Cita√ß√Ķes sobre Educadores

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Pois a mulher √© a grande educadora do homem: ensina-lhe as virtudes encantadoras, a polidez, a discri√ß√£o e essa altivez que teme ser importuna. Ela mostra a alguns a arte de agradar, a todos a arte √ļtil de n√£o desagradar.

Fazer os Sonhos Levantarem Voo

Alguns sonhos são belos, outros poéticos; uns realizáveis, outros difíceis de serem concretizados; uns envolvem uma pessoa, outros, a sociedade; uns possuem rotas claras, outros, curvas imprevisíveis; uns são rapidamente produzidos, outros precisam de anos de maturação.

H√° muitos tipos de sonhos. Sonho de se apaixonar por algu√©m, de gerar filhos ou conquistar amigos. Sonho de tirar um curso, ter uma empresa, ter sucesso financeiro para si e para ajudar os outros. Sonho de ter sa√ļde f√≠sica e ps√≠quica, de ter paz interior e de viver intensamente cada momento da vida.
Sonho de ser um cientista, um m√©dico, um educador, um empres√°rio, um empreendedor, um profissional que fa√ßa a diferen√ßa. Sonho de viajar pelo mundo, de pintar quadros, escrever um livro, ser √ļtil ao pr√≥ximo. Sonho de aprender a tocar um instrumento, praticar desportos, bater recordes.

Muitos enterram os seus sonhos nos escombros dos seus problemas. Alguns soldados nunca mais foram motivados para a vida depois de verem os seus colegas morrerem em combate.
Alguns oradores nunca mais recuperaram a sua seguran√ßa depois de terem um ataque de p√Ęnico em p√ļblico. Alguns desportistas n√£o conseguiram repetir a sua performance depois de fazerem uma cirurgia correctiva ou serem apanhados no controlo antidoping.

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Educar √© viajar no mundo do outro, sem nunca penetrar nele. √Č usar o que passamos para transformar no que somos.(Maria, a maior educadora da Hist√≥ria)

O Papel Mais Belo

A mulher solteira que vive sem fam√≠lia, ou tendo de sustentar a fam√≠lia, acho que devem ser dadas todas as facilidades legais para prover ao seu sustento e ao sustento dos seus. Mas √† mulher casada, como o homem casado, √© uma coluna da fam√≠lia, base indispens√°vel duma obra de reconstru√ß√£o moral. Dentro do lar, claro est√°, a mulher n√£o √© uma escrava. Deve ser acarinhada, amada e respeitada, porque a sua fun√ß√£o de m√£e, de educadora dos seus filhos, n√£o √© inferior √† do homem. Nos pa√≠ses ou nos lugares onde a mulher casada concorre com o trabalho do homem – nas f√°bricas, nas oficinas, nos escrit√≥rios, nas profiss√Ķes liberais – a institui√ß√£o da fam√≠lia, pela qual nos batemos como pedra fundamental duma sociedade bem organizada, amea√ßa ru√≠na… Deixemos, portanto, o homem a lutar com a vida no exterior, na rua… E a mulher a defend√™-la, a traz√™–la nos seus bra√ßos, no interior da casa… N√£o sei, afinal, qual dos dois ter√° o papel mais belo, mais alto e mais √ļtil…

Um excelente educador não é um ser humano perfeito, mas alguém que tem a serenidade para se esvaziar e sensibilidade para aprender

A melhor prosa, a mais perfeita, a mais l√ļcida, a mais l√≥gica, a que tem sido a grande educadora liter√°ria e tem civilizado o mundo, √© feita com meia d√ļzia de voc√°bulos que se podem contar pelos dedos.

A criança deve exercitar-se a reconhecer [a autoridade] na palavra do educador e a submeter-se ao seu ascendente; é por meio dessa condição que saberá, mais tarde, encontrá-la na sua consciência e aí se conformar a ela.

A escola n√£o deve ter a melancolia da cadeia. Pestallozi, Froebel, os grandes educadores, ensinavam em p√°tios, ao ar livre, entre √°rvores. Froebel fazia alterar o estudo do ABC e o trabalho manual; a crian√ßa soletrava e cavava. A educa√ß√£o deve ser dada com higiene. A escola entre n√≥s √© uma grilheta do abeced√°rio, escura e suja: as crian√ßas, enfastiadas, repetem a li√ß√£o, sem vontade, sem intelig√™ncia, sem est√≠mulo: o professor domina pela palmat√≥ria, e p√Ķe todo o t√©dio da sua vida na rotina do seu ensino.

A Educação Colectiva Não Funciona

A nossa pol√≠tica educacional baseia-se em duas enormes fal√°cias. A primeira √© a que considera o intelecto como uma caixa habitada por ideias aut√≥nomas, cujos n√ļmeros podem aumentar-se pelo simples processo de abrir a tampa da caixa e introduzir-lhes novas ideias. A segunda fal√°cia, √© que, todas as mentes s√£o semelhantes e podem lucrar como o mesmo sistema de ensino. Todos os sistemas oficiais de educa√ß√£o s√£o sistemas para bombear os mesmos conhecimentos pelos mesmos m√©todos, para dentro de mentes radicalmente diferentes.
Sendo as mentes organismos vivos e não caixotes do lixo, irremediavelmente dissimilares e não uniformes, os sistemas oficiais de educação não são como seria de esperar, particularmente afortunados. Que as esperanças dos educadores ardorosos da época democrática cheguem alguma vez a ser cumpridas parece extremamente duvidoso. Os grandes homens não podem fazer-se por encomenda por qualquer método de ensino por mais perfeito que seja.
O máximo que podemos esperar fazer é ensinar todo o indivíduo a atingir todas as suas potencialidades e tornar-se completamente ele próprio. Mas o eu de um indivíduo será o eu de Shakespeare, o eu de outro será o eu de Flecknoe. Os sistemas de educação prevalecentes não só falham em tornar Flecknoes em Shakespeares (nenhum método de educação fará isso alguma vez);

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O Que Nos Impede de Agir

Muitas vezes j√° sabemos o que queremos, quais s√£o os pr√≥ximos passos a dar rumo √† concretiza√ß√£o do nosso desejo e, ainda assim, n√£o passamos √† a√ß√£o. Onde √© que estamos ancorados, afinal? O que √© que nos prende? O maior inimigo da a√ß√£o √© o medo e √© precisamente ele que nos impede de agir e, por consequ√™ncia, de atingir os nossos objetivos. O medo amarra-nos a mente e ainda que o corpo esteja solto que nem uma mola e fresco como uma alface, nada conseguir√° fazer. A √ļnica arma capaz de deter este monstro √© a coragem, pois s√≥ munidos dela o conseguiremos encarar de frente e acredita, uma vez olhos nos olhos, o medo desiste sempre primeiro. E desiste porqu√™? Porque o medo √© uma cria√ß√£o da nossa cabe√ßa. N√≥s invent√°mo-lo dando raz√£o aos nossos educadores, acreditando que os medos deles eram tamb√©m os nossos, ou aquando de uma experi√™ncia pessoal menos feliz que tivemos com algo ou algu√©m, ficando com medo de sofrer de novo, de ser novamente enganado ou incapaz outra vez. Independentemente do que sintas e qual a raz√£o para o sentires, uma verdade √© absoluta, apenas tu o conseguir√°s derrotar, mas para isso precisas da composi√ß√£o emocional da coragem,

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