Cita√ß√Ķes sobre Emprego

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Frases sobre emprego, poemas sobre emprego e outras cita√ß√Ķes sobre emprego para ler e compartilhar. Leia as melhores cita√ß√Ķes em Poetris.

Se um emprego não te excitar de alguma maneira Рem que fazes apenas por fazer Рnão permaneças aí.

Eu digo aos meus alunos: ¬ęQuando conseguirem obter esses empregos para os quais foram treinados de forma t√£o brilhante, lembrem-se que o vosso trabalho real √© que, se forem livres, t√™m que libertar algu√©m. Se tiverem poder, ent√£o o vosso trabalho √© darem poder a algu√©m. Isto n√£o √© apenas um jogo de ganhar rebu√ßados.¬Ľ.

Serenidade Desperta

Tenho tanta coisa para fazer. Pois, mas aquilo que faz, f√°-lo com qualidade? Conduzir at√© ao emprego, falar com os clientes, trabalhar no computador, fazer recados, lidar com os incont√°veis afazeres que preenchem a sua vida quotidiana – at√© que ponto √© que se entrega √†s coisas que faz? E realiza-as com entrega, sem resist√™ncia, ou, pelo contr√°rio, sem se entregar e resistindo √† ac√ß√£o? √Č isto que determina o sucesso na vida e n√£o a dose de esfor√ßo que se despende. O esfor√ßo implica stresse e desgaste f√≠sico, implica a necessidade absoluta de atingir um determinado objectivo ou de alcan√ßar um determinado resultado.

√Č capaz de detectar dentro de si at√© a mais pequena sensa√ß√£o de n√£o quererestar a fazer aquilo que est√° a fazer? Isso √© uma nega√ß√£o da vida e, desse modo, n√£o ser√° poss√≠vel obter resultados verdadeiramente bons.

Se for capaz de descobrir aquela sensa√ß√£o, ser√° que tamb√©m consegue abdicar dela e entregar–se completamente √†quilo que faz?

‚ÄúFazer uma coisa de cada vez”, foi assim que um Mestre Zen definiu o esp√≠rito da filosofia Zen.

Fazer uma coisa de cada vez significa estar nela por inteiro, concentrar nela toda a sua atenção.

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Boa e M√° Literatura

O que acontece na literatura n√£o √© diferente do que acontece na vida: para onde quer que se volte, depara-se imediatamente com a incorrig√≠vel plebe da humanidade, que se encontra por toda a parte em legi√Ķes, preenchendo todos os espa√ßos e sujando tudo, como as moscas no ver√£o.
Eis a raz√£o do n√ļmero incalcul√°vel de livros maus, essa erva daninha da literatura que tudo invade, que tira o alimento do trigo e o sufoca. De facto, eles arrancam tempo, dinheiro e aten√ß√£o do p√ļblico – coisas que, por direito, pertencem aos bons livros e aos seus nobres fins – e s√£o escritos com a √ļnica inten√ß√£o de proporcionar algum lucro ou emprego. Portanto, n√£o s√£o apenas in√ļteis, mas tamb√©m positivamente prejudiciais. Nove d√©cimos de toda a nossa literatura actual n√£o possui outro objectivo sen√£o o de extrair alguns t√°leres do bolso do p√ļblico: para isso, autores, editores e recenseadores conjuraram firmemente.
Um golpe astuto e maldoso, porém notável, é o que teve êxito junto aos literatos, aos escrevinhadores que buscam o pão de cada dia e aos polígrafos de pouca conta, contra o bom gosto e a verdadeira educação da época, uma vez que eles conseguiram dominar todo o mundo elegante,

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√Č o medo de perder seu emprego que restringe suas fraudes e corrige sua neglig√™ncia.

Civilização de Especialistas

A verdade √© que hoje vivemos numa civiliza√ß√£o de especialistas e que √© v√£o todo o empenho de que seja de outro modo. Sob pena de n√£o ser eficiente, o homem das artes, das ci√™ncias e das t√©cnicas tem de se especializar, para que domine aqueles segredos de bibliografia ou de pr√°tica, e para que obtenha os jeitos e a forte concentra√ß√£o de pensamento que se tornam necess√°rios para que se possa n√£o s√≥ manejar o que se herdou mas acrescentar patrim√≥nio para as gera√ß√Ķes futuras. E, se √© certo que por um lado o especialismo favorece aquela pregui√ßa de ser homem que tanto encontramos no mundo, permite ele, por outro lado, aproveitar em tarefas √ļteis indiv√≠duos que pouco brilhantes seriam no tratamento de conjuntos. O pre√ßo, por√©m, se tem naturalmente de pagar; paga-o o colectivo quando se queixa, e muito justamente, da falta de bons l√≠deres, de homens com uma larga vis√£o de conjunto, que saibam do trabalho de cada um o suficiente para o poderem dirigir e se tenham eles tornado especialistas na dif√≠cil arte de n√£o ter especialidade pr√≥pria sen√£o essa mesma do plano, da previs√£o e do animar na batalha as tropas que, na maior parte das vezes,

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O Professor como Mestre

N√£o me basta o professor honesto e cumpridor dos seus deveres; a sua norma √© burocr√°tica e vejo-o como pouco mais fazendo do que exercer a sua profiss√£o; estou pronto a conceder-lhe todas as qualidades, uma relativa intelig√™ncia e aquele saber que lhe assegura superioridade ante a classe; acho-o digno dos louvores oficiais e das aten√ß√Ķes das pessoas mais s√©rias; creio mesmo que tal distin√ß√£o foi expressamente criada para ele e seus pares. De resto, √© sempre poss√≠vel a compara√ß√£o com tipos inferiores de humanidade; e ante eles o professor exemplar aparece cheio de m√©rito. Simplesmente, notaremos que o ser mestre n√£o √© de modo algum um emprego e que a sua actividade se n√£o pode aferir pelos m√©todos correntes; ganhar a vida √© no professor um acr√©scimo e n√£o o alvo; e o que importa, no seu ju√≠zo final, n√£o √© a ideia que fazem dele os homens do tempo; o que verdadeiramente h√°-de pesar na balan√ßa √© a pedra que lan√ßou para os alicerces do futuro.
A sua contribuição terá sido mínima se o não moveu a tomar o caminho de mestre um imenso amor da humanidade e a clara inteligência dos destinos a que o espírito o chama;

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Diante de uma larga frente de batalha, procure o ponto mais fraco e, alí, ataque com a sua maior força. РPrincípio do Emprego Correto da Força.

Os desempregados pensam que ser√£o felizes se conseguirem emprego e os enfermos pensam que ser√£o felizes se conseguirem sa√ļde. N√£o percebem que no mundo existem muitas pessoas que, apesar de terem emprego e sa√ļde, s√£o infelizes.

O Governo Mundial

Pode evitar-se a guerra por algum tempo por meio de paliativos, expedientes ou uma diplomacia subtil, mas tudo isso √© prec√°rio, e enquanto durar o nosso sistema pol√≠tico actual, pode ser considerado como quase certo que grandes conflitos h√£o-de surgir de vez em quando. Isso acontecer√° inevitavelmente enquanto houver diferentes Esados soberanos, cada um com as suas for√ßas armadas e juiz supremo dos seus pr√≥prios direitos em qualquer disputa. H√° somente um meio de o mundo poder libertar-se da guerra, √© a cria√ß√£o de uma autoridade mundial √ļnica, que possua o monop√≥lio de todas as armas mais perigosas.

Para que um governo mundial pudesse evitar graves conflitos, seria indispens√°vel possuir um m√≠nimo de poderes. Em primeiro lugar precisava de ter o monop√≥lio de todas as principais armas de guerra e as for√ßas armadas necess√°rias para o seu emprego. Devia tamb√©m tomar as precau√ß√Ķes indispens√°veis, quaisquer que fossem, para assegurar, em todas as circunst√Ęncias, a lealdade dessas for√ßas ao governo central.

O governo mundial tinha de formular, portanto, certas regras relativas ao emprego das suas for√ßas armadas. A mais importante determinaria que, em qualquer conflito entre dois Estados. cada um tinha de se submeter √†s decis√Ķes da autoridade mundial.

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A (Má-)Emoção Controlada Pela Razão

H√° a ideia de que quando se concede √† raz√£o inteira liberdade ela destr√≥i todas as emo√ß√Ķes profundas. Esta opini√£o parece-me devida a uma concep√ß√£o inteiramente errada da fun√ß√£o da raz√£o na vida humana. N√£o √© objectivo da raz√£o gerar emo√ß√Ķes, embora possa ser parte da sua fun√ß√£o descobrir os meios de impedir que tais emo√ß√Ķes sejam um obst√°culo ao bem-estar. Descobrir os meios de dminuir o √≥dio e a inveja √© sem d√ļvida parte da fun√ß√£o da psicologia racional. Mas √© um erro supor que diminuindo essas paix√Ķes, diminuiremos ao mesmo tempo a intensidade das paix√Ķes que a raz√£o n√£o condena.
No amor apaixonado, na afei√ß√£o dos pais, na amizade, na benevol√™ncia, na devo√ß√£o √†s ci√™ncias ou √†s artes, nada h√° que a raz√£o deseje diminuir. O homem racional, quando sente essas emo√ß√Ķes, ficar√° contente por as sentir e nada deve fazer para diminuir a sua intensidade, pois todas elas fazem parte da verdadeira vida, isto √©, da vida cujo objectivo √© a felicidade, a pr√≥pria e a dos outros. Nada h√° de irracional nas paix√Ķes como paix√Ķes e muitas pessoas irracionais sentem s√≥mente as paix√Ķes mais triviais. Ningu√©m deve recear que ao optar pela raz√£o torne triste a vida.

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Valorize seus amigos, pois quando perderes tudo nesta vida (emprego, amores, sa√ļde) eles te ajudam a erguer-se e continuar a viver. Contudo se perd√™-los, estar√°s te privando de sabedoria pr√°tica.

Os Expectantes

Entre as defini√ß√Ķes da ilha planet√°ria em que nos encontramos desterrados, uma das mais apropriadas seria: uma grande sala de espera. Uma ter√ßa parte da vida √© anulada numa semimorte, outra gasta em fazer mal a n√≥s mesmos e aos outros e a √ļltima esboroa-se e consome-se na expectativa. Esperamos sempre alguma coisa ou algu√©m – que vem ou n√£o, que passa ou desilude, que satisfaz ou mata. Come√ßa-se, em crian√ßa, a esperar a juventude com impaci√™ncia quase alucinada; depois, quando adolescente, espera-se a independ√™ncia, a fortuna ou porventura apenas um emprego e uma esposa. Os filhos esperam a morte dos pais, os enfermos a cura, os soldados a passagem √† disponibilidade, os professores as f√©rias, os universit√°rios a formatura, as raparigas um marido, os velhos o fim. Quem entrar numa pris√£o verificar√° que todos os reclusos contam os dias que os separam da liberdade; numa escola, numa f√°brica ou num escrit√≥rio, s√≥ encontrar√° criaturas que esperam, contando as horas, o momento da sa√≠da e da fuga. E em toda a parte – nos parques p√ļblicos, nos caf√©s, nas salas – h√° o homem que espera uma mulher ou a mulher que espera um homem. Exames, concursos, noivados, lotarias, semin√°rios,

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Vender seguros, e por muito que de in√≠cio me tenha entusiasmado a ideia de ter um emprego a s√©rio, uma vaga independ√™ncia financeira e uma determinada margem de progress√£o hier√°rquica, t√£o mais consider√°vel quanto me encontrava rodeado de retardados mentais, est√° muito longe de constituir, para mim, a concretiza√ß√£o de um sonho de inf√Ęncia.

Casamento baseia-se na teoria segundo a qual, quando um homem descobre uma marca de cerveja que corresponda exatamente ao seu gosto, ele deve jogar fora seu emprego e ir trabalhar na cervejaria.

Soneto XXXVII

Menos sente o n√£o ver quem cego nasce
Que aquele, que depois de ter gozado
A frescura do rio, fonte e prado,
Nesta beleza os olhos j√° n√£o pasce.

Menos, o que n√£o viu a bela face
Da fortuna, que quem alevantado
No mais alto, caiu daquele estado,
N√£o temendo que esquiva se mostrasse.

Mas contudo n√£o sente tanto o cego
Que j√° viu, o n√£o ver, nem sente assi
O que j√° rico foi, ver-se em pobreza.

Como eu, e tanto mais nisto me emprego,
Quanto mor é o bem em que me vi
Que a vista de seus olhos e a riqueza.