Passagens sobre Fortes

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Tinha uma vontade terrível de lhe dizer como as mais comuns das mulheres: não me deixe, guarde-me perto de você, escravize-me, seja forte! Mas eram palavras que não podia e não sabia pronunciar.

Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes. Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga. Não estimularas a fraternidade, se alimentares o ódio.

Utopia

Cidade
Sem muros nem ameias
Gente igual por dentro
Gente igual por fora
Onde a folha da palma
Afaga a cantaria
Cidade do homem
N√£o do lobo mas irm√£o
Capital da alegria

Braço que dormes
Nos braços do rio
Toma o fruto da terra
E teu a ti o deves
Lança o teu
Desafio

Homem que olhas nos olhos
Que n√£o negas
O sorriso a palavra forte e justa
Homem para quem
O nada disto custa
Ser√° que existe
L√° para as margens do oriente
Este rio este rumo esta gaivota
Que outro fumo deverei seguir
Na minha rota?

Saint-Just

Quando à tribuna ele se ergueu, rugindo,
– Ao forte impulso das paix√Ķes audazes
Ardente o lábio de terríveis frases
E a luz do gênio em seu olhar fulgindo,

A tirania estremeceu nas bases,
De um rei na fronte ressumou, pungindo,
Um suor de morte e um terror infindo
Gelou o seio aos cortes√£os sequazes –

Uma alma nova ergueu-se em cada peito,
Brotou em cada peito uma esperança,
De um sono acordou, firme, o Direito –

E a Europa – o mundo – mais que o mundo, a Fran√ßa –
Sentiu numa hora sob o verbo seu
As como√ß√Ķes que em s√©culos n√£o sofreu!

√Č nas almas simples que o amor √© mais puro e mais forte. O manancial de √°guas claras que na plan√≠cie vai matar sedes e reverdecer os campos, jorra do seio das duras pedras das montanhas em s√≠tios agrestes, longe e alto!

As Três Espécies de Portugueses

Há três espécies de Portugal, dentro do mesmo Portugal; ou, se se preferir, há três espécies de português. Um começou com a nacionalidade: é o português típico, que forma o fundo da nação e o da sua expansão numérica, trabalhando obscura e modestamente em Portugal e por toda a parte de todas as partes do Mundo. Este português encontra-se, desde 1578, divorciado de todos os governos e abandonado por todos. Existe porque existe, e é por isso que a nação existe também.

Outro √© o portugu√™s que o n√£o √©. Come√ßou com a invas√£o mental estrangeira, que data, com verdade poss√≠vel, do tempo do Marqu√™s de Pombal. Esta invas√£o agravou-se com o Constitucionalismo, e tornou-se completa com a Rep√ļblica. Este portugu√™s (que √© o que forma grande parte das classes m√©dias superiores, certa parte do povo, e quase toda a gente das classes dirigentes) √© o que governa o pa√≠s. Est√° completamente divorciado do pa√≠s que governa. √Č, por sua vontade, parisiense e moderno. Contra sua vontade, √© est√ļpido.

Há um terceiro português, que começou a existir quando Portugal, por alturas de El-Rei D. Dinis, começou, de Nação, a esboçar-se Império. Esse português fez as Descobertas,

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Não há garantias. Do ponto de vista do medo, ninguém é forte o suficiente. Do ponto de vista do amor, ninguém é necessário.

Conheço o Teu Poder e a Fouce Dura

Conheço o teu poder e a fouce dura
Que a tua dextra empolga assaz respeito.
Sei que abaixo do sol tudo é sujeito
A teu poder feroz, tua bravura.

De Babilónia a torre assaz segura
De teu golpe fatal sentiu o efeito.
Por ti o R√≥dio c’losso foi desfeito,
Sem lhe valer a desmarcada altura.

Mas eu tenho um padr√£o que Amor defende.
Tempo cruel, que zomba do teu corte,
Bem que a mim teu furor assaz ofende.

√Č o meu cora√ß√£o constante e forte,
Coração que do Tempo a mão não rende,
Coração que só vence a mão da Morte.

O homem de bem, no meio de malvados, resvala sempre; e n√≥s estamos acostumados a associar-nos ao mais forte, a pisar em quem est√° no ch√£o e a julgar segundo as circunst√Ęncias.

Sempre me restar√° amar. Escrever √© alguma coisa extremamente forte mas que pode me trair e me abandonar: posso um dia sentir que j√° escrevi o que √© o meu lote neste mundo e que eu devo aprender tamb√©m a parar. Em escrever eu n√£o tenho nenhuma garantia. Ao passo que amar eu posso at√© √† hora de morrer. Amar n√£o acaba. √Č como se o mundo estivesse √† minha espera. E eu vou ao encontro do que me espera.

Para eliminar a desarmonia do lar √© preciso que o marido, a mulher, os pais, os filhos, a sogra, a nora, etc. se coloquem um no lugar do outro. O marido deve pensar: ‚ÄėColocando-me no lugar de minha mulher, percebo qu√£o desastrado tenho sido como marido. Perdoe-me, querida‚Äô. A mulher deve pensar: ‚Äė Colocando-me no lugar de meu marido, percebo o quanto tenho sido incompetente como esposa. Perd√£o, querido‚Äô. Deste modo, cada um deve abrir o cora√ß√£o e pedir perd√£o. O ser humano n√£o perde a dignidade s√≥ porque pediu perd√£o. Se algu√©m se sente diminu√≠do quando pede perd√£o √© porque n√£o conhece a Verdade. Pedir perd√£o significa anular o ‚Äėfalso eu‚Äô e fazer renascer o ‚ÄėEu verdadeiro‚Äô (filho de Deus). Nesse momento, a pessoa se torna verdadeiramente forte.

Um Amor Verdadeiro

Admitamos: o amor é um assunto que já foi falado e voltado a falar, trivializado e dramatizado ao ponto de as pessoas não saberem já o que é e o que não é. A maioria de nós não consegue vê-lo porque temos as nossas ideias preconcebidas sobre o que é (é suposto ser mais forte do que nós e arrebatar-nos) e como aparece (num embrulho alto, magro, bem-humorado e charmoso). Por isso, se o amor não aparecer envolvido na nossa fantasia, não o conseguimos reconhecer.

Mas tenho a certeza do seguinte: o amor est√° em todo o lado. √Č poss√≠vel amar e ser amado independentemente do s√≠tio onde estamos. O amor existe sob todas as formas. √Äs vezes vou at√© ao jardim da minha casa e sinto o amor a vibrar em todas as minhas √°rvores. Est√° sempre dispon√≠vel.

J√° vi tantas mulheres (incluindo eu) confundidas pela ideia de um romance, acreditando que s√≥ ser√£o pessoas completas se encontrarem algu√©m que complete as suas vidas. Se pensarmos bem, n√£o √© uma ideia maluca? Voc√™, sozinho, tem de preencher com amor esses espa√ßos vazios e destru√≠dos. Como diz Ralph Waldo Emerson: ¬ęNada lhe poder√° dar paz a n√£o ser voc√™ mesmo.¬Ľ

Nunca esquecerei o momento em que estava a limpar uma gaveta e me deparei com doze p√°ginas que me obrigaram a parar.

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Onde a vida existe, a morte é inevitável. Morrer é fácil; viver é que é difícil. Quanto mais dura a vida se torna, mais forte é a vontade de viver. E quanto maior o medo da morte, maior a luta para continuar a viver.