Cita√ß√Ķes sobre Subconsciente

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Frases sobre subconsciente, poemas sobre subconsciente e outras cita√ß√Ķes sobre subconsciente para ler e compartilhar. Leia as melhores cita√ß√Ķes em Poetris.

As Realidades do Sonho

O sonho √© a explos√£o dos s√ļbditos na aus√™ncia do rei. Se o homem fosse um ser √ļnico, n√£o sonharia. Mas cada um de n√≥s √© uma tribo em que somente um chefe tem os privil√©gios da vida iluminada. O chefe √© a pessoa reconhecida pelos semelhantes, o ¬ęmim¬Ľ legal da sociedade e da raz√£o, obrigado a uma concord√Ęncia fixa consigo mesmo. S√≥ ele tem rela√ß√Ķes expressas com o mundo exterior e o √ļnico a reinar nas horas de vig√≠lia. Mas abaixo dele h√° um pequeno povo de cadetes expulsos, de insurrectos punidos, de h√≥spedes indesej√°veis – exilados da zona da consci√™ncia, mas donos do subconsciente, encerrados no subterr√£neo, mas prontos para a evas√£o, vencidos mas n√£o mortos. H√° a crian√ßa que foi renegada pelo jovem, o delinquente imobilizado pela moral e a lei, o louco que todos os dias estende armadilhas √† raz√£o raciocinadora, o poeta que a pr√°tica condenou ao sil√™ncio, o bobo dominado pelas amarguras, o antepassado b√°rbaro que ainda se recorda do machado de pedra e dos festins de Tiestes.
O eu quotidiano e vulgar, o respeit√°vel, o vigilante, o vitorioso, dominou essa tribo de larvas inimigas, de irm√£os renegados e moribundos. E como a alma tem o seu subsolo,

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O Provincianismo Português (II)

Se fosse preciso usar de uma s√≥ palavra para com ela definir o estado presente da mentalidade portuguesa, a palavra seria “provincianismo”. Como todas as defini√ß√Ķes simples esta, que √© muito simples, precisa, depois de feita, de uma explica√ß√£o complexa. Darei essa explica√ß√£o em dois tempos: direi, primeiro, a que se aplica, isto √©, o que deveras se entende por mentalidade de qualquer pa√≠s, e portanto de Portugal; direi, depois, em que modo se aplica a essa mentalidade.
Por mentalidade de qualquer pa√≠s entende-se, sem d√ļvida, a mentalidade das tr√™s camadas, organicamente distintas, que constituem a sua vida mental ‚ÄĒ a camada baixa, a que √© uso chamar povo; a camada m√©dia, a que n√£o √© uso chamar nada, excepto, neste caso por engano, burguesia; e a camada alta, que vulgarmente se designa por escol, ou, traduzindo para estrangeiro, para melhor compreens√£o, por elite.
O que caracteriza a primeira camada mental é, aqui e em toda a parte, a incapacidade de reflectir. O povo, saiba ou não saiba ler, é incapaz de criticar o que lê ou lhe dizem. As suas ideias não são actos críticos, mas actos de fé ou de descrença, o que não implica, aliás,

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Ao Volante

Ao volante do Chevrolet pela estrada de Sintra,
Ao luar e ao sonho, na estrada deserta,
Sozinho guio, guio quase devagar, e um pouco
Me parece, ou me forço um pouco para que me pareça,
Que sigo por outra estrada, por outro sonho, por outro mundo,
Que sigo sem haver Lisboa deixada ou Sintra a que ir ter,
Que sigo, e que mais haver√° em seguir sen√£o n√£o parar mas seguir?

Vou passar a noite a Sintra por n√£o poder pass√°-la em Lisboa,
Mas, quando chegar a Sintra, terei pena de n√£o ter ficado em Lisboa.
Sempre esta inquieta√ß√£o sem prop√≥sito, sem nexo, sem conseq√ľ√™ncia,
Sempre, sempre, sempre,
Esta ang√ļstia excessiva do esp√≠rito por coisa nenhuma,
Na estrada de Sintra, ou na estrada do sonho, ou na estrada da vida…

Maie√°vel aos meus movimentos subconscientes do volante,
Galga sob mim comigo o automóvel que me emprestaram.
Sorrio do símbolo, ao pensar nele, e ao virar à direita.
Em quantas coisas que me emprestaram eu sigo no mundo
Quantas coisas que me emprestaram guio como minhas!
Quanto me emprestaram, ai de mim!,

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Nos filmes, como em qualquer obra de arte, h√° sempre uma grande parte do subconsciente do artista do qual ele n√£o se d√° conta. Por isso, as obras enriquecem com o tempo, a cr√≠tica vai descobrindo partes mais ignoradas e as obras ficam mais ricas do que quando saem. Na verdade, o homem n√£o mudou, apenas aquilo que fez: o progresso. A natureza do homem √© a mesma: a inveja, a vingan√ßa, as paix√Ķes ou o amor s√£o manifesta√ß√Ķes da natureza do homem que n√£o mudaram nada. H√° pessoas que, √†s vezes, mudam de partido. Eu pergunto: tamb√©m mudam de natureza? Ela √© a mesma, e √© nela que est√° todo o bem e o mal do homem.

O Homem é um Animal Afectivo ou Sentimental, não Racional

Na maior parte das hist√≥rias da filosofia que conhe√ßo, os sistemas s√£o-nos apresentados, como tendo origem uns nos outros, e os seus autores, os fil√≥sofos, aparecem apenas como meros pretextos. A biografia √≠ntima dos fil√≥sofos, e dos homens que filosofaram, ocupa um lugar secund√°rio. E, sem d√ļvida, √© ela, essa biografia √≠ntima a que mais coisas nos explica.
Cumpre-nos dizer, antes de mais, que a filosofia se inclina mais para a poesia do que para a ciência. Quantos sistemas filosóficos se forjaram, como suprema harmonização dos resultados finais das ciências particulares, num período qualquer, tendo tido muito menos consistência e menos vida do que aqueles outros que representavam o anseio integral do espírito do seu autor.
(…) A filosofia corresponde √† necessidade de formarmos uma concep√ß√£o unit√°ria e total do mundo e da vida e, como consequ√™ncia desse conceito, um sentimento que gere uma atitude √≠ntima, e at√© uma ac√ß√£o. Mas resulta que esse sentimento, em vez de ser consequ√™ncia daquele conceito, √© a sua causa. A nossa filosofia, isto √©, a nossa maneira de compreender ou de n√£o compreender o mundo e a vida, brota do nosso sentimento respeitante √† pr√≥pria vida. E esta, como tudo o que √© afectivo,

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O olfacto √© uma vista estranha. Evoca paisagens sentimentais por um desenhar s√ļbito do subconsciente.

O Espelho dos Relacionamentos

A ideia do espelho dos relacionamentos √© que procuramos subconscientemente nos outros o que precisamos de ver e de compreender em n√≥s mesmos de modo a alcan√ßarmos a integridade, o equil√≠brio e a cura. O outro √© um espelho atrav√©s do qual podemos perceber os aspetos da nossa personalidade em que precisamos de trabalhar. √Č por isso que, de um ponto de vista espiritual, √© in√ļtil tentarmos mudar o comportamento dos outros como base da nossa pr√≥pria felicidade. √Č t√£o f√ļtil como tentar transformar a nossa imagem atrav√©s do reflexo no espelho ou mesmo trocando de espelho.

Quanto mais identificamos os outros como uma express√£o do amor e n√£o pelos seus comportamentos, mais f√°cil √© evitarmos uma atitude defensiva e dar √†s coisas demasiada import√Ęncia. Isso permite-nos ouvir, aprender e crescer atrav√©s de todos os nossos relacionamentos, criando assim uma base mais profunda de amor e de liga√ß√£o entre os seres humanos. √Č assim que usamos o espelho dos relacionamentos para crescer emocional e espiritualmente.
Um relacionamento pode perder o interesse pelas mais diversas raz√Ķes. Talvez possa dever-se a um desejo subconsciente de a terminar ou porque j√° cumpriu a sua miss√£o e agora ambos est√£o preparados para algo mais.

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Subconsciente com Vida Própria

Quando o subconsciente √© abandonado a si pr√≥prio por um momento, ele come√ßa, muito simplesmente, a tecer uma trama. Cria uma identidade para si pr√≥prio, adapta-se ao meio e produz diligentemente novas formas de preencher o s√ļbito v√°cuo que se cria quando esquecemos a realidade imediata. Parece n√£o haver nada de que o subconsciente tenha tanto medo como a sensa√ß√£o de n√£o ser ningu√©m.

O Fim Das Coisas

Pode o homem bruto, adstricto à ciência grave,
Arrancar, num triunfo surpreendente,
Das profundezas do Subconsciente
O milagre estupendo da aeronave!

Rasgue os broncos basaltos negros, cave,
S√īfrego, o solo s√°xeo; e, na √Ęnsia ardente
De perscrutar o íntimo do orbe, invente
A limpada aflogística de Davy!

Em v√£o! Contra o poder criador do Sonho
O Fim das Coisas mostra-se medonho
Como o desaguadouro atro de um rio …

E quando, ao cabo do √ļltimo mil√™nio,
A humanidade vai pesar seu gênio
Encontra o mundo, que ela encheu, vazio!

A fé daquele que aceita com resignação os maus tratos e se constrange ao ser bem tratado é doentia e imperfeita. A maioria das doenças e dos sofrimentos vem do subconsciente da humanidade que dá acolhida às desgraças.

√Č Fundamental Cultivar Interesses Exteriores

Uma das causas da infelicidade, da fadiga e da tens√£o nervosa √© a incapacidade para tomar interesse por tudo o que n√£o tenha uma import√Ęncia pr√°tica na vida. Da√≠ resulta que o consciente est√° sempre ocupado com um n√ļmero restrito de problemas, cada um dos quais comporta certamente algumas inquieta√ß√Ķes e cuidados. A n√£o ser no sono, o consciente nunca repousa para o subconsciente amadurecer gradualmente os problemas inquietantes. Sobrevem assim a excitabilidade, a falta de prud√™ncia, a irritabilidade e a perda do sentido das propor√ß√Ķes. Tudo isto tanto s√£o causas como efeitos da fadiga. √Ä medida que aumenta a fadiga no homem, diminuem os seus interesses exteriores, e √† medida que estes diminuem perde o descanso que eles lhe proporcionavam e fatiga-se ainda mais.
Este c√≠rculo vicioso n√£o pode deixar de conduzir a uma depress√£o nervosa. O que √© repousante nos interesses exteriores √© o facto de n√£o exigirem qualquer ac√ß√£o. Tomar decis√Ķes e exercer a sua vontade √© bastante fatigante, especialmente quando √© necess√°rio faz√™-lo apressadamente e sem o aux√≠lio do subconsciente. T√™m raz√£o os que pensam que ¬ęa noite √© boa conselheira¬Ľ e que devem dormir primeiro antes de tomar alguma decis√£o importante, mas n√£o √© somente no sono que o processo mental do subconsciente pode realizar-se.

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A Sociedade é Baseada no Instinto Individual

A vida de uma sociedade √©, fundamentalmente, uma vida de ac√ß√£o. As rela√ß√Ķes dos indiv√≠duos adentro dela, s√£o, fundamentalmente, rela√ß√Ķes entre as actividades, entre as ac√ß√Ķes, deles. As rela√ß√Ķes dessa sociedade com outras sociedades – sejam essas rela√ß√Ķes de que esp√©cie forem – s√£o rela√ß√Ķes de qualquer esp√©cie de actividade, s√£o rela√ß√Ķes de ac√ß√£o. √Č, portanto, pelas faculdades que conduzem √† ac√ß√£o que o indiv√≠duo √© directamente social. Ora, como a ci√™ncia constata que s√£o os instintos, os h√°bitos, os sentimentos – tudo quanto em n√≥s constitui o inconsciente, ou o subconsciente – que levam √† ac√ß√£o, segue que √© pelos seus instintos, pelos seus h√°bitos, pelos seus sentimentos – e n√£o pela sua intelig√™ncia – que o indiv√≠duo √© directamente social.
Por que esp√©cie de instintos, por√©m, √© que o indiv√≠duo √© directamente social? Alguns dos seus instintos, como o instinto de conserva√ß√£o e o instinto sexual, s√£o sociais apenas indirectamente. Servindo-os, o indiv√≠duo serve, em √ļltimo resultado, a sociedade a que pertence, porque, mantendo a sua vida, mant√©m a vida de um elemento componente da sociedade a que pertence, e, propagando a esp√©cie, contribui para a continuidade de vida dessa sociedade; mas nem um, nem outro, desses instintos tem um fim directamente social.

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Dostoievski Mais Moderno Que Tolstoi

Qual a raz√£o porque sentimos que o romance de Dostoievski √© mais moderno, por exemplo, que o de Tolstoi? Porque os personagens de Tolstoi quase nunca s√£o o pr√≥prio Tolstoi, enquanto os personagens de Dostoievski s√£o quase sempre o pr√≥prio Dostoievski. Por outras palavras, interessamo-nos mais pelo escritor que pelas suas criaturas. Procurar-se-ia in√ļtilmente em Dostoievski a descri√ß√£o completa duma sociedade como em Guerra e Paz. O grande problema para ele √© o de dar consist√™ncia humana aos seus mais misteriosos e contradit√≥rios instintos. √Č um facto que recentemente tem havido um grande falat√≥rio acerca do subconsciente a prop√≥sito de Dostoievski. Mas n√£o acreditamos que a psican√°lise tenha alguma coisa a ver com a arte, todavia a tentativa de exegese psicanal√≠tica indica a validade de elementos puramente subjectivos perante os quais cai qualquer hip√≥tese de verosimilhan√ßa.

Costuma dizer-se que o povo sabe o que quer e nunca se engana. N√£o √© verdade. Mas um povo muito velho como o nosso acaba por ter, por raz√Ķes de cultura e de subconsciente colectivo, uma grande sabedoria. Em alturas dif√≠ceis e complicadas, essa sabedoria manifesta-se.

√Č o Que a Gente Leva Desta Vida…

A persist√™ncia instintiva da vida atrav√©s da apar√™ncia da intelig√™ncia √© para mim uma das contempla√ß√Ķes mais √≠ntimas e mais constantes. O disfarce irreal da consci√™ncia serve somente para me destacar aquela inconsci√™ncia que n√£o disfar√ßa.
Da nascença à morte, o homem vive servo da mesma exterioridade de si mesmo que têm os animais. Toda a vida não vive, mas vegeta em maior grau e com mais complexidade. Guia-se por normas que não sabe que existem, nem que por elas se guia, e as suas ideias, os seus sentimentos, os seus actos, são todos inconscientes Рnão porque neles falte a consciência, mas porque neles não há duas consciências.
Vislumbres de ter a ilus√£o – tanto, e n√£o mais, tem o maior dos homens.
Sigo, num pensamento de divaga√ß√£o, a hist√≥ria vulgar das vidas vulgares. Vejo como em tudo s√£o servos do temperamento subconsciente, das circunst√Ęncias externas alheias, dos impulsos de conv√≠vio e desconv√≠vio que nele, por ele e com ele se chocam como pouca coisa.
Quantas vezes os tenho ouvido dizer a mesma frase que simboliza todo o absurdo, todo o nada, toda a insci√™ncia falada das suas vidas. √Č aquela frase que usam de qualquer prazer material: ¬ę√© o que a gente leva desta vida¬Ľ…

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Eu acho que no artista, e mesmo fora do artista, na vida, o subconsciente resolve muita coisa e trabalha tudo. E de vez em quando atira uma coisa para o consciente. Est√° tudo guardado nessa grande mala que herdamos, que vem no sangue.

O Homem é um Animal Irracional

1. O homem √© um animal irracional, exactamente como os outros. A √ļnica diferen√ßa √© que os outros s√£o animais irracionais simples, o homem √© um animal irracional complexo. √Č esta a conclus√£o que nos leva a psicologia cient√≠fica, no seu estado actual de desenvolvimento. O subconsciente, inconsciente, √© que dirige e impera, no homem como no animal. A consci√™ncia, a raz√£o, o racioc√≠nio s√£o meros espelhos. O homem tem apenas um espelho mais polido que os animais que lhe s√£o inferiores.

2. Sendo assim, toda a vida social procede de irracionalismos vários, sendo absolutamente impossível (excepto no cérebro dos loucos e dos idiotas) a ideia de uma sociedade racionalmente organizada, ou justiceiramente organizada, ou, até, bem organizada.

3. A √ļnica coisa superior que o homem pode conseguir √© um disfarce do instinto, ou seja o dom√≠nio do instinto por meio de instinto reputado superior. Esse instinto √© o instinto est√©tico. Toda a verdadeira pol√≠tica e toda a verdadeira vida social superior √© uma simples quest√£o de senso est√©tico, ou de bom gosto.
4. A humanidade, ou qualquer nação, divide-se em três classes sociais verdadeiras: os criadores de arte; os apreciadores de arte; e a plebe.

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O Lamento Das Coisas

Triste, a escutar, pancada por pancada,
A sucessividade dos segundos,
Ou√ßo, em sons subterr√Ęneos, do Orbe oriundos,
O choro da Energia abandonada!

√Č a dor da For√ßa desaproveitada
РO cantochão dos dínamos profundos,
Que, podendo mover milh√Ķes de mundos,
jazem ainda na est√°tica do Nada!

√Č o solu√ßo da forma ainda imprecisa…
Da transcend√™ncia que se n√£o realiza…
Da luz que n√£o chegou a ser lampejo…

E é em suma, o subconsciente ai formidando
Da Natureza que parou, chorando,
No rudimentarismo do Desejo!

Nunca nos Assemelhamos a nós Próprios

O homem não é conhecível a si próprio, porque a sua vida consiste em esforços alternados para ser o que não é, e essa transposição e substituição contínuas de almas irreais e estranhas fazem com que aquilo que na verdade e, ao contrário de Deus, pareça o que nunca é. Mesmo no mais pobre de nós existem pelo menos sete homens.
Há aquele que parece aos outros e o julgado, justamente, sabe quase sempre que não é.
Há aquele que diz ser e ele próprio sabe não ser, porque a vaidade ou medo tornam sempre mentiroso.
Há aquele que julga ser e é o mais distante da verdade, que cada um se inclina para se julgar aquilo que não é, por uma retorsão do orgulho que afasta tudo o pior, que é a maioria.
H√° aquele que quereria ser, o mito pessoal de todo o homem, o sonho reservado ao futuro, aquele que depois deforma todas as autobiografias.
Aquele que finge ser para comodidade e necessidade da vida comum, onde o insensível deve mostrar-se caloroso, o avarento liberal e o vil corajoso.
H√° aquele que se poderia chamar o nosso duplo desconhecido: a personalidade subconsciente,

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