Cita√ß√Ķes sobre Aliados

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Exer√ßa seu comando com serenidade. N√£o o fa√ßa sob ¬ępress√£o¬Ľ ou constantes amea√ßas. N√£o menospreze ou ofenda um funcion√°rio. Valorize-o e ele ser√° leal; enalte√ßa-o e ele ser√° seu aliado.

A Habilidade Específica do Político

A habilidade espec√≠fica do pol√≠tico consiste em saber que paix√Ķes pode com maior facilidade despertar e como evitar, quando despertas, que sejam nocivas a ele pr√≥prio e aos seus aliados. Na pol√≠tica como na moeda h√° uma lei de Gresham; o homem que visa a objectivos mais nobres ser√° expulso, excepto naqueles raros momentos (principalmente revolu√ß√Ķes) em que o idealismo se conjuga com um poderoso movimento de paix√£o interesseira. Al√©m disso, como os pol√≠ticos est√£o divididos em grupos rivais, visam a dividir a na√ß√£o, a menos que tenham a sorte de a unir na guerra contra outra. Vivem √† custa do ¬ęru√≠do e da f√ļria, que nada significam¬Ľ. N√£o podem prestar aten√ß√£o a nada que seja dif√≠cil de explicar, nem a nada que n√£o acarrete divis√£o (seja entre na√ß√Ķes ou na frente nacional), nem a nada que reduza o poderio dos pol√≠ticos como classe.

O Segredo da Boa Disposição

Deixaram-nos aqui. √Č mesmo assim. √Č a vida. Tem gra√ßa, n√£o tem? A vida tem gra√ßa. N√≥s temos gra√ßa. √Č engra√ßado estarmos todos aqui. A incerteza geral da exist√™ncia, aliada √† certeza particular do facto de termos nascido e de irmos um dia esticar o pernil, √© de morrer a rir. Entre outras coisas. J√° que nos puseram aqui, indispostos, mal distribu√≠dos, condenados √† confus√£o e √† companhia dos outros, o m√≠nimo que podemos fazer √© pormo-nos o mais bem dispostos que pudermos.
O segredo da minha boa disposi√ß√£o √© pensar o mais poss√≠vel nos outros ‚Äď nos outros que amo e que me t√™m de aturar, nos outros de quem s√≥ conhe√ßo o sofrimento e me fazem sentir a sorte que tenho em sofrer t√£o poucochinho ‚Äď e o menos poss√≠vel em mim. Quanto mais eu me desprezo e desconhe√ßo, quanto mais eu entriste√ßo de me entender, mais preciso que haja quem goste de mim. Ou pelo menos da minha companhia.

Se Te Disserem

Se te disserem que um gorila salvou a tua irm√£
E que não é bonito pensares a todo o momento
Na caixa de correio vazia
Pensa bem, mano, na fórmula que adoptaste
Para uma sociedade sem classes
Onde n√£o adianta patinar na relva como os ursos.
Só eles possuem o dom do peso
Aliado à levitação,
Mas a um qualquer é permitido rir
E falar alto como se acordasse em forma.
Fora do orabolas em que foste criado
Há muita coisa à espera de ser vista
Pela primeira vez
Se guardi√£o-centauro de crespas unhas
Pronto ao disparo da saliva
Em vez de balas.
Não te rias de quem sofre à beira de água
Porque deles é também o reino da luta.
Na feira onde o loureiro medra ao qu√Įl√≥metro dezassete
E se afoga a virtude em c√Ęntaros de √°gua
Não há lugar para a débil panaceia de risos.
As √°rvores crescem e tu com todas
Fora do ped√ļnculo
Junto à terra

Os grandes espíritos são seguramente aliados da loucura, separam-nos finas paredes.

A Melhor Forma de Combater o Inimigo é tê-lo perto de Ti

Se receias que algu√©m se aproveite da tua aus√™ncia para fazer queixas ou espalhar cal√ļnias contra ti, arranja um pretexto amig√°vel e pede-lhe que te acompanhe na viagem, na ca√ßada ou na guerra. Vigia-o e, quando estiveres na sua companhia, √† mesa ou noutro s√≠tio, n√£o deixes que se afaste. De igual modo, para evitar que uma na√ß√£o aproveite uma das tuas expedi√ß√Ķes para te declarar guerra, leva contigo o escol dessa na√ß√£o – como se n√£o tivesses aliados mais fi√©is -, mas procura que essa gente seja escoltada por um pequeno grupo de homens armados dedicados ao teu servi√ßo.

Considera√ß√Ķes sobre a Vingan√ßa

A vingan√ßa √© uma esp√©cie de justi√ßa b√°rbara, de tal maneira que quanto mais a natureza humana se inclinar para ela, tanto mais a deve a lei extermin√°-la. Porque a primeira inj√ļria n√£o faz mais que ofender a lei, ao passo que a vingan√ßa da inj√ļria p√Ķe a lei fora do seu of√≠cio. De certo, ao exercer a vingan√ßa, o homem iguala-se ao inimigo; mas, passando sobre ela, √©-lhe superior; porque √© pr√≥prio do pr√≠ncipe perdoar. E tenho a certeza que Salom√£o disse: ¬ę√Č glorioso para um homem desdenhar uma ofensa¬Ľ. O que passou, passou, e √© irrevog√°vel; os homens prudentes j√° t√™m bastante que fazer com as coisas presentes e vindouras; n√£o devem, portanto, preocupar-se com bagatelas como o trabalhar em coisas pret√©ritas.
Não há homem que faça o mal pelo mal, mas apenas na perseguição do lucro, do prazer ou da honra, etc. Porque hei-de ficar ressentido com alguém, apenas pela razão de que ele mais ama a si próprio do que a mim? E se alguém me fez mal, apenas por pura maldade, então, esse é unicamente como a roseira e o cardo que picam e arranham apenas porque não podem de outra forma proceder. A espécie mais tolerável de vingança ainda é aquela que vai contra ofensas que na lei não encontram remédio;

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A Necessidade do Desarmamento

A realiza√ß√£o do plano de desarmamento tem sido prejudicada principalmente por ningu√©m se dar verdadeiramente conta da enorme dificuldade do problema em geral. A maior parte dos objectivos s√≥ s√£o atingidos a passos lentos. Basta pensar na substitui√ß√£o da Monarquia absoluta pela Democracia! √Č um objectivo que conv√©m atingir depressa.
Com efeito, enquanto n√£o for exclu√≠da a possibilidade de guerra, as na√ß√Ķes n√£o prescindir√£o de se prepararem militarmente o melhor poss√≠vel, para poderem enfrentar vitoriosamente a pr√≥xima guerra. Nem t√£o-pouco se prescindir√° de educar a juventude nas tradi√ß√Ķes guerreiras, de alimentar a comezinha vaidade nacional aliada √† glorifica√ß√£o do esp√≠rito guerreiro, enquanto for preciso contar com a possibilidade de vir a fazer uso desse esp√≠rito dos cidad√£os na resolu√ß√£o dos conflitos pelas armas. Armar-se significa precisamente afirmar e preparar a guerra e n√£o a paz! Portanto, n√£o interessa proceder ao desarmamento gradual mas radicalmente, de uma s√≥ vez, ou nunca.
A realiza√ß√£o de t√£o profunda modifica√ß√£o na vida dos povos tem como condi√ß√£o um enorme esfor√ßo moral e o abandono de tradi√ß√Ķes profundamente enraizadas. Quem n√£o estiver preparado para, em caso de conflito, fazer depender o destino da sua p√°tria incondicionalmente das decis√Ķes dum tribunal internacional de arbitragem,

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Ainda que verdadeira para nós, uma simples frase mal medida aliada à crueldade de uma expressão facial sem qualquer espécie de piedade, pode causar danos irreversíveis numa pessoa que já se encontra fragilizada pela sua realidade atual.

Os poetas e os romancistas são aliados preciosos, e o seu testemunho merece a mais alta consideração, porque eles conhecem, entre o céu e a terra, muitas coisas que a nossa sabedoria escolar nem sequer sonha ainda. São, no conhecimento da alma, nossos mestres, que somos homens vulgares, pois bebem de fontes que não se tornaram ainda acessíveis à ciência.

Do Vale à Montanha

Do vale à montanha,
Da montanha ao monte, cavalo de sombra,
Cavaleiro monge,
Por casas, por prados,
Por Quinta e por fonte,
Caminhais aliados.

Do vale à montanha,
Da montanha ao monte,
Cavalo de sombra,
Cavaleiro monge,
Por penhascos pretos,
Atr√°s e defronte,
Caminhais secretos.

Do vale à montanha,
Da montanha ao monte,
Cavalo de sombra,
Cavaleiro monge,
Por quanto é sem fim,
Sem ninguém que o conte,
Caminhais em mim.

A Coragem de Seres Só

Uma arma de triunfo te dei, sobre todas as outras: a coragem de seres s√≥; deixou de te afectar como argumento ou for√ßa esmagadora a alheia opini√£o, as ligeiras correntes e os redemoinhos do mar; rocha pequena, mas segura, sobre ti se h√£o-de erguer, para que ven√ßam a noite, as luzes salvadoras; n√£o te prendem os louvores dos que te querem aliado, nem as amea√ßas dos contr√°rios; tra√ßaste a tua rota e h√°s-de segui-la at√© ao fim, sem que te desviem as variadas press√Ķes. S√≥ e constante, mesmo em face do tempo; os anos que rolam tu os consideras elemento de experi√™ncia; para os homens futuros epis√≥dios sem valor; se eles te abaterem, s√≥ ter√£o abatido o que h√° de menos valioso; e contribuir√£o para que melhor se afirme o que puseste como li√ß√£o da tua vida; a muitos absorve o actual; mas a ti, que tens como tua grande linha de cultura, e porventura tua alma, a posse das largas perspectivas, a hora come√ßando te v√™ firme e firme te abandona. Nenhuma est√≥ica rigidez neste teu porte; antes a compassada lentid√£o, a facilidade male√°vel de bom ginasta; n√£o √© por amor da Humanidade que h√°s-de perder as mais fundas qualidades de homem.

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Um dos maiores trav√Ķes aos delitos n√£o √© a crueldade das penas, mas a sua infalibilidade (…) A certeza de um castigo, mesmo moderado, causar√° sempre impress√£o mais intensa que o temor de outro mais severo, aliado √† esperan√ßa de impunidade.

A Crise da Indiferença e do Desalento

Hoje mais do que nunca, nesta hora angustiosa que atravessa o Pa√≠s, mantenho os Meus indiscut√≠veis direitos ao Trono de Meus Maiores. (…) Politicamente: a desuni√£o, a anarquia e o terror, verdadeiras significa√ß√Ķes do bolchevismo. Economicamente: a fome a bater √† porta dos pobres especialmente, a fome a aliada mais poderosa da desordem. Financeiramente: a ru√≠na que cada dia se aproxima, pois basta ver o que s√£o hoje a nossa circula√ß√£o fiduci√°ria, a nossa d√≠vida e o descr√©dito do dinheiro portugu√™s. Na nossa situa√ß√£o internacional melhor √© nem falar, t√£o graves s√£o as apreens√Ķes que acerca dela surgem de todos os lados. Por cima de todas estas coisas, h√° uma outra pior ainda, se poss√≠vel √©: a crise da indiferen√ßa e do desalento! (…) N√£o abdicamos dos nossos princ√≠pios, pois representam aqueles que durante s√©culos fizeram a gl√≥ria de Portugal, mas quando vemos o nosso Pa√≠s afundar-se √© nosso dever oferecer √† M√£e P√°tria os nossos servi√ßos para a socorrer.

Uma Alma Amante e Terna

Jamais houve alma mais amante ou terna do que a minha, alma mais repleta de bondade, de compaix√£o, de tudo o que √© ternura e amor. Contudo, nenhuma alma h√° t√£o solit√°ria como a minha – solit√°ria, note-se, n√£o merc√™ de circunst√Ęncias exteriores, mas sim de circunst√Ęncias interiores. O que quero dizer √©: a par da minha grande ternura e bondade, entrou no mau car√°cter um elemento da natureza inteiramente oposto, um elemento de tristeza, egocentrismo, portanto de ego√≠smo, produzindo um efeito duplo: deformar e prejudicar o desenvolvimento e a plena ac√ß√£o interna daquelas outras qualidades, e prejudicar, deprimindo a vontade, a sua plena ac√ß√£o externa, a sua manifesta√ß√£o. Hei-de analisar isto; um dia hei-de examinar melhor, destrin√ßar, os elementos que constituem o meu car√°cter, pois a minha curiosidade acerca de tudo, aliada √† minha curiosidade por mim pr√≥prio e pelo meu car√°cter, conduz a uma tentativa para compreender a minha personalidade.