Cita√ß√Ķes sobre Ego

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Frases sobre ego, poemas sobre ego e outras cita√ß√Ķes sobre ego para ler e compartilhar. Leia as melhores cita√ß√Ķes em Poetris.

A compatibilidade de temperamentos est√° na mente. Anulando-se o ego, os temperamentos se tornam compat√≠veis. No fato de dois seres se tornarem um ‚Äď nisso consiste o caminho, a compatibilidade. Mesmo os c√īnjuges que tenham afinidade natural, acabar√£o se desentendendo e seguir√£o um destino infeliz, se cada um tentar impor o pr√≥prio ego (Sobre a compatibilidade ou n√£o de temperamentos).

Serenidade Desperta

Tenho tanta coisa para fazer. Pois, mas aquilo que faz, f√°-lo com qualidade? Conduzir at√© ao emprego, falar com os clientes, trabalhar no computador, fazer recados, lidar com os incont√°veis afazeres que preenchem a sua vida quotidiana – at√© que ponto √© que se entrega √†s coisas que faz? E realiza-as com entrega, sem resist√™ncia, ou, pelo contr√°rio, sem se entregar e resistindo √† ac√ß√£o? √Č isto que determina o sucesso na vida e n√£o a dose de esfor√ßo que se despende. O esfor√ßo implica stresse e desgaste f√≠sico, implica a necessidade absoluta de atingir um determinado objectivo ou de alcan√ßar um determinado resultado.

√Č capaz de detectar dentro de si at√© a mais pequena sensa√ß√£o de n√£o quererestar a fazer aquilo que est√° a fazer? Isso √© uma nega√ß√£o da vida e, desse modo, n√£o ser√° poss√≠vel obter resultados verdadeiramente bons.

Se for capaz de descobrir aquela sensa√ß√£o, ser√° que tamb√©m consegue abdicar dela e entregar–se completamente √†quilo que faz?

‚ÄúFazer uma coisa de cada vez”, foi assim que um Mestre Zen definiu o esp√≠rito da filosofia Zen.

Fazer uma coisa de cada vez significa estar nela por inteiro, concentrar nela toda a sua atenção.

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A Origem do Medo

A condição psicológica do medo está divorciada de qualquer perigo concreto e real. Surge sob diversas formas: desconforto, preocupação, ansiedade, nervosismo, tensão, temor, fobia, etc. Este tipo de medo psicológico é sempre algo que poderá acontecer e não algo que esteja a acontecer no momento. O leitor está aqui e agora, enquanto a sua mente se encontra no futuro. Este facto gera um hiato de ansiedade. Além disso, se o leitor se identificar com a sua mente e tiver perdido o contacto com o poder e a simplicidade do Agora, esse hiato de ansiedade acompanhá-lo-á constantemente.

A pessoa pode sempre lidar com o momento presente, mas não o consegue fazer com algo que é apenas uma projeção mental Рnão é possível lidar com o futuro.
E enquanto o leitor se identifica com a sua mente, o ego comanda a sua vida. Devido à natureza ilusória que lhe é característica e apesar dos mecanismos de defesa elaborados, o ego torna-se muito vulnerável e inseguro, vendo-se a si próprio constantemente sob ameaça. Este facto, a propósito, é o que acontece, mesmo que por fora o ego pareça muito confiante. Agora lembre-se de que uma emoção é a reação do corpo à mente.

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√Č por causa do nosso desejo de amarmos e de sermos amados ser t√£o poderoso que estamos dispostos a deixar cair a m√°scara do ego confiante e aprumado que usamos todos os dias. As rela√ß√Ķes genuinamente afetuosas oferecem-nos um amor √≠ntimo e gratificante e estabelecem uma base a partir da qual as possibilidades de crescimento s√£o ilimitadas.

O ego é dotado de um poder, de uma força criativa, conquista tardia da humanidade, a que chamamos vontade.

Ninguém é manipulado ou subjugado quando acredita fortemente naquilo que sente, pelo contrário quem não se permite sentir, ou seja, quem não se permite viver nada sabe, nada conhece e em nada acredita, logo é jogado de pé para pé pelos mais espertos e perigosos egos.

Não Te Leves Tão a Sério

Em todas as palestras que dou, reservo alguns minutos para este tema e, se poss√≠vel, logo no in√≠cio da conversa. Fa√ßo-o porque quero que a soma de todas as pessoas que me ouvem possam, rapidamente, ser um grupo. O objetivo √© aproxim√°-las da minha energia e desconstruir padr√Ķes. Muitas vezes, em certos indiv√≠duos, denoto uma forte resist√™ncia ao abra√ßo de um desconhecido, ao vibrar com uma m√ļsica que pede saltos e explos√Ķes de alegria e ao riso.
E porque √© que isto acontece? Porque est√£o a levar os padr√Ķes que gerem as suas vidas demasiado a s√©rio.

– ¬ęEu n√£o toco assim numa pessoa que n√£o conhe√ßo¬Ľ; ¬ęAi que vergonha, p√īr-me aqui aos saltos¬Ľ; ¬ęAlguma vez na vida, vou achar gra√ßa ao que ele disse? Convencido¬Ľ.
Estes exemplos são de gente real. De gente que se acha superior, mais educada e mais engraçada. Mas serão? Ou será esta gente de uma extrema insegurança? E estes exemplos de alguém que se sente ameaçado, com medo que lhe caia a máscara e extremamente vulnerável?

Aprendi que o palco, o microfone e as centenas de olhos na minha dire√ß√£o j√° me d√£o um status mais do que suficiente para criar a ilus√£o de que sou mais do que o meu p√ļblico.

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A verdadeira compaixão não consiste em sofrer pelo outro. Se ajudamos uma pessoa que sofre e nos deixamos invadir por seu sofrimento, é que somos ineficazes e estamos tão somente reforçando nosso ego.

O valor do homem é determinado, em primeira linha, pelo grau e pelo sentido em que se libertou do seu ego.

A Vida é uma Montanha Russa

A vida n√£o √© uma linha reta em que algu√©m conquistado ou algo adquirido √© uma seguran√ßa para todo o sempre; a vida √© uma montanha russa e, de vez em quando, sim, √© preciso ficares de pernas para o ar. Tudo passa, tu ficas. Sou t√£o assertivo relativamente a este tema porque sei que √© a depend√™ncia que gera o apego, ou seja, se as pessoas forem independentes √© imposs√≠vel serem apegadas. √Č o ego que as vincula √† ideia de que n√£o s√£o suficientemente boas para dependerem de si mesmas e √© contra esta terr√≠vel armadilha que √© preciso lutar.

Uma m√£e que dependa do bem–estar do filho e que viva para ele √© uma mulher que n√£o encontrar√° for√ßas para lhe esticar o bra√ßo quando ele cair e precisar de uma verdadeira m√£e, pois ser√£o sempre dois a sofrer da mesma epidemia, da mesma dor, da mesma frustra√ß√£o ou desilus√£o; um homem que use e abuse da estabilidade profissional e financeira que conquistou e que dependa disso para, pensa ele, ser o que √©, √© algu√©m que mais tarde ou mais cedo, e num daqueles loopings da vida em que o que era j√° n√£o √©,

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Somos os Comandantes das Nossas Vidas

Se alguém te disser que aquilo que queres não interessa para nada, desinteressa-te dessa pessoa.

Somos os comandantes das nossas vidas.

Somos n√≥s, portanto, que escolhemos com quem queremos caminhar, e ai de algu√©m que acredite que pode entrar √† for√ßa na nossa vida sem a devida autoriza√ß√£o. Na minha n√£o entram, disso podes ter a certeza. E se todos pens√°ssemos assim, se todos ag√≠ssemos em conformidade com esta breve alus√£o ao nosso poder pessoal, viver√≠amos todos num aut√™ntico mar de rosas. Mas n√£o. Este princ√≠pio b√°sico √© o terror de muita gente. A maioria talvez. Malta que acredita que tem de aguentar o supl√≠cio de viver ou conviver com quem lhe quer mal ou lhe √© indiferente. √Č uma desgra√ßa. √Č o reinado do medo. Do medo de ficar sozinho, de nunca mais sentir nada por ningu√©m, de tudo o que possam dizer ou pensar se agirem como desejam, da rea√ß√£o do outro, de mago√°-lo, enfim, o medo de tudo. Ora bem, esta onda de passividade e permissividade gera a extin√ß√£o da confian√ßa, fomenta o canibalismo do amor-pr√≥prio e inverte todo e qualquer tipo de educa√ß√£o apropriada. Como √© que algum filho, por exemplo, pode desenvolver-se em amor se tudo o que v√™ em casa s√£o duas pessoas que mal se olham ou que se atacam,

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Não ha maior ego do que o daquele que se julga acima dos outros por ter domado o ego. Ao dominar o ego, ao buscar a trascendência e negar o mundo, ele comete o maior EGO de todos: Achar que não tem ego, e que está além do mundo em que vive.

Enquanto se identificar com a sua mente, o ego comanda a sua vida. Devido à natureza ilusória que lhe é característica e apesar dos mecanismos de defesa elaborados, o ego torna-se muito vulnerável e inseguro, vendo-se a si próprio constantemente sob ameaça. Este facto, a propósito, é o que acontece, mesmo que por fora o ego pareça muito confiante.

Uma Vida Calma e Tranquila

A primeira pergunta que Di√≥genes fez a Alexandre √© a primeira pergunta que qualquer pessoa inteligente deve fazer a si pr√≥pria. Di√≥genes n√£o desperdi√ßou um √ļnico momento.
РAlexandre, estás a tentar conquistar o mundo inteiro. Então e tu? Terás tempo suficiente, depois de conquistares o mundo, para te conheceres a ti próprio? Tens certezas sobre o amanhã ou sobre o próximo momento?
Alexandre nunca tinha conhecido um homem assim. Ele já tinha vencido grandes reis e imperadores, mas percebeu que Diógenes era um homem muito poderoso. Baixando os olhos, Alexandre respondeu:
– N√£o te posso dizer que esteja certo sobre o momento seguinte. Mas posso prometer-te uma coisa: quando tiver conquistado o mundo, vou desejar descansar e viver uma vida calma, tal como tu.
Di√≥genes estava a gozar um banho de sol matinal junto a um rio, rodeado por bonitas √°rvores. Ele riu-se… por vezes penso que o seu riso ainda deve continuar a ecoar.
Pessoas como Diógenes pertencem à eternidade. As suas assinaturas não são feitas na água.
Alexandre sentiu-se ofendido e perguntou-lhe porque se estava a rir.
– √Č muito simples! – respondeu Di√≥genes. – Se eu posso descansar e viver uma vida calma sem ter conquistado o mundo,

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Nunca use violência de nenhum tipo. Nunca ameace com violência de nenhum modo. Nunca sequer tenha pensamentos violentos. Nunca discuta, porque isto ataca a opinião do outro. Nunca critique, porque isto ataca o ego do outro. E o seu sucesso está garantido.

Não queiras controlar os outros segundo teu ego, pois nada podes controlar com a força do ego. Somente quando desaparece o ego, tudo passa a transcorrer fácil e desembaraçadamente.

Quando excede na afirmação do ego, o homem não se harmoniza com o ambiente. Mistura-se com o povo escondendo o brilho da própria sabedoria e virtudes, é uma forma de manifestar o amor.

Escutar o Nosso Corpo

O equil√≠brio √© a base da sa√ļde. Embora seja indiscut√≠vel que uma dieta rica em vitaminas, o exerc√≠cio f√≠sico e a medita√ß√£o s√£o essenciais para uma vida saud√°vel, n√£o existe uma f√≥rmula universal que se aplique a todos os casos. Precisamos de prestar aten√ß√£o ao corpo, √† mente e ao cora√ß√£o singulares que existem em cada um de n√≥s para descobrirmos as nossas necessidades espec√≠ficas. A verdadeira sa√ļde cresce connosco e transforma-se ao longo do tempo. Manter o estado natural de equil√≠brio f√≠sico e emocional √© fundamental para atingirmos um n√≠vel de consci√™ncia superior.
Escutar o nosso corpo √© o primeiro passo para alcan√ßarmos a sa√ļde integral e identificar o nosso bi√≥tipo e tend√™ncias emocionais – os doshas – √© um excelente come√ßo. A partir do momento em que nos consciencializamos das nossas necessidades f√≠sicas podemos adequar dietas e programas de exerc√≠cio √† nossa medida. A verdadeira sa√ļde n√£o se exprime atrav√©s de uma defini√ß√£o gen√©iica mas sim de um equil√≠brio distinto de predisposi√ß√Ķes gen√©ticas, comportamentos adquiridos, idade e perce√ß√Ķes.

Subestimamos com alguma frequ√™ncia a import√Ęncia de uma boa noite de sono. As distra√ß√Ķes induzidas pelo ego -listas de tarefas pendentes, problemas financeiros, crises familiares e medos –

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