Passagens sobre Er贸ticos

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Frases sobre er贸ticos, poemas sobre er贸ticos e outras passagens sobre er贸ticos para ler e compartilhar. Leia as melhores cita莽玫es em Poetris.

Diferentes Caminhos para uma Felicidade Sempre Insuficiente

O objectivo para o qual o princ铆pio do prazer nos impele 鈥 o de nos tornarmos felizes 鈥 n茫o 茅 ating铆vel; contudo, n茫o podemos 鈥 ou melhor, n茫o temos o direito 鈥 de desistir do esfor莽o da sua realiza莽茫o de uma maneira ou de outra. Caminhos muito diferentes podem ser seguidos para isso; alguns dedicam-se ao aspecto positivo do objectivo, o atingir do prazer; outros o negativo, o evitar da dor. Por nenhum destes caminhos conseguimos atingir tudo o que desejamos. Naquele sentido modificado em que vimos que era ating铆vel, a felicidade 茅 um problema de gest茫o da libido em cada indiv铆duo. N茫o h谩 uma receita soberana nesta mat茅ria que sirva para todos; cada um deve descobrir por si qual o m茅todo atrav茅s do qual poder谩 alcan莽ar a felicidade. Toda a esp茅cie de factores ir谩 influenciar a sua escolha. Depende da quantidade de satisfa莽茫o real que ele ir谩 encontrar no mundo externo, e at茅 onde acha necess谩rio tornar-se independente dele. Por fim, na confian莽a que tem em si pr贸prio do seu poder de modificar conforme os seus desejos. Mesmo nesta fase, a constitui莽茫o mental do indiv铆duo tem um papel decisivo, para al茅m de quaisquer considera莽玫es externas. O homem que 茅 predominantemente er贸tico ir谩 escolher em primeiro lugar rela莽玫es emocionais com os outros;

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O Amor Era a Festa do Inimit谩vel

O amor, outrora, era a festa do individual, do inimit谩vel, a gl贸ria do que 茅 煤nico, do que n茫o suporta qualquer repeti莽茫o. Mas o umbigo n茫o s贸 n茫o se revolta contra a repeti莽茫o, 茅 um apelo 脿s repeti莽玫es! Vamos viver, no nosso mil茅nio, sob o signo do umbigo. Sob este signo, somos todos, tanto um como outro, soldados do sexo, com o mesmo olhar fixo n茫o sobre a mulher amada mas sobre o mesmo pequeno buraco no meio da barriga que representa o 煤nico sentido, o 煤nico fim, o 煤nico futuro de todo o desejo er贸tico.

A Cultura Deve Ser Uma Descoberta Individual de Cada um de N贸s

N茫o se deve intervir, n茫o nos devemos meter nos problemas que cada um tem com a leitura. N茫o devemos sofrer por causa das crian莽as que n茫o l锚em, perder a paci锚ncia. Trata-se da descoberta do continente da leitura. Ningu茅m deve encorajar nem incitar outra pessoa a ir ver como ele 茅. J谩 existe excessiva informa莽茫o no mundo acerca da cultura. Devemos partir s贸s para esse continente. Descobri-lo sozinhos. Operarmos sozinhos esse nascimento.
Por exemplo, em rela莽茫o a Baudelaire, devemos ser os primeiros a descobrir o seu esplendor. E somos os primeiros. E, se n茫o formos os primeiros, nunca seremos leitores de Baudelaire. Todas as obras-primas do mundo deveriam ser encontradas pelas crian莽as nos despejos p煤blicos, e lidas 脿s escondidas dos pais e dos mestres.
Por vezes, o facto de se ver algu茅m a ler um livro no metro, com grande aten莽茫o, pode provocar a compra desse livro. Mas n茫o quanto aos romances populares. A铆, ningu茅m se engana quanto 脿 natureza do livro. Os dois g茅neros nunca est茫o juntos nas mesmas m茫os. Os romances populares s茫o impressos em milh玫es de exemplares. Com a mesma grelha aplicada, em princ铆pio, h谩 uns cinquenta anos, os romances populares desempenham a sua fun莽茫o de identifica莽茫o sentimental ou er贸tica.

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A Promiscuidade Tira a Vontade

O que 茅 a experi锚ncia? Nada. 脡 o n煤mero dos donos que se teve. Cada amante 茅 uma coronhada. S茫o mais mil no conta-quil贸metros. A experi锚ncia 茅 uma coisa que amarga e atrapalha. N茫o 茅 um motivo de orgulho. 脡 uma coisa que se desculpa. A experi锚ncia 茅 um erro repetido e re-repetido at茅 脿 exaust茫o. Se 茅 dif铆cil amar um enganador, mais dif铆cil ainda 茅 amar um enganado.
Desengane-se de vez a rapaziada. Nenhuma mulher gosta de um homem 芦experiente禄. O n煤mero de amantes anteriores 茅 uma coisa que faz um bocadinho de nojo e um bocadinho de ci煤me. O pudor que se exige 脿s mulheres n茫o 茅 um conceito ultrapassado 鈥 茅 uma excelente ideia. S贸 que tamb茅m se devia aplicar aos homens. O pudor valoriza. 0 sexo 茅 uma coisa trivial. 脡 por isso que temos de torn谩-lo especial. Ir para a cama com toda a gente 茅 pouco higi茅nico e dispersa as energias. Os seres castos, que se reprimem e se guardam, tornam-se tigres quando se libertam. E s贸 se libertam quando vale a pena. A castidade 茅 que 茅 芦sexy禄. Nos homens como nas mulheres. A promiscuidade tira a vontade.
Uma mulher gosta de conquistar n茫o o homem que j谩 todas conquistaram,

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A masculinidade s贸 pode ser experimentada, alcan莽ada, reconhecida, e personificada em oposi莽茫o 脿 feminilidade. Quando os homens colocam sexo, viol锚ncia, e morte como verdades er贸ticas elementares, eles pretendem dizer isto 鈥 que sexo, ou foder, 茅 o ato que os possibilita experimentarem sua pr贸pria realidade, ou identidade, ou masculinidade o mais concretamente; que viol锚ncia, ou sadismo, 茅 o meio pelo qual ele efetiva essa realidade, ou identidade, ou masculinidade; e que a morte, ou a nega莽茫o, ou a inexist锚ncia, ou a contamina莽茫o pela f锚mea 茅 o que eles arriscam cada vez que penetram no que eles imaginam ser o vazio do buraco da f锚mea.

A Inutilidade do Viajar

Que utilidade pode ter, para quem quer que seja, o simples facto de viajar? N茫o 茅 isso que modera os prazeres, que refreia os desejos, que reprime a ira, que quebra os excessos das paix玫es er贸ticas, que, em suma, arranca os males que povoam a alma. N茫o faculta o discernimento nem dissipa o erro, apenas det茅m a aten莽茫o momentaneamente pelo atractivo da novidade, como a uma crian莽a que pasma perante algo que nunca viu! Al茅m disso, o cont铆nuo movimento de um lado para o outro acentua a instabilidade (j谩 de si consider谩vel!) do esp铆rito, tornando-o ainda mais inconstante e incapaz de se fixar. Os viajantes abandonam ainda com mais vontade os lugares que tanto desejavam visitar; atravessam-nos voando como aves, v茫o-se ainda mais depressa do que vieram. Viajar d谩-nos a conhecer novas gentes, mostra-nos forma莽玫es montanhosas desconhecidas, plan铆cies habitualmente n茫o visitadas, ou vales irrigados por nascentes inesgot谩veis; proporciona-nos a observa莽茫o de algum rio de caracter铆sticas invulgares, como o Nilo extravasando com as cheias de Ver茫o, o Tigre, que desaparece 脿 nossa vista e faz debaixo de terra parte do seu curso, retomando mais longe o seu abundante caudal, ou ainda o Meandro, tema favorito das lucubra莽玫es dos poetas, contorcendo-se em incont谩veis sinuosidades,

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As Amadas Passam como o Vento

Um dia percebemos que as amadas se evaporam
no ar como se nunca tivessem existido.
Sombras de p谩ssaros na 谩gua

elas emigram para lugares distantes
ou talvez para alguma estrela
dessas que flamejam nos trap茅zios do c茅u.

As amadas passam como o vento
s茫o inconstantes como as brisas que derrubam
as folhas mortas de um pomar.

Semelhantes a esses gatos de pel煤cia
que nos arranham com seus bigodes de merc煤rio
e v茫o-se lambuzar no pires de leite.

As amadas, quando v茫o embora,
deixam apenas a mem贸ria do perfume
como um punhal cravado em nosso peito.

[Argila Er贸tica: 8]

O Amor e o Vinho

Pense-se, por exemplo, na rela莽茫o que existe entre o bebedor e o vinho. N茫o 茅 verdade que o vinho oferece sempre ao bebedor a mesma satisfa莽茫o t贸xica, que a poesia tem comparado com frequ锚ncia 脿 satisfa莽茫o er贸tica 鈥 compara莽茫o, de resto, aceit谩vel do ponto de vista cient铆fico? J谩 alguma vez se ouviu dizer que o bebedor fosse obrigado a mudar sem descanso de bebida porque se cansaria rapidamente de uma bebida que permanecesse a mesma? Pelo contr谩rio, a habitua莽茫o estreita cada vez mais o la莽o entre o homem e a esp茅cie de vinho que ele bebe. Existir谩 no bebedor uma necessidade de partir para um pa铆s onde o vinho seja mais caro ou o seu consumo proibido, a fim de estimular por meio de semelhantes obst谩culos a sua satisfa莽茫o decrescente? De modo nenhum. Basta escutarmos o que dizem os nossos grandes alco贸licos, como B贸cklin, da sua rela莽茫o com o vinho: evocam a harmonia mais pura e como que um modelo de casamento feliz.

O que Sempre Soube das Mulheres

Tratam-nos mal, mas querem que as tratemos bem. Apaixonam-se por serial-killers e depois queixam-se de que nem um postalinho. Escrevem que se desunham. Fingem acreditar nas nossas mentiras desde que tenhamos gra莽a a preg谩-las. Aceitam-nos e toleram-nos porque se acham superiores. S茫o superiores. N茫o t锚m o gene da viol锚ncia, embora seja melhor n茫o as provocarmos. Perdoam facilmente, mas nunca esquecem. Bebem cicuta ao pequeno-almo莽o e destilam mel ao jantar. T锚m uma capacidade de entrega que at茅 d贸i. S茫o 贸ptimas m茫es at茅 que os filhos fazem 10 anos, depois perdem o norte. Pelam-se por jogos er贸ticos, mas com o sexo j谩 depende. T锚m dias. T锚m noites. Conseguem ser t茫o calculistas e maldosas como qualquer homem, s贸 que com muito mais n铆vel. Inventaram o telem贸vel ao volante. S茫o corajosas e quando se lhes mete uma coisa na cabe莽a levam tudo 脿 frente. Fazem-se de parvas porque o seguro morreu de velho e est茫o muito escaldadas. Fazem-se de inocentes e (milagre!) por esse acto de vontade tornam-semesmo inocentes. Nunca perdem a capacidade de se deslumbrarem. Riem quando est茫o tristes, choram quando est茫o felizes. N茫o compreendem nada. Compreendem tudo. Sabem que o corpo 茅 passageiro. Sabem que na viagem h谩 que tratar bem o passageiro e que o amor 茅 um bom fio condutor.

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Os rituais de sadismo masculino contra os corpos das mulheres s茫o os meios pelos quais a agress茫o masculina 茅 socializada de modo que um homem possa associar-se com outros homens sem o perigo iminente de agress茫o masculina contra sua pr贸pria pessoa. O projeto er贸tico comum de destruir mulheres torna poss铆vel aos homens se unirem em uma irmandade; este projeto 茅 a 煤nica base firme e confi谩vel para coopera莽茫o entre machos e todo la莽o masculino 茅 baseado nisto.

O Fim do Amor Tr谩gico e Rom芒ntico?

Vivemos, de facto, numa 茅poca em que a no莽茫o de amor tr谩gico e rom芒ntico, que herd谩mos do s茅culo dezanove, se tornou inactual, embora continue ainda a ser vivida por muitos – e at茅 com o car谩cter de constru莽茫o moral e est茅tica – essa rela莽茫o extremamente apaixonada, exigente e exclusiva. A reclama莽茫o da liberdade er贸tica n茫o me parece que de algum modo tenda a degradar a vida, conquanto possa dessublimiz谩-la e do mesmo passo desmistific谩-la, precisamente no prop贸sito de a tornar mais l煤cida e mais generosa. Afigura-se-me que na contesta莽茫o de todas as prepot锚ncias firmadas em preconceitos, em princ铆pios estabelecidos aprior铆sticamente, h谩 sempre um nexo muito 铆ntimo entre a reinvindica莽茫o da liberdade er贸tica, da liberdade no trabalho e da liberdade pol铆tica. E, naturalmente, quando se d谩 uma explos茫o desta esp茅cie, 茅 como uma pedra que rola e que vai agregando uma s茅rie de materiais e descobrindo a sua pr贸pria composi莽茫o at茅 脿s zonas mais profundas da sua estrutura.

脫 Noite, Coalhada nas Formas de um Corpo de Mulher

脫 noite, coalhada nas formas de um corpo de mulher
vago e belo e voluptuoso,
num bailado er贸tico, com o cen谩rio dos astros, mudos
[e quedos.
Estrelas que as suas m茫os afagam e a boca repele,
deixai que os caminhos da noite,
cegos e rectos como o destino,
suspensos como uma nuvem,
sejam os caminhos dos poetas
que lhes decoraram o nome.
脫 noite, coalhada nas formas de um corpo de mulher!
Esconde a vida no seio de uma estrela
e f谩-la pairar, assim m谩gica e irreal,
para que a olhemos como uma lua son芒mbula.

O Portugu锚s

Prefere ser um rico desconhecido, a ser um her贸i pobre. 脡 melhor do que parece. O homem portugu锚s 茅 dissimulado, e fez da inveja um discurso do bom senso e dos direitos humanos.
Mas 茅 tamb茅m um homem de paix玫es moderadas pela sensibilidade, o que faz dele um grande civilizado.
Gosta das mulheres, o que explica o estado de depend锚ncia em que as pretende manter. A depend锚ncia 茅 uma motiva莽茫o er贸tica.
脡 inovador mas tem pouco car谩cter, como 茅 pr贸prio dos superiormente inteligentes, tanto cientistas, como fil贸sofos e criadores em geral.
Mente muito, e a verdade que se arroga 茅 uma culpa inibida. Vemos que ele se mant茅m num estado primitivo quando defende a sua 谩rea de partido, de seita e de fam铆lia, 脿 custa de corrup莽玫es e de crimes, se for preciso.
Gosta do poder mas n茫o da notoriedade. N茫o tem o sentido da eternidade, mas sim o prazer da liberdade imediata. N茫o 茅 democrata; excepto se isso intimidar os seus advers谩rios.
N茫o tem g茅nio, tem habilidade.
脡 imaginativo mas n茫o pensador.
脡 culto mas n茫o experiente.
N茫o gosta da lei, porque ela desvaloriza a sua pr贸pria iniciativa. 脡 m铆stico com a f谩bula e viril com a desgra莽a.

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Um Calculador de Improbabilidades

O poeta 茅
um calculador de improbabilidades limita
a informa莽茫o quantitativa fornecendo
refor莽ada informa莽茫o est茅sica.
脡 uma m谩quina eta-er贸tica em que as discrep芒ncias
s茫o a fulgur芒ncia da m谩quina.
A crueldade elegante da m谩quina resulta da
competi莽茫o pirot茅cnica da circula莽茫o 铆ntima
e fulgurante do seu maquinismo er贸tico.
A psicologia do maquinal sabe que basta
que se crie um p贸lo positivo para que o p贸lo
negativo surja
ou vice-versa
e as evolu莽玫es telecin茅ticas pela for莽a
das cat谩strofes desenvolvem suas faculdades
latentes ou absorvem-nas como a esponja absorve
as 谩guas vari谩veis dos humores
que transforma em polaridade.
O maquinal eta-er贸tico est谩 em astroga莽茫o
curso hipn贸tico dos pol铆meros.
Digo com precis茫o fenomenol贸gica: o maquinal
circula em sua hiperesfera da maneira mais
exc锚ntrica.
Digo e garanto:
o maquinal absolutamente absorve suas 谩guas
vari谩veis e isso 茅 o seu amplexo.
O maquinal eta-er贸tico 茅 tu-eu.
O maquinal tu-eu
cuja tarefa 谩rdua n茫o 茅
definir a verdade est谩 no meio da profus茫o
dos objectos
e considera o consumo a verdade deslocada
desloca莽茫o de grande tonelagem
laboriosa alfaiataria de eros
constante moribunda
e esse opr贸brio dispersivo e vex谩vel
indifere a vida esponjosa.

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Tua Chama Incendeia o Meu Pensamento

Penso: logo tua chama
incendeia o meu pensamento
logo me entregas
as p谩lpebras da orqu铆dea submersa
logo o dia amanhece
em todas as conchas do teu dorso
logo os meus olhos
esvaziam o c谩lice de tua nudez
logo te aproximas
coroada de algas e de espumas.
Penso: logo existes
metamorfose da rosa em meu sangue.

[Argila Er贸tica: 14]

A emo莽茫o est茅tica deixa o ser humano num estado favor谩vel 脿 recep莽茫o de emo莽玫es er贸ticas. A arte 茅 c煤mplice do amor. Tire o amor e n茫o haver谩 mais arte.

Os que Morrem por Amor

Os que morrem por amor continuam a pertencer 脿 lenda. Os seus funerais arrastam uma multid茫o piedosa, tal como decerto aconteceu na cidade de Verona, h谩 seiscentos anos. Ainda que nesse tempo os costumes fossem bastante f谩ceis, a pr谩tica er贸tica da juventude era muito mais modesta. Reflectindo melhor, 茅 de crer que a pr贸pria licen莽a produzisse um tipo de pessoas orgulhosas da sua intimidade afectiva; o que, se n茫o 茅 virtude, algo se parece. Este orgulho da pr贸pria intimidade conduz a uma atitude hostil em rela莽茫o a tudo o que pode burocratizar os sentimentos. H谩 um soci贸logo inclinado a crer que existe muito de romantismo burocr谩tico no amor moderno. 脡 poss铆vel. E quando aparecem os contestat谩rios dessa esp茅cie de burocracia, como s茫o os Romeus e Julietas do Candal, a cidade fica-lhes agradecida. No campo dos afectos trata-se da luta obstinada que resulta do choque entre a vida privada e o regime governativo; entre um corpo animado de impulsos e uma autoridade explicada por leis. Atrav茅s de inqu茅ritos feitos nos meios juvenis para inquirir das transforma莽玫es que se efectuam no 芒mbito das rela莽玫es afectivas, deparam-se declara莽玫es bastante confusas. Elas pairam entre uma sinceridade elementar que descura a experi锚ncia e teorias perfeitamente viciadas nos lugares-comuns do s茅culo.

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