Frases sobre Mar

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Frases de mar escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

O amor come√ßa pelo amor. √Č o c√©u. O c√©u foi criado primeiro. A paix√£o √© um simples impulso f√≠sico, material, mensur√°vel, explic√°vel por todas as ci√™ncias da atrac√ß√£o. √Č o mar. O mar est√° mais perto de n√≥s. Podemos chegar ao fundo dele.

Aprendemos a voar no ar como p√°ssaros e a nadar no mar como peixes, mas n√£o aprendemos a simples arte de vivermos juntos como irm√£os.

S√£o todos maus descobridores, os que pensam que n√£o h√° terra quando conseguem ver apenas o mar.

¬ęSe tiv√©sseis f√© como um gr√£o de mostarda, dir√≠eis a essa amoreira: “Arranca-te da√≠ e planta-te no mar”, e ela havia de obedecer-vos¬Ľ (Lucas 17:6).

A semente de mostarda é sempre pequeníssima, porém, Jesus diz que basta ter uma fé assim, pequena, mas verdadeira, sincera, para fazer coisas humanamente impossíveis, impensáveis. Todos conhecemos pessoas simples, humildes, mas com uma fé capaz de mover montanhas!

As Dez Palavras come√ßam assim: ¬ęEu sou o Senhor teu Deus que te fez sair da terra do Egito, da condi√ß√£o servil¬Ľ (√äxodo 20:2). Porqu√™ esta proclama√ß√£o que Deus faz de Si e da liberta√ß√£o? Porque s√≥ se chega ao monte Sinai depois de haver atravessado o mar Vermelho: o Deus de Israel primeiro salva, depois pede confian√ßa. O Dec√°logo come√ßa pela generosidade de Deus. Deus nunca pede sem primeiro dar. Primeiro salva, primeiro d√°, depois pede.

Se alguém vier com grosserias e insultos, seja paciente e acalme-o. Até o rio mais impetuoso é engolido pela calmaria do mar.

Rezamos por aqueles que andam no mar e pelas suas famílias, como também pelos capelães e pelos voluntários do Apostolado do Mar. Um pensamento também para aqueles que no mar vivem quantos se empenham em libertar os mares da poluição.

Muitas sombras dos que morreram ocupam-se apenas em lamber as ondas do rio dos mortos, porque ele corre a partir de n√≥s e ainda tem o gosto salgado dos nossos mares. O rio ent√£o recua de nojo, flui em sentido contr√°rio e atira os mortos de volta √† vida. Estes, por√©m, est√£o felizes, cantam can√ß√Ķes de gra√ßa e acariciam o fluxo indignado.

Queremos livros que nos afetem como um desastre. Um livro deve ser como um machado diante de um mar congelado em nós

Há séculos que sabemos que os ricos não são generosos; os generosos encalham sempre na etapa anterior à riqueza, esbracejam, fazem sinais em direção à costa durante algum tempo e depois afogam-se. Os seus cadáveres desaparecem para sempre no mar da economia, ou no mar da vida, o que vai dar ao mesmo. Morrem na indigência.

O mundo √© hoje como um mar de pregui√ßosos conformados e orgulhosos das suas frustra√ß√Ķes. Definhando ao estonteante ritmo do ¬ęzapping¬Ľ entre canais de v√°rias formas de an√ļncios que prometem felicidades instant√Ęneas. Sempre fugas.