Passagens sobre Convicção

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Frases sobre convic√ß√£o, poemas sobre convic√ß√£o e outras passagens sobre convic√ß√£o para ler e compartilhar. Leia as melhores cita√ß√Ķes em Poetris.

Porque é Tão Ansiosamente que Espero por Ti?

Porque é tão ansiosamente que espero por ti?
Sabias ocultar entre os teus menores movimentos
a lembran√ßa de um corpo e de um ardor sem m√ļsica
nem esquecimento possível. Quantas cidades
atravess√°mos, quantos ¬ęgrandes s√£o os desertos e tudo √© deserto¬Ľ,
quanto alimento para os cães da memória! Deixa-os,
consente o esquecimento, solta com raiva das tuas veias
a m√ļsica, regressa ao lugar donde partiste. Pe√ßo-te,
regressa. Nós nunca acordamos conformes,
nenhuma cifra nos devolver√° o n√ļmero m√°gico,
vestimo-nos sem convicção e pedimos emprestadas
fórmulas antigas. Da nossa idade
guard√°mos alguns emblemas, alguns maneirismos.
Acredita-me: é o momento de nos abandonarmos
à necessidade, de açularmos os cães, de sermos nós mesmos
um inquietante rosnido entre as frestas do muro.
Regressemos, n√£o h√° √ćtaca poss√≠vel, os corpos desfizemo-los
na mesma eros√£o do seu m√°gico movimento.
Porque é tão ansiosamente que espero por ti
se nenhuma luz mais cabe no terror de mim?

Um ”n√£o” dito com convic√ß√£o √© melhor e mais importante que um ”sim” dito meramente para agradar, ou, pior ainda, para evitar complica√ß√Ķes.

Prazer Convicto ou sem Domínio

Quem age em vista do prazer e o persegue, por convic√ß√£o e decis√£o, parece ser melhor do que quem n√£o age por c√°lculo, mas por falta de dom√≠nio. Ou seja, o primeiro parece poder ser mais facilmente corrigido, porque pode ser convencido a alterar as suas convic√ß√Ķes. Na verdade, o prov√©rbio: ¬ęSe a √°gua √© capaz de sufocar, porque a bebemos?¬Ľ parece poder aplicar-se a quem n√£o se domina.
Se alguém age por ter sido convencido a fazer o que faz, deixará de o fazer se for convencido de outro modo. Contudo, estando ele agora convencido de que deve fazer uma coisa, ainda assim fará uma coisa diferente. Ainda, se perda de domínio e o autodomínio podem ser ditos a respeito de tudo na existência, quem é que existe com uma absoluta falta de domínio? Porque ninguém perde o domínio a respeito de tudo. Contudo, dizemos de alguns que têm uma falta de domínio absoluta.

Conselhos para o Ensino

Vou falar de quest√Ķes que, independentemente do espa√ßo e do tempo, sempre estiveram e sempre estar√£o relacionadas com a educa√ß√£o. Nesta tentativa n√£o posso dizer que sou uma autoridade, particularmente t√£o inteligente e bem-intencionado como os homens que ao longo do tempo trataram dos problemas da educa√ß√£o e que certamente exprimiram repetidas vezes os seus pontos de vista acerca destas mat√©rias. Com que base posso eu, um leigo no √Ęmbito da pedagogia, arranjar coragem para exprimir opini√Ķes sem qualquer fundamento, excepto a minha experi√™ncia pessoal e a minha convic√ß√£o pessoal? Quando se trata de uma mat√©ria cient√≠fica, √© f√°cil uma pessoa sentir-se tentada a ficar calada com base nestas considera√ß√Ķes.
Contudo, tratando-se de assuntos respeitantes ao ser humano, é diferente. Neste caso, o conhecimento apenas da verdade não é suficiente; pelo contrário, este conhecimento deve ser continuamente renovado à custa de um esforço contínuo, sob pena de se perder. Lembra uma estátua de mármore no deserto que está continuamente em perigo de ser enterrada pela areia em movimento. As mãos de serviço têm de estar continuamente a trabalhar para que o mármore continue indefinidamente a brilhar ao sol. A este grupo de mãos também pertencem as minhas.
A escola sempre foi o mais importante meio de transferência da riqueza da tradição de uma geração para a seguinte.

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Somos Traídos pela Nossa Própria Percepção e Experiência

Vemos muito bem que as coisas não se alojam em nós com a sua forma e essência, e não penetram em nós pela sua própria força e autoridade; porque, se assim fosse, recebê-las-íamos do mesmo modo: o vinho seria o mesmo na boca do doente e na boca do homem são. Quem tem os dedos gretados, ou que os tem entorpecidos, encontraria na lança ou na espada que maneja uma rigidez semelhante à que o outro encontra. Os objetos externos rendem-se então à nossa mercê; alojam-se em nós como nos apraz. Ora, se da nossa parte recebêssemos alguma coisa sem alteração, se as faculdades humanas fossem bastante capazes e firmes para apreender a verdade pelos nossos próprios meios, esses meios sendo comuns a todos os homens, essa verdade se transmitiria de mão em mão de um para outro. E pelo menos se encontraria uma coisa no mundo, entre tantas que há, que seria acreditada pelos homens por um consenso universal. Mas o facto de não se ver proposição alguma que não seja debatida e controversa entre nós, ou que não o possa ser, mostra bem que o nosso julgamento natural não apreende muito claramente aquilo que apreende; pois o meu julgamento não pode fazer com que isso seja aceite pelo julgamento do meu companheiro,

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A Culpa é uma Doença

A culpa √© uma doen√ßa que te arrasta e se alastra aos outros. De um momento para o outro, tu pr√≥prio, por habitua√ß√£o, culpasse por tudo e por nada, por situa√ß√Ķes em que podias ter feito melhor e por outras em que nada havia a fazer. Muitos de n√≥s residem no condom√≠nio da culpa. √Č essa a sua zona de conforto, pois foi a ela que se acostumaram e n√£o conhecem nada para l√° dos limites dessa emo√ß√£o. Depois √© a altura de eles ensinarem aos outros que somos todos culpados √† vez, passam o testemunho do pecado aos conhecidos, familiares, amigos e filhos e, pronto, c√° andamos todos num ciclo penoso de gera√ß√£o em gera√ß√£o.
Há solução? Claro! Há sempre solução para tudo.
√Č preponderante viver com a convic√ß√£o de que apenas somos culpados de alguma coisa se agirmos com inten√ß√£o de magoar, caso contr√°rio somos apenas respons√°veis. N√£o, n√£o √© a mesma coisa. A culpa sufoca-nos, a responsabilidade empurra-nos para a a√ß√£o e promove a mudan√ßa.
De que forma, ent√£o, posso eu parar este ciclo vicioso?
РNão permitindo que te considerem culpado seja do que for e se insistirem em fazê-lo expulsa essas pessoas da tua vida.

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√Č preponderante viver com a convic√ß√£o de que apenas somos culpados de alguma coisa se agirmos com inten√ß√£o de magoar, caso contr√°rio somos apenas respons√°veis. N√£o, n√£o √© a mesma coisa. A culpa sufoca-nos, a responsabilidade empurra-nos para a a√ß√£o e promove a mudan√ßa.

Talento não é Sabedoria

Deixa-me dizer-te francamente o ju√≠zo que eu formo do homem transcendente em g√©nio, em estro, em fogo, em originalidade, finalmente em tudo isso que se inveja, que se ama, e que se detesta, muitas vezes. O homem de talento √© sempre um mau homem. Alguns conhe√ßo eu que o mundo proclama virtuosos e s√°bios. Deix√°-los proclamar. O talento n√£o √© sabedoria. Sabedoria √© o trabalho incessante do esp√≠rito sobra a ci√™ncia. O talento √© a vibra√ß√£o convulsiva de esp√≠rito, a originalidade inventiva e rebelde √† autoridade, a viagem ext√°tica pelas regi√Ķes inc√≥gnitas da ideia. Agostinho, F√©nelon, Madame de Sta√ęl e Bentham s√£o sabedorias. Lutero, Ninon de Lenclos, Voltaire e Byron s√£o talentos.
Compara as vicissitudes dessas duas mulheres e os servi√ßos prestados √† humanidade por esses homens, e ter√°s encontrado o antagonismo social em que lutam o talento com a sabedoria. Porque √© mau o homem de talento ? Essa bela flor porque tem no seio um espinho envenenado ? Essa espl√™ndida ta√ßa de brilhantes e ouro porque √© que cont√©m o fel, que abrasa os l√°bios de quem a toca ? Aqui tens um tema para trabalhos superiores √† cabe√ßa de uma mulher, ainda mesmo refor√ßada por duas d√ļzias de cabe√ßas acad√©micas !

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O Esforço pelo Conhecimento da Verdade

Devemos escolher como finalidade independente do nosso esforço o conhecimento da verdade ou, exprimindo-nos mais modestamente, a compreensão do mundo inteligível por meio do pensamento lógico? Ou devemos subordinar esse esforço pelo conhecimento racional de qualquer espécie a outros objectivos, por exemplo, a objectivos práticos? O simples pensamento não pode resolver esta questão. A decisão tem, pelo contrário, uma influência decisiva na nossa maneira de pensar e julgar, partindo-se do princípio de que tem o carácter de convicção inabalável. Permitam-me que confesse: para mim, o esforço pelo conhecimento é um daqueles objectivos independentes, sem os quais uma afirmação consciente da vida me parece impossível ao homem de pensamento.
Uma das características do esforço pelo conhecimento é que ele tende a abranger tanto a multiplicidade da experiência como a simplicidade e redução das hipóteses fundamentais. O acordo final desses objectivos é, devido ao estádio primitivo da investigação, uma questão de fé. Sem essa fé, a convicção do valor independente do conhecimento não seria para mim forte e inabalável.
Esta atitude, por assim dizer, religiosa do cientista perante a verdade não deixa de ter influência sobre a sua personalidade. Pois, além daquilo que resulta da experiência e além das leis do pensamento,

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No meu of√≠cio de escritor, penso n√£o me ter afastado nunca da minha consci√™ncia de cidad√£o. Defendo que aonde vai um, deve ir o outro. N√£o recordo ter escrito uma s√≥ palavra que estivesse em contradi√ß√£o com as minhas convic√ß√Ķes pol√≠ticas, mas isso n√£o significa que alguma vez tenha posto a literatura ao servi√ßo da minha ideologia. O que significa, isso sim, √© que no momento em que escrevo estou expressando a totalidade da pessoa que sou.

H√° tr√™s maneiras de viver numa civiliza√ß√£o: com as convic√ß√Ķes partid√°rias, com o julgamento din√Ęmico do homem livre, ou com os impulsos do cora√ß√£o. Todas elas podem ser honrosas ou infames; depende da inspira√ß√£o que sofrem umas das outras. Pois nada √© completamente necess√°rio sen√£o na medida em que depende duma outra realidade.

A arte de oprimir os povos foi-se modificando. A ambi√ß√£o sofreu grandes altera√ß√Ķes. Agora os homens usam de conte√ļdo cultural, violador de multid√Ķes na sua conduta; n√£o √© a for√ßa do bra√ßo nem o nome de fam√≠lia que alimentam o seu prest√≠gio – √© antes a energia duma convic√ß√£o que se imponha pela utilidade que prometem.

Os Olhos n√£o Permitem a Mentira

Será através dos olhos que passarás aos teus filhos tudo o que souberes.
Pouco valimento ser√° dado √†s li√ß√Ķes que, em v√£ convic√ß√£o, te atrevas a dedicar-lhes.
N√£o poder√°s ensinar mais do que sabes;
aquilo que souberes ser√° aquilo em que acreditares;
aquilo em que acreditares existir√° dentro de ti,
terá a forma de um mistério que nunca entenderás completamente
e, no entanto, os teus filhos irão recebê-lo, de modo puro e inalterado, através dos teus olhos.
Queiras ou n√£o, assim ser√°.
Os olhos n√£o permitem a mentira.

O Conflito entre o Conhecimento e a Fé

Durante o √ļltimo s√©culo, e parte do s√©culo anterior, era largamente aceite a exist√™ncia de um conflito irreconcili√°vel entre o conhecimento e a f√©. Entre as mentes mais avan√ßadas prevaleceu a opini√£o de que estava na altura de a f√© ser substitu√≠da gradualmente pelo conhecimento; a f√© que n√£o assentasse no conhecimento era supersti√ß√£o e como tal deveria ser reprimida (…)
O ponto fraco desta concep√ß√£o √©, contudo, o de que aquelas convic√ß√Ķes que s√£o necess√°rias e determinantes para a nossa conduta e julgamentos n√£o se encontram unicamente ao longo deste s√≥lido percurso cient√≠fico. Porque o m√©todo cient√≠fico apenas pode ensinar-nos como os factos se relacionam, e s√£o condicionados, uns com os outros. A aspira√ß√£o a semelhante conhecimento objectivo pertence ao que de mais elevado o homem √© capaz, e ningu√©m suspeitar√° certamente de que desejo minimizar os resultados e os esfor√ßos her√≥icos do homem nesta esfera. Por√©m, √© igualmente claro que o conhecimento do que √© n√£o abre directamente a porta para o que deveria ser. Podemos ter o mais claro e mais completo conhecimento do que √© e, contudo, n√£o ser capazes de deduzir da√≠ qual deveria ser o objectivo das nossas aspira√ß√Ķes humanas. O conhecimento objectivo fornece-nos instrumentos poderosos para a realiza√ß√£o de determinados fins,

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Convic√ß√Ķes Temporais

Quando os homens tomarem consci√™ncia de que o tempo deitou por terra muitas convic√ß√Ķes pelas quais lutaram, talvez ent√£o acreditem, mais ainda do que acreditam nos verdadeiros fundamentos da sua conduta, que a melhor maneira de alcan√ßar o bem √ļltimo desejado √© a livre troca de ideias – que o melhor teste da verdade reside na for√ßa que o pensamento tem para se fazer aceitar na competi√ß√£o do mercado, e que a verdade √© a √ļnica base em que se podem seguramente concretizar os desejos.

A Arte é Indivíduo, não Colectividade

Arte √© esp√≠rito, e o esp√≠rito n√£o precisa, em absoluto, de se sentir obrigado a servir a sociedade, a colectividade. A meu ver, n√£o tem direito a faz√™-lo, devido √† sua liberdade e √† sua nobreza. Uma arte que ¬ęse mete com o povo¬Ľ, fazendo suas as necessidades das massas, do z√©-povinho, dos ignorant√Ķes, cai na mis√©ria. Prescrever-lhe isso como um dever, admitindo-se, talvez, por raz√Ķes pol√≠ticas, unicamente uma arte que a gentinha possa compreender, √© mesmo o c√ļmulo da grosseria e equivale a assassinar o esp√≠rito. Este – eis a minha firme convic√ß√£o – pode empreender os mais audaciosos, os mais incontidos avan√ßos, as tentativas e pesquisas menos acess√≠veis √†s multid√Ķes, e todavia ter a certeza de servir, de um modo elevado, indirectamente o homem, e √† la longue at√© os homens.

O Serviço Militar Obrigatório

Deixem-me come√ßar com uma confiss√£o de f√© pol√≠tica: o Estado √© feito para o homem, n√£o o homem para o Estado. Isto √© igualmente verdade em ci√™ncia. Estas s√£o convic√ß√Ķes antigas pronunciadas por aqueles para quem o homem em si √© o valor humano mais alto. N√£o teria de repeti-las se n√£o fosse o facto de estarem constantemente em perigo de serem esquecidas, especialmente nos dias que correm, de standardiza√ß√£o e de estereotipia. Creio que a miss√£o mais importante do Estado √© a de proteger o indiv√≠duo e tornar poss√≠vel o desenvolvimento de uma personalidade criativa.
O Estado deve ser nosso servo; n√£o devemos ser escravos do Estado. O Estado viola este princ√≠pio quando nos for√ßa ao servi√ßo militar obrigat√≥rio, especialmente porque o objectivo e efeito de tal servid√£o √© matar pessoas de outras terras ou restringir-lhes a liberdade. De facto, somente devemos fazer sacrif√≠cios em nome do Estado se servirem o livre desenvolvimento do homem (…)
O nacionalismo, actualmente elevado a alturas excessivas, está, em minha opinião, intimamente associado à instituição do serviço militar obrigatório ou, utilizando um eufemismo, à milícia. Qualquer Estado que exija o serviço militar aos seus cidadãos é compelido a cultivar neles o espírito do nacionalismo,

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Acredita em Deus. Acredita na Vida. Acredita que a Vida que se aloja em ti é Deus. A partir desta convicção é que se desenvolverá a força infinita alojada em ti.

√Č o H√°bito Que Nos Persuade

√Č preciso n√£o nos conhecermos mal: somos aut√≥mato, tanto quanto esp√≠rito, donde resulta que o instrumento pelo qual se faz a persuas√£o n√£o √© unicamente a demonstra√ß√£o. Qu√£o poucas s√£o as coisas demonstradas! As provas n√£o convencem sen√£o o esp√≠rito. O h√°bito d√°-nos provas mais fortes e mais cr√≠veis; inclina o aut√≥mato, que arrasta o esp√≠rito, sem que ele o saiba. Quem demonstrou que amanh√£ ser√° dia, e que morremos? E que existir√° de mais cr√≠vel? √Č, portanto, o h√°bito que nos persuade; √© ele que faz tantos crist√£os, que faz os maometanos, os pag√£os, os artes√£os, os soldados, etc.
Enfim, √© preciso recorrer a ele depois de o esp√≠rito ter visto onde est√° a verdade, para nos dessedentar e nos impregnar dessa cren√ßa que nos escapa a todo o momento; pois ter as provas sempre presentes √© por demais penoso. √Č mister adquirir uma cren√ßa mais f√°cil – a do h√°bito -, que, sem viol√™ncia, sem artif√≠cio, sem argumento, nos faz crer nas coisas e predisp√Ķe todas as nossas faculdades para essa cren√ßa, de sorte que a nossa alma nela mergulhe naturalmente.N√£o basta crer pela for√ßa da convic√ß√£o, quando o aut√≥mato est√° predisposto a crer o contr√°rio. √Č preciso fazer com que as nossas duas partes creiam: o esp√≠rito,

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