Cita√ß√Ķes sobre Comunidade

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Frases sobre comunidade, poemas sobre comunidade e outras cita√ß√Ķes sobre comunidade para ler e compartilhar. Leia as melhores cita√ß√Ķes em Poetris.

Por que é que o sofrimento dos animais me comove tanto? Porque fazem parte da mesma comunidade a que pertenço, da mesma forma que meus próprios semelhantes.

A Realidade Histórica é Equívoca e Inesgotável

O historiador pertence ao devir que descreve. Está situado após os acontecimentos, mas na mesma evolução. A ciência histórica é uma forma de consciência que uma comunidade toma de si mesma, um elemento da vida colectiva, como o conhecimento de si um aspecto da consciência pessoal, um dos factores do destino individual. Não é ela função simultaneamente da situação actual, que por definição muda com o tempo, e da vontade que anima o sábio, incapaz de se destacar de si mesmo e do seu objecto?
Mas, por outro lado, ao contr√°rio, o historiador busca penetrar a consci√™ncia de outrem. √Č, em rela√ß√£o ao ser hist√≥rico, o outro. Psic√≥logo, estratega ou fil√≥sofo, observa sempre do exterior. N√£o pode nem pensar o seu her√≥i, como este se pensa a si mesmo, nem ver a batalha como o general a viu ou viveu, nem compreender uma doutrina do mesmo modo que o criador.
Finalmente, quer se trate de interpretar um acto ou uma obra, devemos reconstu√≠-los conceptualmente. Ora n√≥s temos sempre de escolher entre m√ļltiplos sistemas, pois a ideia √© ao mesmo tempo imanente e transcendente √† vida: todos os monumentos existem por eles mesmos num universo espiritual, a l√≥gica jur√≠dica e econ√≥mica √© interna √† realidade social e superior √† consci√™ncia individual.

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A melhor constitui√ß√£o e forma do Estado √© aquela que eleva as melhores mentes da comunidade para posi√ß√Ķes de lideran√ßa e influ√™ncia. Mas, assim como na vida econ√īmica, os homens h√°beis n√£o devem ser apontados de cima, mas sim precisam lutar entre si.

A Essência do Fanatismo

A ess√™ncia do fanatismo consiste em considerar determinado problema como t√£o importante que ultrapasse qualquer outro. Os bizantinos, nos dias que precederam a conquista turca, entendiam ser mais importante evitar o uso do p√£o √°zimo na comunh√£o do que salvar Constantinopla para a cristandade. Muitos habitantes da pen√≠nsula indiana est√£o dispostos a precipitar o seu pa√≠s na ru√≠na por divergirem numa quest√£o importante: saber se o pecado mais detest√°vel consiste em comer carne de porco ou de vaca. Os reaccion√°rios amercianos prefiririam perder a pr√≥xima guerra do que empregar nas investiga√ß√Ķes at√≥micas qualquer indiv√≠duo cujo primo em segundo grau tivesse encontrado um comunista nalguma regi√£o. Durante a Primeira Guerra Mundial, os escoceses sabat√°rios, a despeito da escassez de v√≠veres provocada pela actividade dos submarinos alem√£es, protestavam contra a planta√ß√£o de batatas ao domingo e diziam que a c√≥lera divina, devido a esse pecado, explicava os nossos malogros militares. Os que op√Ķem objec√ß√Ķes teol√≥gicas √† limita√ß√£o dos nascimentos, consentem que a fome, a mis√©ria e a guerra persistam at√© ao fim dos tempos porque n√£o podem esquecer um texto, mal interpretado, do G√©nese. Os partid√°rios entusiastas do comunismo, tal como os seus maiores inimigos, preferem ver a ra√ßa humana exterminada pela radioactividade do que chegar a um compromisso com o mal –

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Combater é uma Diminuição

Combater √©, em termos absolutos, uma diminui√ß√£o. O homem, quer defenda a p√°tria, quer defenda as ideias, desde que passa os dias aos tiros ao vizinho, mesmo que o vizinho seja o monstro dos monstros, est√° a perder grandeza. Sempre que por qualquer motivo a raz√£o passou a servir a paix√£o, houve um apoucamento do espirito, e √© dif√≠cil que o esp√≠rito se salve num processo onde ele entra diminu√≠do. Mas quando numa comunidade algu√©m endoidece e desata a ferir a torto e a direito, √© preciso dominar o possesso de qualquer forma, e a guerra √© fatal. Ent√£o, embora sabendo que vai empobrecer a sua alma, o homem normal come√ßa a lutar, e s√≥ a morte ou o triunfo o podem fazer parar. √Č tr√°gico, mas √© natural. O que √© contra todas as leis da vida √© ficar ao lado da contenda como espectador. Sendo uma diminui√ß√£o combater, √© uma trai√ß√£o sem nome lavar as m√£os do conflito, e passar as horas de bin√≥culo assestado a contemplar a desgra√ßa do alto dum monte. Assim √© que nada se salva. Fica-se homem sem qualquer sentido, manequim vestido de gente, coisa que n√£o tem personalidade. Porque nem se representa a intelig√™ncia,

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Fraternidade

Não me dói nada meu particular.
Peno cilícios da comunidade.
√Āgua dum rio doce, entrei no mar
E salguei-me no sal da imensidade.

Dei o sossego às ondas
Da multid√£o.
E agora tenho chagas
No coração
E uma ang√ļstia secreta.

Mas não podia, lírico poeta,
Ficar, de avena, a exercitar o ouvido,
Longe do mundo e longe do ruído.

√Čs Feliz?

Só há uma forma de seres feliz: tens de fazer por isso.

√Čs feliz? Queres ser? Fazes alguma coisa por isso?

Se fores, maravilha, transportas a bel√≠ssima responsabilidade de inspirar os outros a s√™-lo tamb√©m. Se ainda n√£o √©s, mas queres s√™-lo, o que tens feito por isso? Andas a respeitar-te mais vezes? A lutar pela viv√™ncia das tuas vontades? Andas mais perto da natureza? J√° consegues dizer mais vezes aquilo que sentes e aquilo que pensas? J√° n√£o p√Ķes sempre os outros √† tua frente? Come√ßaste a cuidar do teu corpo e da tua alimenta√ß√£o? Reduziste os v√≠cios? Se sim, fant√°stico. Parab√©ns! Gosto muito de pessoas felizes, mas a minha admira√ß√£o vai toda para aqueles que, n√£o o sendo ainda, lutam todos os dias para o ser, pela autodescoberta que os far√° refer√™ncia na vida de todos aqueles que os rodeiam. Agora, e por outro lado, se n√£o tens andado a fazer nada disto nem nada semelhante, mais vale assumires que, afinal, ser feliz n√£o √© uma vontade tua. E est√° tudo bem na mesma. Apenas te pe√ßo, em nome da comunidade dos seres humanos que querem viver e desfrutar desta am√°vel oportunidade que nos foi dada de aqui estar,

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Dando-nos as opini√Ķes dos ignorantes, nos coloca em contato com a ignor√Ęncia de toda a comunidade.

Instinto de Rebanho

Em toda a parte onde encontramos uma moral encontramos uma avalia√ß√£o e uma classifica√ß√£o hier√°rquica dos instintos e dos actos humanos. Essas classifica√ß√Ķes e essas avalia√ß√Ķes s√£o sempre a express√£o das necessidades de uma comunidade, de um rebanho: √© aquilo que aproveita ao rebanho, aquilo que lhe √© √ļtil em primeiro lugar – e em segundo e em terceiro -, que serve tamb√©m de medida suprema do valor de qualquer indiv√≠duo. A moral ensina a este a ser fun√ß√£o do rebanho, a s√≥ atribuir valor em fun√ß√£o deste rebanho. Variando muito as condi√ß√Ķes de conserva√ß√£o de uma comunidade para outra, da√≠ resultam morais muito diferentes; e, se considerarmos todas as transforma√ß√Ķes essenciais que os rebanhos e as comunidades, os Estados e as sociedades s√£o ainda chamados a sofrer, pode-se profetizar que haver√° ainda morais muito divergentes. A moralidade √© o instinto greg√°rio no indiv√≠duo.

Casamento: estado ou condição de uma comunidade formada por um senhor, uma senhora, e dois escravos, totalizando dois.

A Honra e a Vergonha

A raiz e a origem dos sentimentos de honra e vergonha, inerentes a todo o homem que n√£o √© totalmente corrompido, e o supremo valor atribu√≠do ao primeiro reside no que vem a seguir. O homem, por si s√≥, consegue muito pouco e √© um Robinson abandonado: apenas em comunidade com os outros ele √© e consegue muito. Ele d√°-se conta de tal situa√ß√£o a partir do momento em que a sua consci√™ncia come√ßa, de algum modo, a desenvolver-se, e logo que nasce nele a aspira√ß√£o por ser considerado um membro √ļtil da sociedade, portanto, algu√©m capaz de cooperar como homem pleno e, por conseguinte, tendo o direito de participar das vantagens da comunidade humana. Ele consegue-o realizando, em primeiro lugar, aquilo que se exige e espera em geral de cada um, depois, realizando aquilo que se exige e espera dele na posi√ß√£o especial que ocupa. Mas logo ele reconhece que, nesse caso, o importante n√£o √© o que ele representa na sua pr√≥pria opini√£o, mas na opini√£o dos outros.
Por conseguinte, tal é a origem da sua aspiração zelosa pela opinião favorável de outrem, e assim também surge o valor supremo nela depositado. Esses dois elementos aparecem na espontaneidade de um sentimento inato,

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A Comunidade Europeia Vai Ser um Logro

As primeiras d√©cadas do pr√≥ximo mil√©nio ser√£o terr√≠veis. Mis√©ria, fome, corrup√ß√£o, desemprego, viol√™ncia, abater-se-√£o aqui por muito tempo. A Comunidade Europeia vai ser um logro. O Servi√ßo Nacional de Sa√ļde, a maior conquista do 25 de Abril, e Estado Social e a independ√™ncia nacional sofrer√£o grav√≠ssimas rupturas. Abandonados, os idosos v√£o definhar, morrer, por falta de assist√™ncia e de comida. Espoliada, a classe m√©dia declinar√°, s√≥ haver√° muito ricos e muito pobres. A indiferen√ßa que se observa ante, por exemplo, o desmoronar das cidades e o inc√™ndio das florestas √© uma antecipa√ß√£o disso, de outras derrocadas a vir.

A Inteligência e o Carácter das Massas

O nosso tempo √© rico em mentes inventivas, cujas inven√ß√Ķes podem facilitar consideravelmente as nossas vidas. Estamos a atravessar os mares com pot√™ncia e a utilizar a pot√™ncia tamb√©m para libertar a humanidade de todo o trabalho muscular cansativo. Aprendemos a voar e somos capazes de enviar mensagens e not√≠cias sem qualquer dificuldade para todo o mundo atrav√©s de ondas el√©ctricas.
Contudo, a produção e a distribuição de bens estão completamente desorganizadas, de tal forma que toda a gente vive com medo de ser completamente eliminada do ciclo económico, sofrendo deste modo do querer tudo. Para além disso, as pessoas que vivem em países diferentes matam-se umas às outras com intervalos de tempo irregulares, de tal modo que, também por esta razão, todo aquele que pensa no futuro vive no medo e no terror. Isto deve-se ao facto de a inteligência e o carácter das massas serem incomparavelmente menores do que a inteligência e o carácter dos poucos que produzem algo de verdadeiramente válido para a comunidade.
Tenho confian√ßa em que a posteridade ler√° estas afirma√ß√Ķes com um sentimento de orgulho e superioridade justificada.

As Nossas Possibilidades de Felicidade

√Č simplesmente o princ√≠pio do prazer que tra√ßa o programa do objectivo da vida. Este princ√≠pio domina a opera√ß√£o do aparelho mental desde o princ√≠pio; n√£o pode haver d√ļvida quanto √† sua efici√™ncia, e no entanto o seu programa est√° em conflito com o mundo inteiro, tanto com o macrocosmo como com o microcosmo. N√£o pode simplesmente ser executado porque toda a constitui√ß√£o das coisas est√° contra ele; poder√≠amos dizer que a inten√ß√£o de que o homem fosse feliz n√£o estava inclu√≠da no esquema da Cria√ß√£o. Aquilo a que se chama felicidade no seu sentido mais restrito vem da satisfa√ß√£o ‚ÄĒ frequentemente instant√Ęnea ‚ÄĒ de necessidades reprimidas que atingiram uma grande intensidade, e que pela sua natureza s√≥ podem ser uma experi√™ncia transit√≥ria. Quando uma condi√ß√£o desejada pelo princ√≠pio do prazer √© protelada, tem como resultado uma sensa√ß√£o de consolo moderado; somos constitu√≠dos de tal forma que conseguirmos ter prazer intenso em contrastes, e muito menos nos pr√≥prios estados intensos. As nossas possibilidades de felicidade s√£o assim limitadas desde o princ√≠pio pela nossa forma√ß√£o. √Č muito mais f√°cil ser infeliz.
O sofrimento tem três procedências: o nosso corpo, que está destinado à decadência e dissolução e nem sequer pode passar sem a ansiedade e a dor como sinais de perigo;

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O Liberalismo

O regime liberal é aquele em que os direitos da pessoa são apenas considerados inalienáveis aos interesses da comunidade. Por isso, nele se procura assegurar nas leis e na prática o respeito da pessoa mediante o efetivo exercício daqueles direitos, mas não a destruição dela pela anarquia totalitária ou libertária.

(…) Se se entende por liberal todo aquele que acha indispens√°vel que qualquer solu√ß√£o pol√≠tica respeite as liberdades e os direitos fundamentais da pessoa humana, sou efetivamente liberal. Se, por outro lado, se limita a conce√ß√£o de liberalismo ao campo exclusivamente econ√≥mico e se tem como liberal aquele que preconiza a absten√ß√£o do poder pol√≠tico em rela√ß√£o ao campo econ√≥mico e ao campo social, nesse sentido n√£o sou liberal.

Toda a Comunidade nos Torna Vulgares

Viver com uma imensa e orgulhosa calma; sempre para al√©m. – Ter e n√£o ter, arbitrariamente, os seus afectos, o seu pr√≥ e contra, condescender com eles por umas horas; montar sobre eles como em cavalos, frequentemente como em burros; – √© que se deve saber aproveitar a sua estupidez tal como a sua fogosidade. Conservar os seus trezentos primeiros planos; tamb√©m os √≥culos escuros; pois h√° casos em que ningu√©m nos deve olhar nos olhos e muito menos ainda nas nossas ¬ęraz√Ķes¬Ľ. E escolher, para companhia, aquele v√≠cio matreiro e sereno, a cortesia. E ficar senhor das suas quatro virtudes, a coragem, a perspic√°cia, a simpatia, a solid√£o. Pois a solid√£o √© entre n√≥s uma virtude, como tend√™ncia e impulso sublimes do asseio que adivinha como, no contacto de homem para homem – ¬ęem sociedade¬Ľ – tudo √©, inevitavelmente, sujo, Toda a comunidade nos torna de qualquer modo, em qualquer parte, em qualquer altura – ¬ęvulgares¬Ľ.

A Necessidade do Desarmamento

A realiza√ß√£o do plano de desarmamento tem sido prejudicada principalmente por ningu√©m se dar verdadeiramente conta da enorme dificuldade do problema em geral. A maior parte dos objectivos s√≥ s√£o atingidos a passos lentos. Basta pensar na substitui√ß√£o da Monarquia absoluta pela Democracia! √Č um objectivo que conv√©m atingir depressa.
Com efeito, enquanto n√£o for exclu√≠da a possibilidade de guerra, as na√ß√Ķes n√£o prescindir√£o de se prepararem militarmente o melhor poss√≠vel, para poderem enfrentar vitoriosamente a pr√≥xima guerra. Nem t√£o-pouco se prescindir√° de educar a juventude nas tradi√ß√Ķes guerreiras, de alimentar a comezinha vaidade nacional aliada √† glorifica√ß√£o do esp√≠rito guerreiro, enquanto for preciso contar com a possibilidade de vir a fazer uso desse esp√≠rito dos cidad√£os na resolu√ß√£o dos conflitos pelas armas. Armar-se significa precisamente afirmar e preparar a guerra e n√£o a paz! Portanto, n√£o interessa proceder ao desarmamento gradual mas radicalmente, de uma s√≥ vez, ou nunca.
A realiza√ß√£o de t√£o profunda modifica√ß√£o na vida dos povos tem como condi√ß√£o um enorme esfor√ßo moral e o abandono de tradi√ß√Ķes profundamente enraizadas. Quem n√£o estiver preparado para, em caso de conflito, fazer depender o destino da sua p√°tria incondicionalmente das decis√Ķes dum tribunal internacional de arbitragem,

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Casamento: Uma comunidade que consiste em um homem, uma mulher e um(a) amante, num total de duas pessoas.

Vamos, ent√£o, enunciar as fun√ß√Ķes de um estado e vamos facilmente obter o que queremos: Em primeiro lugar, deve haver comida, em segundo lugar, arte, porque a vida requer muitos instrumentos, em terceiro lugar, deve haver bra√ßos, para os membros de uma comunidade t√™m necessidade deles, e em sua pr√≥pria m√£os, tamb√©m, a fim de manter autoridade, tanto contra indiv√≠duos desobedientes e contra agressores externos‚Ķ