CitaçÔes sobre Cultivadores

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O Ciclo do Progresso

Da sociedade e do luxo que ela engendra, nascem as artes liberais e mecĂąnicas, o comĂ©rcio, as letras, e todas essas inutilidades que fazem florescer a indĂșstria, enriquecem e perdem os Estados. A razĂŁo desse deperecimento Ă© muito simples. É fĂĄcil ver que, pela sua natureza, a agricultura deve ser a menos lucrativa de todas as artes, porque, sendo o seu produto de uso mais indispensĂĄvel para todos os homens, o preço deve estar proporcionado Ă s faculdades dos mais pobres. Do mesmo princĂ­pio pode-se tirar a regra de que, em geral, as artes sĂŁo lucrativas na razĂŁo inversa da sua utilidade, e de que as mais necessĂĄrias, finalmente, devem tornar-se as mais negligenciadas. Por ai se vĂȘ o que se deve pensar das verdadeiras vantagens da indĂșstria e do efeito real que resulta dos seus progressos. Tais sĂŁo as causas sensĂ­veis de todas as misĂ©rias em que a opulĂȘncia precipita, finalmente, as naçÔes mais admiradas.
À medida que a indĂșstria e as artes se estendem e florescem, o cultivador desprezado, carregado de impostos necessĂĄrios Ă  manutenção do luxo, e condenado a passar a vida entre o trabalho e a fome, abandona o campo para ir procurar na cidade o pĂŁo que devia levar para lĂĄ.

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Meus amigos, nunca digam que hĂĄ plantas mĂĄs ou homens maus. O que hĂĄ sĂŁo maus cultivadores.

A Charrua do Mal

Foram os espĂ­ritos fortes e os espĂ­ritos malignos, os mais fortes e os mais malignos, que obrigaram a natureza a fazer mais progressos: reacenderam constantemente as paixĂ”es que adormecidas – todas as sociedades policiadas as adormecem -, despertaram constantemente o espĂ­rito de comparação e de contradição, o gosto pelo novo, pelo arriscado, pelo inexperimentado; obrigaram o homem a opor incessantemente as opiniĂ”es Ă s opiniĂ”es, os ideais aos ideais.
As mais das vezes pelas armas, derrubando os marcos fronteiriços, violando as crenças, mas fundando tambĂ©m novas religiĂ”es, criando novas morais! Esta «maldade» que se encontra em todos os professores do novo, em todos os pregadores de coisas novas, Ă© a mesma «maldade» que desacredita o conquistador, se bem que ela se exprime mais subtilmente e nĂŁo mobilize imediatamente o mĂșsculo; – o que faz de resto com que desacredite com menos força! – O novo, de qualquer maneira, Ă© o mal, pois Ă© aquilo que quer conquistar, derrubar os marcos fronteiriços, abater as antigas crenças; sĂł o antigo Ă© o bem! Os homens de bem em todas as Ă©pocas, sĂŁo aqueles que implantam profundamente as velhas ideias para lhes dar fruto, sĂŁo os cultivadores do espĂ­rito. Mas todos os terrenos acabam por se esgotar,

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Sou apenas um escritor. Um cultivador. Um jardineiro. Um florista. A minha felicidade flutua entre o estrume que deponho na raiz das palavras e o aroma que me excita quando acabo de as colher.

Se faz parte dos desĂ­gnios da ProvidĂȘncia extirpar esses selvagens para abrir espaço aos cultivadores da terra, parece-me oportuno que o rum seja o instrumento apropriado. Ele jĂĄ aniquilou todas as tribos que antes habitavam a costa