Cita√ß√Ķes sobre Dieta

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Estamos Nós Realmente Salvando o Mundo?

Hoje a pergunta com que nos confrontamos é simples: estamos nós realmente salvando o mundo? Não me parece que a resposta possa ser aquela que gostaríamos. O mundo só pode ser salvo se for outro, se esse outro mundo nascer em nós e nos fizer nascer nele.
Mas nem o mundo est√° sendo salvo nem ele nos salva enquanto seres de exist√™ncia √ļnica e irrepet√≠vel. Alguns de n√≥s estar√£o fazendo coisas que acreditam ser important√≠ssimas. Mas poucos ter√£o a cren√ßa que est√£o mudando o nosso futuro. A maior parte de n√≥s est√° apenas gerindo uma condi√ß√£o que sabemos torta, geneticamente modificada ao sabor de um enorme laborat√≥rio para o qual todos trabalhamos mesmo sem vencimento.

Se alguma coisa queremos mudar e parece que mudar √© preciso, temos que enfrentar algumas perguntas. A primeira das quais √© como estamos n√≥s, bi√≥logos, pensando a ci√™ncia biol√≥gica? Antes de sermos cientistas somos cidad√£os cr√≠ticos, capazes de questionar os pressupostos que nos s√£o entregues como sendo ¬ęnaturais¬Ľ. A verdade, colegas, √© que estamos hoje perante uma natureza muito pouco natural.

E é aqui que o pecado da preguiça pode estar ganhando corpo. Uma subtil e silenciosa preguiça pode levar a abandonar a reflexão sobre o nosso próprio objecto de trabalho.

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A Preguiça como Obstáculo à Liberdade

A pregui√ßa e a cobardia s√£o as causas por que os homens em t√£o grande parte, ap√≥s a natureza os ter h√° muito libertado do controlo alheio, continuem, no entanto, de boa vontade menores durante toda a vida; e tamb√©m por que a outros se torna t√£o f√°cil assumirem-se como seus tutores. √Č t√£o c√≥modo ser menor.
Se eu tiver um livro que tem entendimento por mim, um director espiritual que tem em minha vez consciência moral, um médico que por mim decide da dieta, etc., então não preciso de eu próprio me esforçar. Não me é forçoso pensar, quando posso simplesmente pagar; outros empreenderão por mim essa tarefa aborrecida. Porque a imensa maioria dos homens (inclusive todo o belo sexo) considera a passagem à maioridade difícil e também muito perigosa é que os tutores de boa vontade tomaram a seu cargo a superintendência deles. Depois de, primeiro, terem embrutecido os seus animais domésticos e evitado cuidadosamente que estas criaturas pacíficas ousassem dar um passo para fora da carroça em que as encerraram, mostram-lhes em seguida o perigo que as ameaça, se tentarem andar sozinhas. Ora, este perigo não é assim tão grande, pois aprenderiam por fim muito bem a andar.

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Simplesmente n√£o h√° raz√£o porque os animais devam ser abatidos para servir como dieta humana enquanto existem tantos substitutos. O homem pode viver sem carne.

Os Supermercados

Os supermercados s√£o os pal√°cios dos pobres. N√£o s√£o s√≥ os azarentos e os mal alojados, os que ao longo das gera√ß√Ķes foram reduzindo os gastos da imagina√ß√£o, que frequentam e, de certo modo, vivem o supermercado, as chamadas grandes superf√≠cies. As grandes superf√≠cies com a sua √°rea iluminada e sempre em festa; a concentra√ß√£o dos prazeres correntes, como a alimenta√ß√£o e a imagem oferecida pelo cinema, satisfazem as pequenas ambi√ß√Ķes do quotidiano. N√£o h√° euforia mas h√° um sentimento de parentesco face √†s limita√ß√Ķes de cada um. A chuva e o calor s√£o poupados aos passeantes; a comida ligeira confina com a dieta dos adolescentes; h√° uma emo√ß√£o pr√≥pria que paira nas naves das grandes superf√≠cies. S√£o as catedrais da conveni√™ncia, d√£o a ilus√£o de que o sol quando nasce √© para todos e que a cultura e a seguran√ßa est√£o ao alcance das pequenas bolsas. N√£o h√° pol√≠cia, h√° uma paz de transeunte que a cidade j√° n√£o oferece.

A Canção do Suicida

Só mais um momento.
Que voltem sempre a cortar-me
a corda.
H√° pouco estava t√£o preparado
e havia j√° um pouco de eternidade
nas minhas entranhas.

Estendem-me a colher,
esta colher de vida.
N√£o, quero e j√° n√£o quero,
deixem-me vomitar sobre mim.

Sei que a vida é boa
e que o mundo é uma taça cheia,
mas a mim n√£o me chega ao sangue,
a mim só me sobe à cabeça.

Aos outros alimenta-os, a mim p√Ķe-me doente;
compreendei que h√° quem a despreze.
Durante pelo menos mil anos
preciso agora fazer dieta.

Tradução de Maria João Costa Pereira

Um Cérebro Sempre Jovem

A sociedade est√° a ser varrida por um movimento chamado nova velhice. A norma social para as pessoas de idade era passiva e sombria; confinadas a cadeiras de baloi√ßo, esperava-se que entrassem em decl√≠nio f√≠sico e mental. Agora o inverso √© verdade. As pessoas mais velhas t√™m expetativas mais elevadas de que permanecer√£o ativas e com vitalidade. Consequentemente, a defini√ß√£o de velhice mudou. Num inqu√©rito perguntou-se a uma amostra de baby boomers: “Quando tem in√≠cio a velhice?” A resposta m√©dia foi aos 85. √Ä medida que aumentam as expetativas, o c√©rebro deve claramente manter-se a par e adaptar-se √† nova velhice. A antiga teoria do c√©rebro fixo e estagnado sustentava ser inevit√°vel um c√©rebro que envelhecesse. Supostamente as c√©lulas cerebrais morriam continuamente ao longo do tempo √† medida que uma pessoa envelhecia, e a sua perda era irrevers√≠vel.

Agora que compreendemos qu√£o flex√≠vel e din√Ęmico √© o c√©rebro, a inevitabilidade da perda celular j√° n√£o √© v√°lida. No processo de envelhecimento ‚ÄĒ que progride √† raz√£o de 1% ao ano depois dos trinta anos de idade ‚ÄĒ n√£o h√° duas pessoas que envelhe√ßam de maneira igual. At√© os g√©meos id√™nticos, nascidos com os mesmos genes, ter√£o muito diferentes padr√Ķes de atividade gen√©tica aos setenta anos,

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Escutar o Nosso Corpo

O equil√≠brio √© a base da sa√ļde. Embora seja indiscut√≠vel que uma dieta rica em vitaminas, o exerc√≠cio f√≠sico e a medita√ß√£o s√£o essenciais para uma vida saud√°vel, n√£o existe uma f√≥rmula universal que se aplique a todos os casos. Precisamos de prestar aten√ß√£o ao corpo, √† mente e ao cora√ß√£o singulares que existem em cada um de n√≥s para descobrirmos as nossas necessidades espec√≠ficas. A verdadeira sa√ļde cresce connosco e transforma-se ao longo do tempo. Manter o estado natural de equil√≠brio f√≠sico e emocional √© fundamental para atingirmos um n√≠vel de consci√™ncia superior.
Escutar o nosso corpo √© o primeiro passo para alcan√ßarmos a sa√ļde integral e identificar o nosso bi√≥tipo e tend√™ncias emocionais – os doshas – √© um excelente come√ßo. A partir do momento em que nos consciencializamos das nossas necessidades f√≠sicas podemos adequar dietas e programas de exerc√≠cio √† nossa medida. A verdadeira sa√ļde n√£o se exprime atrav√©s de uma defini√ß√£o gen√©iica mas sim de um equil√≠brio distinto de predisposi√ß√Ķes gen√©ticas, comportamentos adquiridos, idade e perce√ß√Ķes.

Subestimamos com alguma frequ√™ncia a import√Ęncia de uma boa noite de sono. As distra√ß√Ķes induzidas pelo ego -listas de tarefas pendentes, problemas financeiros, crises familiares e medos –

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O √°lcool e uma dieta pobre tamb√©m s√£o grandes assassinos. Deve o governo regular o que vai √† nossa mesa? A persegui√ß√£o √† ind√ļstria do fumo pode parecer justa, mas pode tamb√©m ser o come√ßo do fim para a liberdade.

A Sa√ļde da Alma

A c√©lebre forma de medicina moral (a de Ar√≠ston de Chios), ¬ęa virtude √© a sa√ļde da alma¬Ľ, deveria ser pelo menos assim transformada para se tornar utiliz√°vel: ¬ęA tua virtude √© a sa√ļde da tua alma¬Ľ. Porque em n√≥s n√£o existe qualquer sa√ļde, e todas as experi√™ncias que se fizeram para dar este nome a qualquer coisa malograram-se miseravelmente. Importa que se conhe√ßa o seu objectivo, o seu horizonte, as suas for√ßas, os seus impulsos, os seus erros e sobretudo o ideal e os fantasmas da sua alma para determinar o que significa a sa√ļde, mesmo para o seu corpo. Existem, portanto, in√ļmeras sa√ļdes do corpo; e quanto mais se permitir ao indiv√≠duo, a quem n√£o podemos comparar-nos, que levante a cabe√ßa, mais se desaprender√° o dogma da ¬ęigualdade dos homens¬Ľ, mais necess√°rio ser√° que os nossos m√©dicos percam a no√ß√£o de uma sa√ļde normal, de uma dieta normal, de um curso normal da doen√ßa. Ser√° s√≥ ent√£o que se poder√° talvez reflectir na sa√ļde e na doen√ßa da alma e colocar a virtude particular de cada um nesta sa√ļde, que corre muito o risco de ser num o contr√°rio do que sucede com outro. Restar√° a grande quest√£o de saber se podemos dispensar a doen√ßa,

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Nada beneficiar√° mais a sa√ļde da humanidade e aumentar√° as chances de sobreviv√™ncia da vida na Terra quanto a dieta vegetariana.

Os Distraídos e os Organizados

O ¬ędistra√≠do¬Ľ √© a figura mais privilegiada de uma fam√≠lia, de um grupo de amigos, de uma empresa. O ¬ędistra√≠do¬Ľ chega sempre atrasado – paci√™ncia, √© distra√≠do. O ¬ędistra√≠do¬Ľ chumba na escola prim√°ria – coitado, √© distra√≠do. O ¬ędistra√≠do¬Ľ n√£o d√° presentes no Natal – deixa l√°, √© distra√≠do. O ¬ędistra√≠do¬Ľ n√£o pergunta pelas an√°lises com que nos and√°vamos a consumir – n√£o foi por mal, j√° sabes que √© distra√≠do. O ¬ędistra√≠do¬Ľ √© engra√ßado e √© fofinho. O seu defeito, na verdade, √© uma virtude. O ¬ędistra√≠do¬Ľ mete nojo e faz inveja ‚Äď e, se h√° uma presen√ßa de que n√£o gostamos nunca de dispensar-nos, √© a do ¬ędistra√≠do¬Ľ. D√° patine, andar com o ¬ędistra√≠do¬Ľ. O ¬ędistra√≠do¬Ľ √© um charme. O ¬ędistra√≠do¬Ľ √© aquilo que n√≥s ser√≠amos se n√£o f√īssemos esta desgra√ßa que somos.

Porque depois, ao longo da vida, o ¬ędistra√≠do¬Ľ fica com os melhores empregos. O ¬ędistra√≠do¬Ľ, bem vistas as coisas, n√£o √© aluado: √© criativo – √© um artista. E o ¬ędistra√≠do¬Ľ fica sempre com as raparigas mais giras tamb√©m. Naturalmente: s√≥ √© distra√≠do quem pode – e o ¬ędistra√≠do¬Ľ √© o mais bonito de n√≥s todos. Tamb√©m por isso, ali√°s, nos d√° jeito emparceirar com o ¬ędistra√≠do¬Ľ: sempre pode ser que a gorda sobre para n√≥s.

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Tenho vivido moderadamente, comendo pouca comida animal, sendo esta n√£o tanto como ingrediente mas sim como condimento para os vegetais, que constituem a minha principal dieta.