Com a chuva, parece que quanto mais se olha para as nuvens, menos elas parecem dispostas a mandar alguma pinguinha de água. É assim com a maior parte das coisas. É quando a gente se esquece que, de repente…
Frases sobre Chuva
69 resultadosSomos madeira que apanhou chuva. Agora não acendemos nem damos sombra. Temos que secar à luz de um sol que ainda não há. Esse sol só pode nascer dentro de nós.
O cérebro humano é como um chapéu de chuva: funciona melhor quando aberto.
Vai chover amanhã, pensei, vai cair tanta e tanta chuva que será como se a cidade toda tomasse banho. As sarjetas, os bueiros, os esgotos levariam para o rio todo o pó, toda a lama, toda a merda de todas as ruas.
Quer? Então faça acontecer, porque a única coisa que cai do céu é a chuva.
Se nos incomodamos com a chuva que cai lá fora, mesmo estando abrigados, é porque nossa mente está presa a esse fenômeno.
Uns sentem a chuva, outros apenas se molham.
Minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem de grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite.
Não era de água a sua sede. Queria palavras. Não dessas de uso e abuso mas palavras tenras como o capim depois da chuva. Essas de reacender crenças.
Interessante: todos confiam em um cara com uma capa de chuva. Não entendo bem porquê… Talvez seja apenas uma das curiosidades da vida…
Conseguimos encontrar tantas dores quando a chuva cai…
Estamos sempre dentro de uma casa totalmente segura, que é a nossa Imagem Verdadeira indestrutível. Se não nos preocuparmos com a chuva (fenômeno) que cai lá fora, não seremos por ela atingidos.
Em cada vida alguma chuva deve cair, e alguns dias devem ser escuros e sombrios.
A chuva, lá fora, trauteia baixinho a sua clara e doce cantiga de Inverno, a sua eterna melodia simples que embala e apazigua. Sinto-me só. Quantas coisas lindas e tristes eu diria agora a Alguém que não existe!
Eu perdi o meu medo da chuva. Pois a chuva, voltando pra terra, trás coisas do ar.
Somos ruínas. Somos o que foi uma casa com gente viva e crianças a crescer, fumo na chaminé, janelas abertas nas noites de verão, e hoje é tijolos espalhados na terra e arredondados pela chuva, telhas partidas na terra, caliça e terra espalhados no soalho podre de madeira, e ervas a crescer entre as tábuas do soalho. Alguma vez teremos sido uma coisa sólida, uma casa viva?
É a ira de Deus. E se essa escuridão se transformar em chuva, que volte o dilúvio, mas sem a arca, nós que não soubemos fazer um mundo onde viver e não sabemos na nossa paralisia como viver.
Por entre a chuva de mortais peloiros
A nua fronte enriquecer de loiros
Eu procuro, eu desejo,
Para teus mimos desfrutar sem pejo,
Pois quem deste esplendor se não guarnece,
Não é digno de ti, não te merece.
Se nos “molhamos”, é porque saímos da “casa indestrutível”, da Imagem Verdadeira, Assustados com o barulho da chuva. Se somos atingidos por coisas externas é porque nossa mente se apega a elas.
Acendemos paixões no rastilho do próprio coração. O que amamos é sempre a chuva, entre o voo da nuvem e a prisão do charco. Afinal, somos caçadores que a si mesmo se azagaiam. No arremesso certeiro vai sempre um pouco de quem dispara.