Passagens sobre Deus

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O Menino Jesus recorda o laço entre o Reino de Deus e o mistério da infância espiritual. Ele fala dele no Evangelho: «Quem não receber o Reino de Deus como um pequenino não entrará nele» (Marcos 10:15).

Maternidade e paternidade são dons de Deus, mas aceitar o dom, maravilhar-se com a sua beleza e fazê-lo resplandecer na sociedade, isso é a missão dos pais.

Eis o sonho de Deus para a sua criatura dileta: vê-la realizada na união de amor entre homem e mulher; feliz no caminho comum, fecunda na doação recíproca.

Há um julgamento de Deus e também um julgamento da história sobre os nossos atos, a que não se pode escapar.

O fundamentalismo religioso, com efeito, ainda antes de descartar seres humanos perpetrando horrendos massacres, nega Deus, relegando-O a mero pretexto ideológico.

Alguns vão te odiar, fingem que te amam agora. Então, pelas costas, eles tentam te eliminar. Mas quem Deus abençoa, ninguém amaldiçoa!

Mar Português

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma nao é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

Não Há Dor Que Justifique a Fuga

A escuridão, as trevas desesperadas, é esse o círculo terrível da vida do dia-a-dia. Por que é que uma pessoa se levanta de manhã, come, bebe e se deita outra vez? A criança, o selvagem, o jovem saudável, o animal não padecem sob a rotina deste círculo de coisas e actividades indiferentes. Aquele a quem os pensamentos não atormentam, alegra-se com o levantar pela manhã e com o comer e o beber, acha que é o suficiente e não quer outra coisa.
Mas quem viu esta naturalidade perder-se, procura no decurso do dia, ansioso e desperto, os momentos da verdadeira vida cujas cintilações o tornam feliz e que apagam a sensação de que o tempo reúne em si todos os pensamentos relativos ao sentido e ao objectivo de tudo. Podem chamar a esses momentos, momentos criadores, porque parece que trazem a sensação de união com o criador, porque se sente tudo como desejado, mesmo que seja obra do acaso. É aquilo a que os místicos chamam união com Deus. Talvez seja a luz muito clara desses momentos que faz parecer tudo tão escuro, talvez a libertadora e maravilhosa leveza desses momentos faça sentir o resto da vida tão pesada,

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Felizmente, até na Igreja os tempos estão mudados. Porque eu recordo, quando era criança, que se ouvia dizer nas famílias católicas, e também na minha: «Não, a casa deles não se pode ir, porque não são casados pela Igreja.» Era como uma exclusão. Não, não se podia ir! Ou porque eram socialistas ou ateus, dizia-se: «Não se pode ir a casa deles!» Hoje em dia, graças a Deus, já não se diz.

Pedimos ao Senhor vida, saúde, afetos, felicidade; e está certo fazê-lo, mas com a consciência de que até da morte Deus sabe extrair vida, que é possível experimentar a paz mesmo na doença e que até na solidão pode haver serenidade, e bem-aventurança no pranto. Não somos nós que podemos ensinar a Deus o que Ele deve fazer, aquilo de que temos necessidade. Ele sabe-o melhor do que nós.

Caim diz que não sabe o que aconteceu ao seu irmão, diz que não é seu guardião. Não se sente responsável pela sua vida, pela sua sorte. Não se sente implicado. É indiferente em relação ao seu irmão. Deus, pelo contrário, não é indiferente: o sangue de Abel tem grande valor a Seus olhos e pede a Caim que preste contas dele.

Julgar os outros leva-nos à hipocrisia. E Jesus define mesmo como «hipócritas» aqueles que se põem a julgar os outros. Porque a pessoa que julga erra, confunde-se e acaba derrotada. Quem julga engana-se sempre. E engana-se porque assume o lugar de Deus, que é o único juiz.

Sabemos que ninguém se pode considerar justo diante de Deus. Mas ninguém pode viver sem a certeza de encontrar o perdão!

A primeira forma de indiferença na sociedade humana é para com Deus, da qual nasce também a indiferença para com o próximo e para com a Criação.

A família tem muitos problemas que a põem à prova. Uma dessas provas é a pobreza. Estamos a pensar nas muitas famílias que povoam as periferias das megalópoles, mas também nas zonas rurais… Quanta miséria, quanta degradação! Apesar de tudo, há famílias pobres que procuram levar com dignidade a sua vida quotidiana, confiando muitas vezes na bênção de Deus.