Cita√ß√Ķes sobre Envelhecimento

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Embora a tend√™ncia humana seja diminuir a intensidade do prazer ao longo da vida, o envelhecimento da emo√ß√£o n√£o acompanha o envelhecimento das c√©lulas. √Č poss√≠vel ser um jovem no corpo de um velho e um velho no corpo de um jovem. Alguns jovens t√™m 20 anos de idade biol√≥gica, mas 100 de idade emocional. Nada os satisfaz, tornam-se especialistas em reclamar, em serem pessoas irritadas e tensas. Alguns idosos t√™m 80 anos de idade biol√≥gica, mas s√£o jovens na idade emocional. Eles vivem a vida como uma aventura, est√£o sempre bem-humorados e bem-dispostos. Sorriem, brincam e sonham com facilidade, apesar dos problemas e das marcas do passado. S√£o jovens no corpo de velhos e conviver com eles √© uma li√ß√£o de vida.

Não é preciso ter pressa. A impaciência acelera o envelhecimento, eleva a pressão arterial e apressa a morte. Tudo chega a seu tempo.

Um Cérebro Sempre Jovem

A sociedade est√° a ser varrida por um movimento chamado nova velhice. A norma social para as pessoas de idade era passiva e sombria; confinadas a cadeiras de baloi√ßo, esperava-se que entrassem em decl√≠nio f√≠sico e mental. Agora o inverso √© verdade. As pessoas mais velhas t√™m expetativas mais elevadas de que permanecer√£o ativas e com vitalidade. Consequentemente, a defini√ß√£o de velhice mudou. Num inqu√©rito perguntou-se a uma amostra de baby boomers: “Quando tem in√≠cio a velhice?” A resposta m√©dia foi aos 85. √Ä medida que aumentam as expetativas, o c√©rebro deve claramente manter-se a par e adaptar-se √† nova velhice. A antiga teoria do c√©rebro fixo e estagnado sustentava ser inevit√°vel um c√©rebro que envelhecesse. Supostamente as c√©lulas cerebrais morriam continuamente ao longo do tempo √† medida que uma pessoa envelhecia, e a sua perda era irrevers√≠vel.

Agora que compreendemos qu√£o flex√≠vel e din√Ęmico √© o c√©rebro, a inevitabilidade da perda celular j√° n√£o √© v√°lida. No processo de envelhecimento ‚ÄĒ que progride √† raz√£o de 1% ao ano depois dos trinta anos de idade ‚ÄĒ n√£o h√° duas pessoas que envelhe√ßam de maneira igual. At√© os g√©meos id√™nticos, nascidos com os mesmos genes, ter√£o muito diferentes padr√Ķes de atividade gen√©tica aos setenta anos,

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O envelhecimento ocorre apenas dos 25 aos 30 anos. O que se obtém até esse momento é o que se conservará para sempre.

Quais S√£o os Escritores Que Nos Enriquecem?

Quais s√£o os escritores que nos enriquecem? Penso que isso √© diferente para todos. Penso que lemos muito subjectivamente. Lemos aquilo de que precisamos. H√° quase uma for√ßa obscura que nos guia para determinado livro numa determinada altura; depois criamos problemas quando tentamos racionalizar isso e dizemos que este escritor √© bom e aquele escritor √© mau. Nunca fui capaz de dizer isso. Compreende, n√£o posso dizer que Simone de Beauvoir seja m√° escritora, mas posso dizer que n√£o me enriquece. O que √© uma afirma√ß√£o totalmente diferente. E penso que isso varia muito. Elaborei uma lista de escritoras e dos seus livros que me enriqueceram. Mas n√£o √© uma selec√ß√£o liter√°ria. √Č uma selec√ß√£o puramente subjectiva e a sua podia ser totalmente diferente.
Perguntam-me muitas vezes o que penso acerca de Simone de Beauvoir, o que penso acerca de The Golden Notebook, e é-me sempre difícil responder. Não os considero livros enriquecedores, porque me repetem incessantemente como as coisas estão, mas nunca me mostram como posso mudá-las. Logo, quando Simone de Beauvoir escreve um livro acerca do envelhecimento, ela está a curvar-se à idade cronológica e a dizer que em determinada altura ficamos velhos. Mas nós às vezes ficamos velhos aos vinte anos.

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Juventude Madura

À medida que conquistamos a maturidade tornamo-nos mais jovens. Comigo passa-se isso mesmo, muito embora tal não queira dizer muito, pois mantive sempre o mesmo sentimento perante a vida desde os anos de rapaz; nunca deixei de encarar a minha vida adulta e o envelhecimento como uma espécie de comédia.

O que se odeia não é um objecto mas o seu envelhecimento. Quando não se aprendeu a ler o objecto novo que nele se instala.

Felicidade Calma

Incita esse teu amigo a animosamente n√£o ligar import√Ęncia a quem o censura por se acolher √† obscuridade da vida privada, por desistir das suas grandezas, por ter preferido a tranquilidade a tudo o mais, apesar de poder ainda avan√ßar na sua carreira. Mostra a essa gente que ele trata diariamente dos pr√≥prios interesses da forma mais √ļtil. Aqueles que pela sua posi√ß√£o elevada suscitam a inveja geral nunca vivem em terreno firme: uns s√£o derrubados, outros caem por si. Esse tipo de felicidade nunca conhece a calma, antes se excita sempre a si mesma. Desperta em cada um ideias de v√°rios tipos, move os homens cada qual em sua direc√ß√£o, lan√ßa uns numa vida de excessos, outros numa vida de lux√ļria, a uns enche-os de orgulho, a outros de moleza, mas a todos igualmente destr√≥i.
Dir√°s tu: H√°, todavia, quem aguente bem uma liberdade desse g√©nero”. Pois h√°, assim como h√° quem aguente bem o vinho. Por isso n√£o existe o m√≠nimo fundamento para te deixares persuadir que algu√©m √© feliz pelo facto de viver rodeado de clientes; os clientes n√£o buscam nele sen√£o o mesmo que buscam num lago: beber at√© fartar e deixar a √°gua suja!

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Estas são as mudanças da alma. Eu não acredito em envelhecimento. Eu acredito em alterar para sempre o aspecto de alguém para a luz. Eis meu otimismo.

Vozes Da Morte

Agora, sim! Vamos morrer, reunidos,
Tamarindo de minha desventura,
Tu, com o envelhecimento da nervura,
Eu, com o envelhecimento dos tecidos!

Ah! Esta noite é a noite dos Vencidos!
E a podrid√£o, meu velho! E essa futura
Ultrafatalidade de ossatura,
A que nos acharemos reduzidos!

Não morrerão, porém, tuas sementes!
E assim, para o Futuro, em diferentes
Florestas, vales, selvas, glebas, trilhos,

Na multiplicidade dos teus ramos,
Pelo muito que em vida nos amamos,
Depois da morte inda teremos filhos!

Se pisares acidentalmente num peda√ßo de corda e julgares tratar-se de uma serpente, ficar√°s t√£o assustado com teu pr√≥prio equ√≠voco, que at√© poder√°s adoecer. No entanto, a corda continua sendo corda mesmo que tenhas pensado ser uma serpente. Assim tamb√©m √© a Imagem Verdadeira do homem. Mesmo que a pessoa adoe√ßa por ter uma vis√£o err√īnea de sua Imagem Verdadeira, esta continua perfeita, isenta de envelhecimento, doen√ßa e morte.

Vive Plenamente

Vê se consegues apanhar-te a lamentar-te, quer por palavras quer por pensamentos, por causa de determinada situação em que te encontres, do que as outras pessoas fazem ou dizem, do teu meio envolvente, da situação da tua vida, ou até mesmo por causa do tempo. Uma lamentação é sempre uma não aceitação daquilo que é. E traz invariavelmente consigo uma carga negativa inconsciente. Quando te lamentas, tu próprio te fazes de vítima. Quando elevas a voz, estás no teu poder. Por isso muda a situação tomando providências, levantando a voz se for necessário ou possível; deixa a situação ou aceita-a. Tudo o mais é loucura.

De certa forma, a inconsci√™ncia ordin√°ria est√° sempre ligada √† recusa do Agora. O Agora, evidentemente, tamb√©m significa o aqui. Est√°s a resistir ao teu aqui e agora? H√° pessoas que s√≥ est√£o bem onde n√£o est√£o. O seu “aqui” nunca √© suficientemente bom. Atrav√©s da auto-observa√ß√£o, v√™ se √© esse o teu caso. Estejas onde estiveres, est√° l√° plenamente. Se achares que o teu aqui e agora √© intoler√°vel e te deixa infeliz, tens tr√™s op√ß√Ķes √† escolha: ou te retiras da situa√ß√£o, ou a mudas, ou a aceitas totalmente. Se quiseres tomar a responsabilidade pela tua vida,

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