Frases sobre Chão

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Frases de chão escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

Não me sinto insubstituível… Não passo de grama que cresce no chão; quando a grama morre, nasce outra no lugar…

Escrevo quase todos os dias, quando posso, à noite. Faço uma primeira versão, que escrevo em blocos, na cama, sentado no chão. Sempre à noite porque não acho fascinante levantar-me cedo. Fico até às tantas.

O que obviamente não presta sempre me interessou muito. Gosto de um modo carinhoso do inacabado, do malfeito, daquilo que desajeitadamente tenta um pequeno vôo e cai sem graça no chão.

A humildade constitui a base da honra, assim como o nível do chão constitui a base de uma elevação.

A Pedra do Gênesis está bem aqui e agora, você pode tocar. É a pedra de cada dia que está no chão de qualquer lugar, aonde o mendigo pisa e o santo cospe quando passar.

Se um estúdio me oferecesse tanto dinheiro para eu varrer o chão quanto oferece para eu atuar, eu varreria. Quem se preocupa com os aplausos? Preciso aplausos para se sentir bem sobre mim mesmo?

Nós lemos emoções nos rostos, lemos os sinais climáticos nas nuvens, lemos o chão, lemos o Mundo, lemos a Vida. Tudo pode ser página. Depende apenas da intenção de descoberta do nosso olhar.

O hipócrita é um santo pintado; tem as mãos postas, mas não ora; o livro na mão, mas não lê; os olhos no chão, mas não se desestima.

O chão deste mundo é o tecto de um mundo mais por baixo. E sucessivamente, até ao centro, onde mora o primeiro dos mortos.

A morte pertence à vida, como pertence o nascimento. O caminhar tanto está em levantar o pé como em pousá-lo ao chão.

Ele sorriu um tipo de sorriso doentio e encolhida no chão
E o processo posterior não lhe interessava mais.

Noite. Oh! Saudade!… A dolorosa rama
Da árvore aflita pelo chão derrama
As folhas, como lágrimas… Lembrar!

Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão.

Como a gente se perde! A linguagem que o meu sangue entende — é esta. A comida que o meu estômago deseja — é esta. O chão que os meus pés sabem pisar — é este. E, contudo, eu não sou já daqui. Pareço uma destas árvores que se transplantam, que têm má saúde no país novo, mas que morrem se voltam à terra natal.

O homem de bem, no meio de malvados, resvala sempre; e nós estamos acostumados a associar-nos ao mais forte, a pisar em quem está no chão e a julgar segundo as circunstâncias.

Nós temos medo de nos governarmos, é claro. É tão difícil. Queremos logo desistir da nossa liberdade. Não é sequer liberdade verdadeira, porque não é acompanhada de compreensão. É apenas uma condição preliminar de liberdade. Mas odiamo-la. E em breve fugimos, escolhemos um senhor, rolamos no chão e pedimos o chicote. (…) Não é o amor que nos dá o cansaço da vida. É a nossa incapacidade de sermos livres.