Frases sobre Ruas

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Frases de ruas escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

Que monstruosidades poderiam andar nas ruas onde os rostos de algumas pessoas são tão incompletos como suas mentes.

A vida já é um buraco de agulha tão estreitinho, e as suas obrigações, camelos tão gordos e abastecidos, que passar três quartos do ano a magicar numa distinção maniqueísta entre mulheres decentes e galdérias perniciosas, entre cãezinhos de rua e príncipes encantados, é matemática tão intricada como a dos fanatismos religiosos, políticos ou mesmo clubísticos: passamos uma vida inteira a identificar bons e maus – e, quando finalmente percebemos a soma zero do problema, já estamos com a pele encarquilhada e a tomar comprimidos para a tensão arterial.

A majestosa igualdade das leis, que proíbe tanto o rico como o pobre de dormir sob as pontes, de mendigar nas ruas e de roubar pão.

A essência da vida é andar para a frente; sem possibilidade de fazer ou intentar marcha a trás. Na realidade, a vida é uma rua de sentido único.

A prisão não são as grades, e a liberdade não é a rua; existem homens presos na rua e livres na prisão. É uma questão de consciência.

Tem de haver mais igualdade na educação, mais igualdade entre as pessoas – e entre os Estados da União – mais respeito por quem trabalha e pelas pessoas que passam mal, andam na rua e têm fome, como está a acontecer. O Estado Social foi um esforço que se fez depois do 25 de Abril e durante as crises anteriores e posteriores. Agora querem acabar com ele porque dizem que não há dinheiro? Mas dinheiro há sempre. Faz-se e se for preciso vai-se buscar onde existe…

Junto à minha rua havia um bosque, Que um muro alto proibia, Lá todo balão caía, Toda maçã nascia, E o dono do bosque nem via, Do lado de lá tanta aventura, E eu a espreitar na noite escura,A dedilhar essa modinha, A felicidade, Morava tão vizinha, Que, de tolo, Até pensei que fosse minha.

Entre muitas outras coisas, tu eras para mim uma janela através da qual podia ver as ruas. Sozinho não o podia fazer.

Minha grande altivez: prefiro ser achada na rua. Do que neste fictício palácio onde não me acharão porque – porque mando dizer que não estou, ela acabou de sair.

Era um grande nome – ora que dúvida! Uma verdadeira glória. Um dia adoeceu, morreu, virou rua… E continuaram a pisar em cima dele.

Para onde fores, Pai, para onde fores, Irei também, trilhando as mesmas ruas… Tu, para amenizar as dores tuas, Eu, para amenizar as minhas dores!.

É possível avançar por ruas durante toda a vida, perder as forças nas pernas, cair de joelhos e morrer, transformar-se lentamente, com a chuva, com os anos, no empedrado da calçada, diluir-se entre as pedras, como pó, como água, desaparecer.

O que me importa são instantâneos fotográficos da sensações pensadas, e não a pose imóvel dos que esperam que eu diga: olhe o passarinho! Pois não sou fotógrafo de rua.

A educação de um povo pode ser julgada, antes de mais nada, pelo comportamento que ele mostra na rua. Onde encontrares falta de educação nas ruas, encontrarás o mesmo nas casas.

Surpreender-se com ver tantos vícios a inundar a sociedade e incomodar-se com isso é espantar-se por se caminhar menos à vontade numa rua movimentada do que quando se passeia pelo campo.

Eu costumava descer a rua como se fosse uma grande estrela. Eu quero que as pessoas alimentem as suas ilusões sobre o quão grandes se podem tornar – e depois lutarem tanto e tão fortemente por isso todos os dias, até que a mentira se torne verdade.