Frases sobre Verdadeiros

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Frases de verdadeiros escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

Os escritores mais verdadeiros são aqueles que vêem a linguagem não como um processo linguístico, mas como um elemento vivo.

Pois todas as nossas misérias verdadeiras são íntimas e causadas por nós mesmos. Acreditamos erradamente que elas vêm de fora, mas formamo-las dentro de nós, da nossa própria substância.

A luta pela paz e a segurança na Europa está também intimamente ligada à luta pela verdadeira independência nacional de todas as nações europeias. Posições económicas dominantes representam meios de influência e de intervenção na política interna de outros Estados e meios de pressão diplomática.

Um verdadeiro amigo não é o hóspede que recebemos em nossa casa, que sentamos à nossa mesa, e agasalhamos nos nossos lençois. O verdadeiro amigo é o confidente que recebemos no coração. Estes são muito raros. Ao acaso podemos deparar-nos com um: ao passo que nos esforçamos inutilmente se o procuramos. Um tal amigo, ao menos para mim, há-de ter sofrido muito, há-de ter perdoado todas as afrontas, há-de ter bebido um cálice de fel, sem gemer uma queixa.

O verdadeiro segredo é porque é que o amor começa com garras como um gato e depois se desvanece com o tempo como um rato meio comido.

A matemática é a única ciência exacta em que nunca se sabe do que se está a falar nem se aquilo que se diz é verdadeiro.

A verdadeira amizade é aquela que nos permite falar, ao amigo, de todos os seus defeitos e de todas as nossas qualidades.

Para que te justificas tanto? Isso que estás procurando defender e proteger não é teu ‘Eu verdadeiro’; é um impostor que quer passar por ‘Eu verdadeiro’, enganando a ti e os outros.

O verdadeiro crente encontra-se em alto grau protegido de certas afecções neuróticas; a aceitação da neurose universal dispensa-o da tarefa de criar para si uma neurose pessoal.

A verdadeira medida de um homem não é como ele se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas como ele se mantém em tempos de controvérsia e desafio.

Há certos movimentos que apenas são possíveis depois do início da primavera. Durante a invernia, o corpo esquece-os, mingua, endurece como as árvores. Em maio, o corpo recorda esses movimentos, julga reaprendê-los e, ao fazê-lo, redescobre a sua verdadeira natureza.