Cita√ß√Ķes sobre Falhas

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Antes que o sucesso venha na vida de qualquer homem é certo que ele terá muitas derrotas temporárias e, talvez, algumas falhas.

Foi-me perguntado (nunca falha) que conselho daria eu a um jovem aspirante a escritor, e eu respondi como sempre: n√£o ter pressa (como se eu n√£o a tivesse tido nunca) e n√£o perder tempo (como se eu n√£o o tivesse perdido jamais). E ler, ler, ler…

A lógica é uma fidalguia: é preciso trazê-la bem, sem uma falha. Mas a lógica é uma fidalguia tão grande que nunca se consegue trazer bem.

O Natal parece-me ser um tempo festivo necessário; precisamos de um tempo em que possamos lamentar as nossas falhas nos nossos relacionamentos humanos: é a festa do fracasso, triste mas consoladora.

Tudo quanto fazemos, na arte ou na vida, é a cópia imperfeita do que pensámos em fazer. Desdiz não só da perfeição externa, senão da perfeição interna; falha não só à regra do que deveria ser, senão à regra do que julgávamos que poderia ser. Somos ocos não só por dentro, senão também por fora, párias da antecipação e da promessa.

A confiança é como um espelho, podemos repará-lo se estiver partido, mas continuaremos sempre a ver a falha no reflexo daquela porcaria.

Conv√©m reconheceres honestamente as falhas que existem em ti agora, por√©m √© preciso reconhecer com muita firmeza que esse aspecto n√£o pertence a teu ‚ÄėEu verdadeiro‚Äô. E, com uma for√ßa ainda maior, exorta a ti mesmo a retomar ao teu ‚ÄėEu verdadeiro‚Äô, que √© filho de Deus.

O Maior Amor e as Coisas que Se Amam

Tomara poder desempenhar-me, sem hesita√ß√Ķes nem ansiedades, deste mandato subjectivo cuja execu√ß√£o por demorada ou imperfeita me tortura e dormir descansadamente, fosse onde fosse, pl√°tano ou cedro que me cobrisse, levando na alma como uma parcela do mundo, entre uma saudade e uma aspira√ß√£o, a consci√™ncia de um dever cumprido.

Mas dia a dia o que vejo em torno meu me aponta novos deveres, novas responsabilidades da minha intelig√™ncia para com o meu senso moral. Hora a hora a (…) que escreve as s√°tiras surge col√©rica em mim. Hora a hora a express√£o me falha. Hora a hora a vontade fraqueja. Hora a hora sinto avan√ßar sobre mim o tempo. Hora a hora me conhe√ßo, m√£os in√ļteis e olhar amargurado, levando para a terra fria uma alma que n√£o soube contar, um cora√ß√£o j√° apodrecido, morto j√° e na estagna√ß√£o da aspira√ß√£o indefinida, inutilizada.

Nem choro. Como chorar? Eu desejaria poder querer (desejar) trabalhar, febrilmente trabalhar para que esta p√°tria que v√≥s n√£o conheceis fosse grande como o sentimento que eu sinto quando n’ela penso. Nada fa√ßo. Nem a mim mesmo ouso dizer: amo a p√°tria, amo a humanidade. Parece um cinismo supremo. Para comigo mesmo tenho um pudor em diz√™-lo.

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Pois. Tiveste em jovem a tua ideologia. Mas envelheceste. E a velhice tem já as suas falhas de memória. E uma das maiores falhas de memória é persistires no que te torna já um maníaco.

O socialismo √© a filosofia da falha, o credo da ignor√Ęncia e o evangelho da inveja, sua virtude inerente √© a divis√£o igualit√°ria da mis√©ria.

Quem pensa ver algo sem falhas
pensa naquilo que nunca existiu, que n√£o existe, e que nunca existir√°.

A minha falha e o meu fracasso n√£o s√£o as minhas paix√Ķes, mas a falta de controle sobre elas.

Incoerência Humana

√Č f√°cil imaginar os homens inteiri√ßos, reduzi-los a f√≥rmulas simples que se condenam com uma palavra, negligenciando o resto, que as desmente; o mais dif√≠cil seria sair de si para entrar nos outros e julg√°-los segundo o ponto de vista deles, sem preconceitos, acompanhar nos seus desvios e nas suas incoer√™ncias uma natureza incerta feita mais pelo acaso do que pela vontade, desenredar, quando falha a l√≥gica, os sofismas semiconscientes sob os quais a paix√£o dissimula o ego√≠smo dos seus conselhos.

Amizade sem Tabus

Se a todos nós fosse concedido o poder, como num passe de mágica, de ler a mente uns dos outros, suponho que o primeiro efeito seria que quase todas as amizades se desfariam. O segundo efeito, entretanto, poderia ser excelente, pois um mundo sem amigos seria sentido como intolerável, e nós teríamos de aprender a gostar uns dos outros sem a necessidade de um véu de ilusão para esconder de nós mesmos que não nos consideramos uns aos outros pessoas absolutamente perfeitas. Sabemos que os nossos amigos têm as suas falhas, e que apesar disso são pessoas de um modo geral aprazíveis das quais gostamos. Consideramos intolerável, no entanto, que tenham a mesma atitude conosco. Esperamos que pensem que, ao contrário do resto da humanidade, nós não temos falhas. Quando somos compelidos a reconhecer que temos falhas, tomamos esse facto óbvio com demasiada seriedade.