Frases sobre Objeto

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Frases de objeto escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

O ciúme, que parece ter por objeto apenas a pessoa que amamos, prova que na verdade que amamos só a nós mesmos.

A paixão é, de facto, passiva; na paixão há um domínio do amado sobre o amante. Ter a paixão da física significa que somos inferiores à física. Ter o amor da física significa que somos nós a criar a física. Apaixona-se o fraco, o forte cria. Quando se ama, inventa-se inteiro o objecto amado, e daí o espanto de muitas das mulheres que homens grandes amaram; porque me escolheu ele, porque reparou em mim, porque me quis tanto?

Porquê não considerar todas as religiões positivas como a forma que o pensamento humano em cada região deverá necessariamente tomar, e que continuará a tomar, em vez de fazer de uma dessas religiões o objecto dos nossos risos ou das nossas cóleras?

Mas no entanto (consegues acreditar?) eu tenho visto o próprio homem que se gaba da sua ternura, a devorar de uma só vez a carne de seis animais diferentes atirados para uma fricassé. Estranha contradição de conduta! Têm piedade, e comem os objectos da sua compaixão!

Os mistérios da fé são degradados se transformados em objetos de afirmação e negação, quando na realidade eles deveriam ser objeto de contemplação.

Um objeto, mesmo que não tenha sido adquirido por meio de roubo, deve ser no entanto considerado furtado se o possuímos sem dele precisarmos

Quanto mais jovens somos, tanto mais cada ser particular representa toda a sua espécie. Isso vai diminuindo gradualmente com o passar dos anos, acarretando a grande diferença da impressão que os objectos fazem em nós quando estamos na juventude ou na velhice.

Uma paixão forte por qualquer objecto assegurará o sucesso, porque o desejo pelo objectivo mostrará os meios.

Vejo em, tudo, de facto, não o abstracto mas o não-concreto: é esta a natureza da minha abstracção de espírito — não o infinito mas o não-finito. Desta maneira eu, que me dedicava sempre à pura abstracção, não via senão os objectos em si próprios. Tenho medo de tudo, é verdade, mas não de todas as maneiras, apenas duma maneira só, isto é, abstracta e sonhadoramente, como na consciência do opiómano.

A experiência é um princípio que me instrui sobre as diversas conjunções dos objectos no passado.