
cousas de prazer esquecem
os negócios vêm e vão
nunca minguam, sempre crescem.
N√£o h√° j√° nenhum folgar
nem manhas exercitar
é tanto o requerimento
que ninguém não traz o tento
sen√£o em querer medrar.

Mil pessoas achareis
menos das que c√° leixastes
doutras vos espantareis
porque vê-las não cuidastes
da maneira que vereis.
Uns acabam outros vem
e uns tem outros n√£o tem
e os mais polo geral
folgam muito d’ouvir mal
e pouco de dizer bem.

Se c√° sois bem ensinado
cada feira valeis menos
e se mal sois estranhado
dous dias e logo vemos
ficardes mais estimado.
E vai isto de maneira
que na capela cadeira
d’espaldas tem escudeiros
e consentem-lh’os porteiros
estarem na dianteira.

Anda tudo t√£o danado
que o que menos merece
se mostra mais agravado
e d’homens que n√£o conhece
é el rei emportunado.
E estes que Deos padeça
hão de cobrir a cabeça
perant’ele no ser√£o
e só por isso lá vão
sem haver quem os conheça.

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Dois Excertos de Odes

(Fins de duas odes, naturalmente)

I

Vem, Noite antiquíssima e idêntica,
Noite Rainha nascida destronada,
Noite igual por dentro ao silêncio, Noite
Com as estrelas lentejoulas r√°pidas
No teu vestido franjado de Infinito.

Vem, vagamente,
Vem, levemente,
Vem sozinha, solene, com as mãos caídas
Ao teu lado, vem
E traz os montes longínquos para o pé das árvores próximas,
Funde num campo teu todos os campos que vejo,
Faze da montanha um bloco só do teu corpo,
Apaga-lhe todas as diferenças que de longe vejo,
Todas as estradas que a sobem,
Todas as v√°rias √°rvores que a fazem verde-escuro ao longe.
Todas as casas brancas e com fumo entre as √°rvores,
E deixa só uma luz e outra luz e mais outra,
Na dist√Ęncia imprecisa e vagamente perturbadora,
Na dist√Ęncia subitamente imposs√≠vel de percorrer.

Nossa Senhora
Das coisas impossíveis que procuramos em vão,
Dos sonhos que v√™m ter conosco ao crep√ļsculo, √† janela,
Dos propósitos que nos acariciam
Nos grandes terraços dos hotéis cosmopolitas
Ao som europeu das m√ļsicas e das vozes longe e perto,

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Genérico

E tu, meu pai? Adivinho esses vidrilhos
das l√°grimas quebrando
um a um na boca triste mas
por dentro, para que digamos
mais tarde, sem invenção escusada:
o pai n√£o chorou.

Eu soube das tuas f√ļrias
mordendo-se em silêncio,
ou de como te p√Ķes
às vezes tão de cinza.
O barco, o barco. Ficaremos
ainda estes minutos quantos.
Do que quiseres. E como quiseres.
Fala. Mas nada de telegramas
para depois da barra
– posso n√£o os abrir,
juro que posso.
Se eu fosse um amigo, se estivesses
em frente dum copo.
Custava menos. Assim
deslizas a unha
pelo tecido da farda, in√ļtil
dedo terno com os olhos longe.
O pai, que n√£o chorou, tremia
de modo imperceptível.

Lembro-me da bebedeira
em Alpedrinha, na estalagem,
com o Luís Melo
subitamente velho.
¬ęTramados, p√°, tramados.¬Ľ
O carro falha, s√£o as velas
os platinados sujos
¬ęa puta que os pariu¬Ľ (Lu√≠s).

Um √ļltimo aceno s√≥ vinho
para estas adolescentes
ao balc√£o do bar e depois e depois?

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A Interpretação das Nossas Capacidades

N√£o sabemos distinguir as faculdades dos homens; t√™m eles divis√≥rias e fronteiras subtis e dif√≠ceis de discernir. Concluir da compet√™ncia na vida privada uma qualquer compet√™ncia para os cargos p√ļblicos, √© mal concluir: h√° quem se governe bem e n√£o governe bem os outros e quem fa√ßa Ensaios sem ser capaz de realizar feitos; quem organize bem um cerco e mal uma batalha e quem fale bem em privado e n√£o o consiga fazer em p√ļblico ou diante de um princ√≠pe. E talvez mesmo o ser algu√©m capaz numa das coisas mais que o contr√°rio indicie que n√£o o √© na outra. Acho que os esp√≠ritos elevados n√£o muito menos aptos s√£o para as coisas inferiores que os inferiores para as elevadas. Seria de crer que S√≥crates tivesse dado aos atenienses motivo para se rirem √† sua custa por ele nunca haver sabido fazer a contagem dos sufr√°gios da sua tribo e particip√°-los ao Conselho? Decerto, a venera√ß√£o que tenho pelas qualidades desta personagem justifica que a sua sorte proporcione um exemplo t√£o magn√≠fico para desculpar os meus principais defeitos.
A nossa capacidade está fragmentada em pequenas parcelas. A minha não é extensa e ainda por cima é pouco variada.

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Com tais camaradas atrás de ti, é relativamente fácil ser-se capitão da própria alma.

Pelos meados de julho do ano de 1838, um daqueles veículos colocados recentemente em circulação nas praças de Paris e chamados de milords passava pela rua da Universidade, conduzindo um homem gordo, de estatura mediana, com uniforme de capitão da guarda nacional.

Os Caminhos Desapareceram da Alma Humana

Caminho: faixa de terra sobre a qual se anda a pé. A estrada distingue-se do caminho não só por ser percorrida de automóvel, mas também por ser uma simples linha ligando um ponto a outro. A estrada não tem em si própria qualquer sentido; só têm sentido os dois pontos que ela liga. O caminho é uma homenagem ao espaço. Cada trecho do caminho é em si próprio dotado de um sentido e convida-nos a uma pausa. A estrada é uma desvalorização triunfal do espaço, que hoje não passa de um entrave aos movimentos do homem, de uma perda de tempo.
Antes ainda de desaparecerem da paisagem, os caminhos desapareceram da alma humana: o homem j√° n√£o sente o desejo de caminhar e de extrair disso um prazer. E tamb√©m a sua vida ele j√° n√£o v√™ como um caminho, mas como uma estrada: como uma linha conduzindo de uma etapa √† seguinte, do posto de capit√£o ao posto de general, do estatuto de esposa ao estatuto de vi√ļva. O tempo de viver reduziu-se a um simples obst√°culo que √© preciso ultrapassar a uma velocidade sempre crescente.

A Casa do Homem

Imagine uma pessoa que n√£o tem lugar. Anda perdido, desorientado. E imagine outra pessoa que √© filho de fam√≠lia, tem os pais, os irm√£os, a casa. A casa √© muito importante. Vai sempre seguro de si porque tem um s√≠tio de acolhimento se as coisas lhe falharem. Digamos a casa, digamos o lugar, digamos o s√≠tio. Tal como o Ulisses volta a casa. Ele quer voltar ao recolhimento, √† seguran√ßa, ao aconchego. O aconchego do ventre da m√£e. A casa do homem √© o ventre da m√£e. Onde ele est√° e n√£o precisa de fazer nada, tem tudo. E √© feliz. E quando o Ulisses vem moribundo e fala na morte, surge a ideia de t√ļnel que √© o nascimento do feto, uma reminisc√™ncia. Por exemplo, o filme falado termina com o comandante que v√™ a casa a destruir-se, porque a casa dele √© o navio. Mas h√° o lado √©tico: o capit√£o deve ser o √ļltimo a deixar o barco, e ele tem um passageiro e n√£o pode ir l√° substitui-lo. Este √© o grande drama. Ele v√™ arruinar todo o sistema, toda a sua vida, que est√° concentrada na sua casa. √Č essa a trag√©dia que o mundo sofre agora.

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O Capit√£o Ilustre, e Assinalado, Dom Fernando de Castro

Debaixo desta pedra est√° metido,
Das sanguinosas armas descansado,
O Capit√£o ilustre, e assinalado,
Dom Fernando de Castro, e esclarecido.

Este por todo o Oriente t√£o metido,
Este da própria inveja tão cantado,
Este, enfim, raio de Mavorte irado,
Aqui est√° agora em terra convertido.

Alegra-te, √≥ guerreira Lusit√Ęnia,
Por est’outro Viriato que criaste,
E chora a perda sua eternamente.

Exemplo toma nisto de Dard√Ęnia;
Que se a Roma com ele aniquilaste,
Nem por isso Cartago est√° contente.