Passagens sobre Ocupação

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Frases sobre ocupa√ß√£o, poemas sobre ocupa√ß√£o e outras passagens sobre ocupa√ß√£o para ler e compartilhar. Leia as melhores cita√ß√Ķes em Poetris.

Missa de Anivers√°rio

H√° um ano que os teus gestos andam
ausentes da nossa freguesia
Tu que eras destes campos
onde de novo a seara amadurece
donde és hoje?
Que nome novo tens?
Haver√° mais singular fim de semana
do que um s√°bado assim que nunca mais tem fim?
Que ocupação é agora a tua
que tens todo o tempo livre à tua frente?
Que passos te levar√£o atr√°s
do arrulhar da pomba em nossos céus?
Que te acontece que n√£o mais fizeste anos
embora a mesa posta continue à tua espera
e l√° fora na estrada as amoreiras tenham outra vez
florido?

Era esta a voz dele assim é que falava
dizem agora as giestas desta sua terra
que o viram passar nos caminhos da inf√Ęncia
junto ao primeiro voo das perdizes

Já só na gravata te levamos morto àqueles caminhos
onde deixaste a marca dos teus pés
Apenas na gravata. A tua morte
deixou de nos vestir completamente
No ver√£o em que partiste bem me lembro
pensei coisas profundas
√Č de novo ver√£o.

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Nasci para consagrar-me √†s letras e √†s ci√™ncias, e, a ocupar posi√ß√£o pol√≠tica, preferiria a de presidente da Rep√ļblica ou ministro √† de imperador.

Anulação

Ocupar o espaço
contido na sombra,
ser o pó do espesso,
o v√£o da penumbra,

o dó sem começo,
o nó sem vislumbre,
o invisível traço
do n√£o-ser: escombro.

Ser zero, ou nem isso:
letra morta, timbre
do vazio no osso.

Ser aquém do nome
‚ÄĒ o s√≥ do solu√ßo
de coisa nenhuma.

A Vida e o Jogo

Quando a crian√ßa cresceu e abandonou os seus jogos, quando durante anos se esfor√ßou psiquicamente por agarrar as realidades da vida com a seriedade desejada, pode acontecer que um dia se encontre de novo numa disposi√ß√£o ps√≠quica que volta a apagar esta oposi√ß√£o entre o jogo e a realidade. O homem adulto lembra-se da grande seriedade com que se entregava aos jogos infantis e acaba por comparar as suas ocupa√ß√Ķes por assim dizer graves com esses jogos dos tempos da inf√Ęncia: liberta-se ent√£o da opress√£o demasiado pesada da vida e conquista a frui√ß√£o superior do humor.

Felicidade Interiorizada

¬ęPergunta-me onde, neste mundo, se pode encontrar a felicidade?¬Ľ Depois de numerosas experi√™ncias, convenci-me que ela reside apenas na satisfa√ß√£o em rela√ß√£o a n√≥s pr√≥prios. As paix√Ķes n√£o nos conseguem comunicar esse contentamento; desejamos sempre o imposs√≠vel – o que obtemos nunca nos satisfaz. Penso que as pessoas dotadas de uma s√≥lida virtude devem possuir uma grande por√ß√£o dessa satisfa√ß√£o, que me parece imprescind√≠vel para a felicidade; eu, no entanto, como n√£o me sinto suficientemente seguro para me satisfazer comigo pr√≥prio, dessa forma, procuro apoiar-me na verdadeira satisfa√ß√£o que comunica o trabalho.
Este, comunica-nos um bem real e aumenta a nossa indiferen√ßa em rela√ß√£o aos prazeres que s√£o s√≥ de nome e com os quais as pessoas de sociedade se t√™m de contentar. Eis, minha querida amiga, a minha modesta filosofia – a qual, sobretudo quando me encontro bem de sa√ļde, √© de efeito seguro. Isto, contudo, n√£o nos deve afastar das pequenas distrac√ß√Ķes que nos podem ocupar de vez em quando: um pequeno caso sentimental, de circunst√Ęncia, a visita a um belo pa√≠s ou as viagens, de modo geral, podem deixar na nossa mem√≥ria encantadores tra√ßos. Recordamo-nos mais tarde de todas estas emo√ß√Ķes, quando nos encontramos longe ou n√£o conseguimos encontrar outras,

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A Import√Ęncia da Arte

A arte √©, provavelmente, uma experi√™ncia in√ļtil; como a ¬ępaix√£o in√ļtil¬Ľ em que cristaliza o homem. Mas in√ļtil apenas como trag√©dia de que a humanidade beneficie; porque a arte √© a menos tr√°gica das ocupa√ß√Ķes, porque isso n√£o envolve uma moral objectiva. Mas se todos os artistas da terra parassem durante umas horas, deixassem de produzir uma ideia, um quadro, uma nota de m√ļsica, fazia-se um deserto extraordin√°rio. Acreditem que os teares paravam, tamb√©m, e as f√°bricas; as gares ficavam estranhamente vazias, as mulheres emudeciam. A arte √©, no entanto, uma coisa explosiva. Houve, e h√° decerto em qualquer lugar da terra, pessoas que se dedicam √† experi√™ncia in√ļtil que √© a arte, pessoas como Virg√≠lio, por exemplo, e que sabem que o seu sil√™ncio pode ser mortal. Se os poetas se calassem subitamente e s√≥ ficasse no ar o ru√≠do dos motores, porque at√© o vento se calava no fundo dos vales, penso que at√© as guerras se iam extinguindo, sem derrota e sem vit√≥ria, com a mansid√£o das coisas est√©reis. O la√ßo da fic√ß√£o, que gera a expectativa, √© mais forte do que todas as realidades acumul√°veis. Se ele se quebra, o equil√≠brio entre os seres sofre grave preju√≠zo.

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Divertimento Enganador

Os homens, tendo podido curar-se da morte, da mis√©ria, da ignor√Ęncia, lembraram-se, para se tornarem felizes, de n√£o pensar nisso. Foi tudo quanto inventaram para se consolarem de t√£o poucos males. Consola√ß√£o riqu√≠ssima. N√£o se dirige a curar o mal. Esconde-o por um pouco. Escondendo-o, faz com que se pense em cur√°-lo. Por uma leg√≠tima desordem da natureza do homem, n√£o se acha que o t√©dio, que √© o seu mal mais sens√≠vel, seja o seu maior bem. Pode contribuir mais do que qualquer outra coisa para lhe fazer procurar a sua cura. Eis tudo. O divertimento, que ele olha como o seu maior bem, √© o seu √≠nfimo mal. Aproxima-o, mais do que todas as outras coisas, de procurar o rem√©dio para os seus males. Um e outro s√£o contraprova da mis√©ria, da corrup√ß√£o do homem, excepto da sua grandeza. O homem aborrece-se, procura aquela multid√£o de ocupa√ß√Ķes. Tem a ideia da felicidade que conquistou; felicidade que, encontrando em si, procura nas coisas exteriores. Contenta-se.

A Felicidade é uma Interrupção de Futilidade

√Č nas decis√Ķes f√ļteis, das quais nem a vida nem o estado de esp√≠rito depende, que reside a felicidade.
São estes os dias felizes, que Beckett invoca e amaldiçoa, por terem passado, na peça que tem o mesmo nome. Somos sobressaltados por ninharias, que conseguem fazer-se passar por importantes, como escolher entre uma camisa do verde do mar ou do azul do céu.
As decis√Ķes f√ļteis, quando a cabe√ßa √© desocupada daquilo que a preocupa, para se ocupar de uma ninharia, como decidir entre o ruivo ou o rascasso ou entre a p√™ra -p√©rola e a carapinheira, s√£o o ind√≠cio seguro da felicidade. Se a escolha prim√°ria √© entre continuar a viver e deixar de viver e as escolhas secund√°rias s√£o afluentes da primeira, devemos dar gra√ßas.
São uma sorte temporária e alegre a oportunidade e a ocupação mental que nos permitem pensar mais naquilo que nos interessa, sem interessar, do que naquilo que nos deveria interessar, caso estivéssemos tão aflitos que não conseguíssemos pensar noutra coisa senão sobreviver.
Quanto mais tempo perdermos nas escolhas e nas quest√Ķes de que n√£o dependem as nossas vidas ou as nossas almas – naquelas que n√£o interessam, a bem ver,

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Poupar a Vontade

Em compara√ß√£o com o comum dos homens, poucas coisas me atingem, ou, dizendo melhor, me prendem; pois √© razo√°vel que elas atinjam, contanto que n√£o nos possuam. Tenho grande zelo em aumentar pelo estudo e pela reflex√£o esse privil√©gio de insensibilidade, que em mim √© naturalmente muito saliente. Desposo – e consequentemente me apaixono por – poucas coisas. A minha vis√£o √© clara, mas detenho-a em poucos objectos; a sensibilidade, delicada e male√°vel. Mas a apreens√£o e aplica√ß√£o, tenho-a dura e surda: dificilmente me envolvo. Tanto quanto posso, emprego-me todo em mim; por√©m mesmo nesse objecto eu refrearia e suspenderia de bom grado a minha afei√ß√£o para que ela n√£o se entregasse por inteiro, pois √© um objecto que possuo por merc√™ de outr√©m e sobre o qual a fortuna tem mais direito do que eu. De maneira que at√© a sa√ļde, que tanto estimo, ser-me-ia preciso n√£o a desejar e n√£o me dedicar a ela t√£o desenfreadamente a ponto de achar insuport√°veis as doen√ßas. Devemos moderar-nos entre o √≥dio e o amor √† voluptuosidade; e Plat√£o receita um caminho mediano de vida entre ambos.
Mas √†s paix√Ķes que me distraem de mim e me prendem alhures, a essas certamente me oponho com todas as minhas for√ßas.

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Saber Subtrair-se

Pois se √© grande li√ß√£o de vida o saber negar, maior ser√° saber negar-se a si mesmo, aos neg√≥cios, √†s pessoas. H√° ocupa√ß√Ķes estranhas, carunchos do precioso tempo, e pior que nada fazer √© ocupar-se com impertin√™ncias. Para ser avisado n√£o basta n√£o ser intrometido, √© mister conseguir que n√£o o intrometam. N√£o se h√°-de ser tanto de todos que n√£o se seja de si mesmo. Tampouco dos amigos se h√°-de abusar, nem querer deles mais do que concederiam. Todo o demasiado √© vicioso, muito mais no trato. Com essa prudente temperan√ßa conserva-se melhor o agrado e a estima de todos, porque n√£o se fere a precios√≠ssima dec√™ncia. Tenha, pois, liberdade de g√©nio apaixonado do selecto, e nunca peque contra a f√© do seu bom gosto.

Há Dentro de Nós um Poço

H√° dentro de n√≥s um po√ßo. No fundo dele √© que estamos, porque est√° o que √© mais n√≥s, o que nos individualiza, a fonte do que nos enriquece no em que somos humanos. E a vida exterior, o assalto do que nos rodeia, o que visa √© esse √≠ntimo de n√≥s para o ocupar, o preencher, o esvaziar do que nos pertence e nos faz ser homens. Jamais como hoje esse assalto foi t√£o violento, jamais como hoje fomos invadidos do que n√£o √© n√≥s. √Č l√° nesse fundo que se gera a espiritualidade, a gravidade do sermos, o encantamento da arte. E a nossa luta √© terr√≠vel, para nos defendermos no √ļltimo recesso da nossa intimidade. Porque tudo nos expulsa de l√° Quando essa intimidade for preenchida pelo exterior, quando a materialidade se nos for depositando dentro, o homem definitivamente ter√° em n√≥s morrido.
J√° h√° exemplos disso. Um dos mais perfeitos chama-se robot. √Č invenc√≠vel pensarmos o que ser√° o homem amanh√£. E nenhuma outra imagem se nos imp√Ķe com mais for√ßa. Mas o que desse visionar mais nos enriquece a alma √© que o homem ent√£o ser√° possivelmente feliz. Porque ser homem n√£o √© ter felicidade mas apenas ser humano.

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Procurei a Verdade Ardentemente

A nossa √Ęnsia de verdade √© grande, e por certo o que quis√©ramos fora, n√£o esta doutrina do Limiar, sen√£o a casa e o lar que h√° nele.
De a√≠ a arte, feita para entretimento dos outros e nossa ocupa√ß√£o, dos que somos ocup√°veis desse modo. Negada a verdade, n√£o temos com que entreter-nos sen√£o a mentira. Com ela nos entretenhamos, dando-a por√©m como tal, que n√£o como verdade; se uma hip√≥tese metaf√≠sica nos ocorre, fa√ßamos com ela, n√£o a mentira de um sistema (onde possa ser verdade) mas a verdade de um poema ou de uma novela – verdade em saber que √© mentira, e assim n√£o mentir. (…) e assim constru√≠ para mim esta regra de vida.
Procurei a verdade ardentemente, ora com uma atenção (…)

Os Meios de Comunicação Têm Sempre Razão

A domina√ß√£o intelectual √© dif√≠cil se n√£o dispomos de uma tribuna medi√°tica. Em vez de perdermos longos anos a reflectir sobre o sentido da vida, as rela√ß√Ķes entre homens e mulheres, a influ√™ncia da alimenta√ß√£o transg√©nica na produ√ß√£o leiteira das vacas normandas (conhe√ßo um investigador que passou quarenta anos a estudar as t√©rmitas; admite n√£o ter conseguido desvendar-lhes o segredo que, no seu entender, existe!) ou qualquer assunto mais ou menos relacionado com o destino da Humanidade, mais vale come√ßarmos por arranjar meios de aceder √† redac√ß√£o de um jornal ou, melhor, de um canal televisivo. Com efeito, √© a import√Ęncia do meio de comunica√ß√£o em termos de audi√™ncia que determina a supremacia de uma opini√£o. Qualquer tolice cat√≥dica emitida entre as 20 e as 20:30 horas √© mais cred√≠vel que a conclus√£o amadurecida de um col√≥quio de especialistas. Porqu√™ mais cred√≠vel? Porque mais acreditada.
O p√ļblico aprecia a confirma√ß√£o de que √© verdade aquilo que sente como verdadeiro (por exemplo, que os pol√≠ticos s√£o podres ou que a Madonna √© a mulher mais sensual do mundo). Este g√©nero de opini√£o, no entanto, s√≥ passa a ser uma evid√™ncia depois de ter sido santificado por um meio de comunica√ß√£o.

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Como os ninhos, que s√£o a casa da ave, e que todos diferem consoante a ave que o fabricou e o habita, a casa do homem reproduz com fidelidade a vida, a ocupa√ß√£o, o car√°cter, o sentimento dos moradores. Toda a casa tem, como os donos, uma fisionomia especial, que as gera√ß√Ķes lhe imprimiram.

Possuir-te é Gozar de um Tesouro Infinito

Que suprema felicidade foi hoje a minha, querida desta alma! Como tu estavas, linda, terna, amante, encantadora! Nunca te vi assim, nunca me pareceste t√£o bela! Que deliciosa variedade h√° em ti, minha Rosa adorada! Possuir-te √© gozar de um tesouro infinito, inesgot√°vel. Juro-te que j√° n√£o tenho m√©rito em te ser fiel, em te protestar e guardar esta lealdade exclusiva que te hei-de consagrar at√© ao √ļltimo instante da minha vida: n√£o tenho m√©rito algum nisso. Depois de ti, toda a mulher √© imposs√≠vel para mim, que antes de ti n√£o conheci nenhuma que me pudesse fixar.

E o que eu te estimo e aprecio al√©m disso. A ternura de alma verdadeira que tenho por ti. Onde estavam no meu cora√ß√£o estes afectos que nunca senti, que s√≥ tu despertaste e que d√£o √† minha alma um bem-estar t√£o suave? Realmente que te devo muito, que me fizeste melhor, outro do que nunca fui. O que sinto por ti √© inexplic√°vel. Bem me dizias tu que em te conhecendo te havia de adorar deveras. √Č certo, assim foi, e estou agora seguro deste amor, porque repousa em bases t√£o s√≥lidas que j√° nada creio que o possa destruir.

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Grandes Planos de Vida

Uma das maiores e mais frequentes asneiras consiste em fazer grandes planos para a vida, qualquer que seja a sua natureza. Para come√ßar, esses planos pressup√Ķem uma vida humana inteira e completa, que, no entanto, somente pouqu√≠ssimos conseguem alcan√ßar. Al√©m disso, mesmo que estes consigam viver muito, esse per√≠odo de vida ainda √© demasiado curto para tais planos, uma vez que a sua realiza√ß√£o exige sempre muito mais tempo do que se imaginava; esses projectos, ademais, como todas as coisas humanas, est√£o de tal modo sujeitos a fracassos e obst√°culos, que raramente chegam a bom termo. E, mesmo se no final tudo √© alcan√ßado, n√£o se leva em conta o facto de que no decorrer dos anos o pr√≥prio ser humano se modifica e n√£o conserva as mesmas capacidades nem para agir, nem para usufruir:

aquilo que se prop√īs fazer durante a vida toda, na velhice parece-lhe insuport√°vel – j√° n√£o tem condi√ß√Ķes de ocupar a posi√ß√£o conquistada com tanta dificuldade, e portanto as coisas chegaram-lhe tarde demais; ou o inverso, quando ele quis fazer algo de especial e realiz√°-lo, √© ele que chega tarde demais com respeito √†s coisas. O gosto da √©poca mudou, a nova gera√ß√£o n√£o se interessa pelas suas conquistas,

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Receio bem que a agradibilidade de uma ocupação nem sempre revele a sua propriedade.

Captar a Oportunidade no Momento Justo

J√° percebeste que deves subtrair-te a essas tuas ocupa√ß√Ķes ilus√≥rias e nocivas, mas ignoras ainda o modo de o conseguir. Ora h√° coisas que s√≥ estando presente te posso indicar! O m√©dico tamb√©m n√£o pode determinar por carta a hora adequada para a alimenta√ß√£o ou para o banho: tem de tomar o pulso ao doente. Diz um antigo prov√©rbio que o gladiador s√≥ forma o seu plano na arena a partir da observa√ß√£o do rosto do advers√°rio, do modo como move os bra√ßos, da pr√≥pria postura do corpo. Observa√ß√Ķes sobre os costumes, sobre os deveres, √© poss√≠vel faz√™-las de um modo geral e por escrito; s√£o conselhos que se podem dar n√£o s√≥ a ausentes, como at√© √† posteridade. Mas a maneira e a ocasi√£o de tomar uma decis√£o concreta, isso ningu√©m pode aconselh√°-lo √† dist√Ęncia, √© for√ßoso deliberar em face das pr√≥prias circunst√Ęncias.
Para captar a oportunidade no momento justo √© preciso n√£o s√≥ estar presente, como estar atento. P√Ķe-te, por conseguinte na expectativa, e assim que surpreenderes a oportunidade agarra-a com toda a rapidez, com toda a energia, e liberta-te definitivamente desses teus falacciosos deveres! Repara bem no conselho que te dou: em meu entender tens de libertar-te desse tipo de vida,

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