Passagens sobre Aspira√ß√Ķes

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Frases sobre aspira√ß√Ķes, poemas sobre aspira√ß√Ķes e outras passagens sobre aspira√ß√Ķes para ler e compartilhar. Leia as melhores cita√ß√Ķes em Poetris.

O ser humano aspira a amar e a ser amado. √Č essa a nossa aspira√ß√£o mais profunda: amar e ser amados.

A Alma Popular é Totalmente Dominada por Elementos Afectivos e Místicos

A ac√ß√£o cada vez mais consider√°vel das multid√Ķes na vida pol√≠tica imprime especial import√Ęncia ao estudo das opini√Ķes populares. Interpretadas por uma legi√£o de advogados e professores, que as transp√Ķem e lhe dissimulam a mobilidade, a incoer√™ncia e o simplismo, elas permanecem pouco conhecidas. Hoje, o povo soberano √© t√£o adulado quanto foram, outrora, os piores d√©spotas. As suas paix√Ķes baixas, os seus ruidosos apetites, as suas ininteligentes aspira√ß√Ķes suscitam admiradores. Para os pol√≠ticos, servidores da plebe, os factos n√£o existem, as realidades n√£o t√™m nenhum valor, a natureza deve-se submeter a todas as fantasias do n√ļmero.
A alma popular (…) tem, como principal caracter√≠stica, a circunst√Ęncia de ser inteiramente dominada por elementos afectivos e m√≠sticos. N√£o podendo nenhum argumento racional refrear nela as impuls√Ķes criadas por esses elementos, ela obedece-lhes imediatamente.
O lado m√≠stico da alma das multid√Ķes √©, muitas vezes, mais desenvolvido ainda do que o seu lado afectivo. Da√≠ resulta uma intensa necessidade de adorar alguma coisa: deus, feiti√ßo, personagem ou doutrina.
(…) O ponto mais essencial, talvez, da psicologia das multid√Ķes √© a nula influ√™ncia que a raz√£o exerceu nelas. As ideias suscept√≠veis de influenciar as multid√Ķes n√£o s√£o ideias racionais, por√©m sentimentos expressos sob forma de ideias.

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Em Busca Da Beleza VI

O sono – Oh, ilus√£o! – o sono? Quem
Lograr√° esse v√°cuo ao qual aspira
A alma que de aspirar em v√£o delira
E já nem força para querer tem?

Que sono apetecemos? O d’algu√©m
Adormecido na feliz mentira
Da sonolência vaga que nos tira
Todo o sentir na qual a dor nos vem?

Ilus√£o tudo! Querer um sono eterno,
Um descanso, uma paz, não é senão
O √ļltimo anseio desesperado e v√£o.

Perdido, resta o derradeiro inferno
Do tédio intérmino, esse de já não
Nem aspirar a ter aspiração.

O Descontentamento Consigo Próprio

O caso √© o mesmo em todos os v√≠cios: quer seja o daqueles que s√£o atormentados pela indol√™ncia e pelo t√©dio, sujeitos a contantes mudan√ßas de humor, quer o daqueles a quem agrada sempre mais aquilo que deixaram para tr√°s, ou dos que desistem e caem na indol√™ncia. Acrescenta ainda aqueles que em nada diferem de algu√©m com um sono dif√≠cil, que se vira e revira √† procura da posi√ß√£o certa, at√© que adormece de t√£o cansado que fica: mudando constantemente de forma de vida, permanecem naquela ¬ęnovidade¬Ľ at√© descobrirem n√£o o √≥dio √† mudan√ßa, mas a pregui√ßa da velhice em rela√ß√£o √† novidade. Acrescenta ainda os que nunca mudam, n√£o por const√Ęncia, mas por in√©rcia, e vivem n√£o como desejam, mas como sempre viveram. As caracter√≠sticas dos v√≠cios s√£o, pois, inumer√°veis, mas o seu efeito apenas um: o descontentamento consigo pr√≥prio.
Este descontentamento tem a sua origem num desequil√≠brio da alma e nas aspira√ß√Ķes t√≠midas ou menos felizes, quando n√£o ousamos tanto quanto desej√°vamos ou n√£o conseguimos aquilo que pretend√≠amos, e ficamos apenas √† espera. √Č a inevit√°vel condi√ß√£o dos indecisos, estarem sempre inst√°veis, sempre inquietos. Tentam por todas as vias atingir aquilo que desejam, entregam-se e sujeitam-se a pr√°ticas desonestas e √°rduas,

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A Nefasta Hiperdemocracia dos Nossos Tempos

Ningu√©m, creio eu, deplorar√° que as pessoas gozem hoje em maior medida e n√ļmero que antes, j√° que t√™m para isso os apetites e os meios. O mal √© que esta decis√£o tomada pelas massas de assumir as actividades pr√≥prias das minorias, n√£o se manifesta, nem pode manifestar-se, s√≥ na ordem dos prazeres, mas que √© uma maneira geral do tempo. Assim (…) creio que as inova√ß√Ķes pol√≠ticas dos mais recentes anos n√£o significam outra coisa sen√£o o imp√©rio pol√≠tico das massas. A velha democracia vivia temperada por uma dose abundante de liberalismo e de entusiasmo pela lei. Ao servir a estes princ√≠pios o indiv√≠duo obrigava-se a sustentar em si mesmo uma disciplina dif√≠cil. Ao amparo do princ√≠pio liberal e da norma jur√≠dica podiam atuar e viver as minorias. Democracia e Lei, conviv√™ncia legal, eram sin√≥nimos. Hoje assistimos ao triunfo de uma hiperdemocracia em que a massa actua directamente sem lei, por meio de press√Ķes materiais, impondo suas aspira√ß√Ķes e seus gostos.
√Č falso interpretar as situa√ß√Ķes novas como se a massa se houvesse cansado da pol√≠tica e encarregasse a pessoas especiais o seu exerc√≠cio. Pelo contr√°rio. Isso era o que antes acontecia, isso era a democracia liberal. A massa presumia que,

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Para uma m√£e, o projeto de criar um menino √© o projeto mais satisfat√≥rio que ela pode esperar. Ela pode assist√≠-lo, enquanto uma crian√ßa, brincar com os jogos que ela n√£o era autorizada a brincar; ela pode investir nele suas ideias, aspira√ß√Ķes, ambi√ß√Ķes, e valores ‚ÄĒ ou tudo o que tenha sobrado delas; ela pode assistir ao seu filho, que veio da sua carne e cuja vida foi sustentada pelo seu trabalho e devo√ß√£o, personific√°-la no mundo. Ent√£o, enquanto o projeto de criar um menino √© repleto de ambival√™ncia e leva inevitavelmente √† amargura, ele √© o √ļnico projeto que permite a uma mulher ser ‚ÄĒ ser atrav√©s do seu filho, viver por meio do seu filho.

Se Tudo quanto Existe…

Se tudo quanto existe
é lenta evolução,
longa transformação
sem Deus e sem mistério;
se tudo no Universo tem sentido
sem o sopro divino;
se o segredo da vida, a criação,
se explica pela ciência,
e a corrente vital
é também consequência;
se a humana consciência
√© simples equa√ß√£o…
‚ÄĒ que significa a voca√ß√£o do eterno,
que quer dizer a aspiração do Céu
e o terror do inferno?

E se acaso é o instinto a lei da vida,
se a verdade
é só necessidade
inexor√°vel, lenta, laboriosa,

que sábia explicação
tem esta fr√°gil, esta in√ļtil rosa?

O Homem Deformado pela Sociedade

Formou Deus o homem, e o p√īs num para√≠so de del√≠cias; tornou a form√°-lo a sociedade, e o p√īs num inferno de tolices. O homem ‚ÄĒ n√£o o homem que Deus fez, mas o homem que a sociedade tem contrafeito, apertando e for√ßando em seus moldes de ferro aquela pasta de limo que no para√≠so terreal se afei√ßoara √† imagem da divindade ‚ÄĒ o homem assim aleijado como n√≥s o conhecemos, √© o animal mais absurdo, o mais disparatado e incongruente que habita na terra.

Rei nascido de todo o criado, perdeu a realeza: pr√≠ncipe deserdado e proscrito, hoje vaga foragido no meio de seus antigos estados, altivo ainda e soberbo com as recorda√ß√Ķes do passado, baixo, vil e miser√°vel pela desgra√ßa do presente.
Destas duas t√£o apostas actua√ß√Ķes constantes, que j√° per si s√≥s o tornariam rid√≠culo, formou a sociedade, em sua v√£ sabedoria, um sistema quim√©rico, desarrazoado e imposs√≠vel, complicado de regras a qual mais desvairada, encontrado de repugn√Ęncias a qual mais aposta. E vazado este perfeito modelo de sua arte pretensiosa, meteu dentro dele o homem, desfigurou-o, contorceu-o, f√™-lo o tal ente absurdo e disparatado, doente, fraco, raqu√≠tico; colocou-o no meio do √Čden fant√°stico de sua cria√ß√£o ‚ÄĒ verdadeiro inferno de tolices ‚ÄĒ e disse-lhe,

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O Jornal é o Fole Incansável que Assopra a Vaidade Humana

Pelo jornal, e pela reportagem que ser√° a sua fun√ß√£o e a sua for√ßa, tu desenvolver√°s, no teu tempo e na tua terra, todos os males da Vaidade! (…) Como a reportagem hoje se exerce, menos sobre os que influem nos neg√≥cios do Mundo, ou nas direc√ß√Ķes do pensamento , do que, como diz a B√≠blia, sobre toda a ¬ęsorte e condi√ß√Ķes de gente v√£¬Ľ, desde os j√≥queis at√© aos assassinos, a sua indiscriminada publicidade concorre pouco para a documenta√ß√£o da hist√≥ria, e muito, prodigiosamente, escandalosamente, para a propaga√ß√£o das vaidades! O jornal √© com efeito o fole incans√°vel que assopra a vaidade humana, lhe irrita e lhe espalha a chama. De todos os tempos √© ela, a vaidade do homem! J√° sobre ela gemeu o gemebundo Salom√£o, e por ela se perdeu Alcib√≠ades, talvez o maior dos Gregos. Incontestavelmente, por√©m, meu Bento, nunca a vaidade foi, como no nosso danado s√©culo XIX, o motor ofegante do pensamento e da conduta. Nestes estados de civiliza√ß√£o, ruidosos e ocos, tudo deriva da vaidade, tudo tende √† vaidade. E a forma nova da vaidade para o civilizado consiste em ter o seu rico nome impresso no jornal, a sua rica pessoa comentada no jornal!

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Controlar o Desejo de Posse

√Č dif√≠cil, sen√£o imposs√≠vel, determinar os limites dos nossos desejos razo√°veis em rela√ß√£o √† posse. Pois o con¬≠tentamento de cada pessoa, a esse respeito, n√£o repousa numa quantidade absoluta, mas meramente relativa, a sa¬≠ber, na rela√ß√£o entre as suas pretens√Ķes e a sua posse. Por isso, esta √ļltima, considerada nela mesma, √© t√£o vazia de sen¬≠tido quanto o numerador de uma fra√ß√£o sem denomina¬≠dor. Um homem que nunca alimentou a aspira√ß√£o a cer¬≠tos bens, n√£o sente de modo algum a sua falta e est√° com¬≠pletamente satisfeito sem eles; enquanto um outro, que possui cem vezes mais do que o primeiro, sente-se infe¬≠liz, porque lhe falta uma s√≥ coisa √† qual aspira.
A esse respeito, cada um tem um horizonte pr√≥prio daquilo que pode alcan√ßar, e as suas pretens√Ķes v√£o at√© onde vai esse horizonte. Quando algum objecto se apresenta a ele nos limites desse horizonte, de modo que possa ter confian¬≠√ßa em alcan√ß√°-lo, sente-se feliz; pelo contr√°rio, sente-se in¬≠feliz quando dificuldades advindas o privam de seme¬≠lhante perspectiva. Aquilo que reside al√©m desse hori¬≠zonte n√£o faz efeito sobre ele. Eis por que as grandes posses do rico n√£o inquietam o pobre, e, por outro lado, o muito que j√° possui,

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O Homem e a Mulher

O homem é a mais elevada das criaturas.
A mulher, o mais sublime dos ideais.
Deus fez para o homem um trono; para a mulher fez um altar.
O trono exalta e o altar santifica.
O homem é o cérebro; a mulher, o coração. O cérebro produz a luz; o coração produz amor. A luz fecunda; o amor ressuscita.
O homem é o génio; a mulher é o anjo. O génio é imensurável; o anjo é indefenível;
A aspiração do homem é a suprema glória; a aspiração da mulher é a virtude extrema; A glória promove a grandeza e a virtude, a divindade.
O homem tem a supremacia; a mulher, a preferência. A supremacia significa a força; a preferência representa o direito.
O homem é forte pela razão; a mulher, invencível pelas lágrimas.
A raz√£o convence e as l√°grimas comovem.
O homem é capaz de todos os heroísmos; a mulher, de todos os martírios. O heroísmo enobrece e o martírio purifica.
O homem pensa e a mulher sonha. Pensar é ter uma larva no cérebro; sonhar é ter na fronte uma auréola.
O homem é a águia que voa;

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O Desejo e a Posse

Um homem n√£o se sente totalmente privado dos bens aos quais nunca sonhou aspirar, mas fica muito satisfeito mesmo sem eles, enquanto outro que possua cem vezes mais do que o primeiro sente-se infeliz quando lhe falta uma √ļnica coisa que tenha desejado. A esse respeito, cada um tem tamb√©m um horizonte pr√≥prio daquilo que lhe √© poss√≠vel atingir, e as suas pretens√Ķes t√™m uma extens√£o semelhante a esse horizonte. Quando determinado objecto, situado dentro desses limites, se lhe apresenta de modo que o fa√ßa acreditar na possibilidade de alcan√ß√°-lo, o homem sente-se feliz; em contrapartida, sentir-se-√† infleliz quando eventuais dificuldades lhe tirarem tal possibilidade. Tudo o que estiver situado externamente a esse campo visual n√£o agir√° de forma alguma sobre ele. Por esse motivo, as grandes propriedades dos ricos n√£o perturbam o pobre, e, por outro lado, para o rico cujos prop√≥sitos tenham fracassado, serve de consolo as muitas coisas que j√° possui. (A riqueza assemelha-se √† √°gua do mar; quanto mais dela se bebe, mais sede se tem. O mesmo vale para a gl√≥ria).

O facto de que o nosso humor habitual não resulte muito diferente do anterior após a perda de uma riqueza ou do bem-estar,

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Dá Tempo à Tua Vocação

Nunca d√™s ouvidos √†queles que, no desejo de te servir, te aconselham a renunciar a uma das tuas aspira√ß√Ķes. Tu bem sabes qual √© a tua voca√ß√£o, pois a sentes exercer press√£o sobre ti. E, se a atrai√ßoas, √© a ti que desfiguras. Mas fica sabendo que a tua verdade se far√° lentamente, pois ela √© nascimento de √°rvore e n√£o descoberta de uma f√≥rmula. O tempo √© que desempenha o papel mais importante, porque se trata de te tornares outro e de subires uma montanha dif√≠cil. Porque o ser novo, que √© unidade libertada no meio da confus√£o das coisas, n√£o se te imp√Ķe como a solu√ß√£o de um enigma, mas como um apaziguamento dos lit√≠gios e uma cura dos ferimentos. E s√≥ vir√°s a conhecer o seu poder, uma vez que ele se tiver realizado. Nada me pareceu t√£o √ļtil ao homem como o sil√™ncio e a lentid√£o. Por isso os tenho honrado sempe como deuses por demais esquecidos.

Amea√ßas e promessas baseiam-se nas aspira√ß√Ķes permanentes do homem

Amea√ßas e promessas baseiam-se nas aspira√ß√Ķes permanentes do homem.

A filosofia pode perfeitamente ter sido um fen√≥meno puramente hist√≥rico. E acabar. Deixando o campo √†s aspira√ß√Ķes puramente religiosas, que s√£o as eternas do homem. E, na realidade, as √ļnicas que poder√£o conduzi-lo a uma plena vit√≥ria sobre o mundo; e sobre si pr√≥prio, que ainda √© o mais dif√≠cil.

Os seres humanos s√£o divididos em mente e corpo. A mente abra√ßa todas as nossas aspira√ß√Ķes nobres, como a poesia e a filosofia, mas o corpo √© que que tem todo o divertimento.

As revolu√ß√Ķes morais, como as sociais, se infiltram pouco a pouco nas id√©ias, germinam durante s√©culos, explodem de repente e fazem desabar o edif√≠cio apodrecido do passado, que n√£o est√° mais em harmonia com as novas necessidades e aspira√ß√Ķes.

Poeminha da Negação da Afirmação

Sou um homem bem comum
sem nenhuma aspiração.
N√£o quero ser general
e muito menos sult√£o.
Sou moderado de gastos,
de ambição reduzida,
n√£o sonho ser big-shot
estou contente da vida.
Nunca invejei o próximo
nem lhe cobiço a mulher,
pego o meu lugar na fila
e seja o que Deus quiser.
N√£o sou mau pai, nem mau esposo,
Grosseiro nem invejoso
Рsó um pouco mentiroso.

O Maior Amor e as Coisas que Se Amam

Tomara poder desempenhar-me, sem hesita√ß√Ķes nem ansiedades, deste mandato subjectivo cuja execu√ß√£o por demorada ou imperfeita me tortura e dormir descansadamente, fosse onde fosse, pl√°tano ou cedro que me cobrisse, levando na alma como uma parcela do mundo, entre uma saudade e uma aspira√ß√£o, a consci√™ncia de um dever cumprido.

Mas dia a dia o que vejo em torno meu me aponta novos deveres, novas responsabilidades da minha intelig√™ncia para com o meu senso moral. Hora a hora a (…) que escreve as s√°tiras surge col√©rica em mim. Hora a hora a express√£o me falha. Hora a hora a vontade fraqueja. Hora a hora sinto avan√ßar sobre mim o tempo. Hora a hora me conhe√ßo, m√£os in√ļteis e olhar amargurado, levando para a terra fria uma alma que n√£o soube contar, um cora√ß√£o j√° apodrecido, morto j√° e na estagna√ß√£o da aspira√ß√£o indefinida, inutilizada.

Nem choro. Como chorar? Eu desejaria poder querer (desejar) trabalhar, febrilmente trabalhar para que esta p√°tria que v√≥s n√£o conheceis fosse grande como o sentimento que eu sinto quando n’ela penso. Nada fa√ßo. Nem a mim mesmo ouso dizer: amo a p√°tria, amo a humanidade. Parece um cinismo supremo. Para comigo mesmo tenho um pudor em diz√™-lo.

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A felicidade é o estado no mundo de um ser razoável, a quem, em todo o curso da sua existência, tudo acontece segundo a sua aspiração e a sua vontade.