Frases sobre Mil

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Frases de mil escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

Quem és tu que queres julgar,
com vista que só alcança um palmo,
coisas que estão a mil milhas ?

Vocês compreendem, um morto é um temível rival, um competidor seriíssimo que tem por si as mil vantagens que a ausência e a saudade lhe emprestam. A morte é o Reutlinger das recordações; na objectiva do coração foca-as para sempre em beleza imutável e única.

Não há uma verdade única. Há uma verdade por dia, ou pior ainda, mais complicado: uma verdade por hora, as vezes até mil verdades num minuto.

Quando a alma, ao termo de mil hesitações e desenganos, cravou as raízes para sempre num ideal de amor e de verdade, podem calcá-la e torturá-la, podem-na ferir e ensanguentar, que quanto mais a calcam, mais ela penetra no seio ardente que deseja.

A grande vaia é mil vezes mais forte, mais poderosa, mais nobre do que a grande apoteose. Os admiradores corrompem.

Espera mil anos e verás que será precioso até o lixo deixado atrás por uma civilização extinta.

Eu cantarei de amor tão docemente, Por uns termos em si tão concertados, Que dois mil acidentes namorados Faça sentir ao peito que não sente

Por trás de um homem triste há sempre uma mulher feliz e atrás dessa mulher mil homens, sempre tão gentis. Por isso, para o seu bem, ou tire ela da cabeça ou mereça a moça que você tem.

Aquele que conheceu apenas a uma mulher e amou de verdade, sabe muito mais das mulheres do que aquele que conheceu a mil.

A Vida se origina de Deus. Deus é Amor. Um ato que expressa o amor vivifica o homem muito mais do que mil fortificantes.

Vi já que a Primavera, de contente,
De mil cores alegres, revestia
O monte, o rio, o campo, alegremente.

Os escritores em Portugal são como as raparigas feias nos bailes: Passam a noite a sonhar com os mil admiradores que poderiam ter, e a contar pelos dedos os heróis que na realidade as tiram para dançar.

Se tem uma coisa que detesto nesse mundo são as festas obrigatórias em que as pessoas choram porque estão alegres, os fogos de artifício, as musiquinhas chochas, as grinaldas de papel de seda que não têm nada a ver com um menino que nasceu há dois mil anos num estábulo indigente.