Frases sobre Memórias

226 resultados
Frases de memórias escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

Não há nada mais relapso do q a memória. Atrevo-me mesmo a dizer q a memória é uma vigarista, uma emérita falsificadora d fatos e d figuras.

Na minha memória – já tão congestionada – e no meu coração – tão cheio de marcas e poços – você ocupa um dos lugares mais bonitos

Aquele que à inatividade se entregar deixará de si sobre a terra memória igual ao traço que o fumo risca no ar e a espuma traça na onda. (A Divina Comédia)

A memória prega-nos destas partidas: leva-nos coisas interessantes e deixa-nos as banalidades, os factos sem interesse.

Toda a invenção é memória. (…) Quem nos arranja os materiais é a memória. As tais coisas de que a gente não fala e aparecem nos livros, de maneiras desviadas.

Vivemos da memória, que é a imaginação do que morreu; da esperança, que é a confiança no que não existe; do sonho, que é a visão do que não pode existir.

Confiamos demasiado na nossa memória. Confiamos demasiado em papéis escritos e em cicatrizes. Se perguntar o que é o passado, sei que vou fugir da resposta. Se perguntar o que é o futuro, sei que não existe resposta.

Você pode mudar o seu futuro trazendo o passado para o presente. Passado e futuro existem apenas em nossa memória.

O poeta não será mais que memória fundida nas memórias, para que um adolescente possa dizer-nos que tem em si todos os sonhos do mundo, como se ter sonhos e declará-lo fosse primeira invenção sua. Há razões para pensar que a língua é, toda ela, obra de poesia.

Está em nossas mãos apagar inteiramente da nossa memória os infortúnios e as recordações desagradáveis.

O Natal é um tempo em que, de todas as épocas do ano, a memória de todos os sofrimentos, erros e problemas no mundo à nossa volta, se tornem bem presentes, não menos do que as nossas próprias vivências, por todo o tempo.

A infância não se repete, nem na lembrança, nem na imaginação. Quando, muito, dá-se outra infância. As cenas ingénuas, porque eram ingénuas, não tinham consciência; e as humilhações, de tão pungentes, não há memória que consinta na sua perfeita expressão.

A realidade apenas se forma na memória; as flores que hoje me mostram pela primeira vez não me parecem verdadeiras flores.

Acredito na fraqueza da memória das pessoas. Sabemos sempre que no dia a seguir já nada é notícia.

No homem cuja infância conheceu carinhos, há sempre um fundo de memória que pode ser despertado para a ternura.