CitaçÔes sobre Julgados

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A excelĂȘncia de uma mentalidade Ă© julgada pela sua sabedoria

A excelĂȘncia de uma mentalidade Ă© julgada pela sua sabedoria.

Retrato de D. Leonor de SĂĄ

Criava-se Leonor, crescendo sempre
Em suma perfeição, suma beleza,
E crescendo só nela as outras graças
Por grandes fermosuras repartidas,
Produziam-se dos seus fermosos olhos
Efeitos mil, e extremos diferentes,
Que olhando davam vida, e outras vezes
Olhando cem mil vidas destruĂ­am.
A branca cor do rosto acompanhada
De uma cor natural honesta e pura,
E a cabeça de crespo ouro coberta,
Lembrança do mais alto céu faziam.
PraxĂ­teles nem FĂ­dias nĂŁo lavraram
De branquĂ­ssimo mĂĄrmore igual corpo;
Nem aquele, que Zuxis entre tantas
Fermosuras deixou por mais perfeito,
NĂŁo se igualava a este, antes ficava
Abatido, e julgado em pouco preço;
Que mal pode igualar-se humano engenho
Co’aquilo, em que Deus tal saber nos mostra.
Da boca o suave riso alegra os ares,
Mostrando entre rubis orientais perlas
E sobre tudo, quanto a natureza
Lhe deu perfeito, a graça se avantaja.
No peito ebĂșrneo as pomas, que em brancura
Levam da neve o justo preço e a palma,
Apartando-se, deixam de açucena
AlvĂ­ssima um florido e fresco vale.
Quem pode (sem perder-se) louvar cousa
Onde nĂŁo chega humano entendimento?

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Eu penso que um livro deve ser julgado dez anos mais tarde, depois de o lermos e de o voltarmos a ler.

É mister o mĂĄximo cuidado no emprego das palavras. Por causa de uma palavra, poderia um homem ser julgado sĂĄbio, e por causa de uma palavra, poderia ser ele julgado um nĂ©scio.

A moralidade de um homem Ă© julgada de acordo com a capacidade, o grande sacrifĂ­cio que ele estĂĄ disposto a tomar, sem perder em contrapartida o pensamento.

O JuĂ­zo Final

Chegou o miseråvel milionårio no céu e, impacientemente, esperou a sua vez de ser julgado. Introduziram-no numa sala, noutra sala, noutra sala, até que se viu frente a uma luz ofuscante, na qual pouco a pouco foi dintinguindo a figura santa do pai dos Homens. Em voz tonitroante este, tendo à direita, Pedro, e, à esquerda, uma figura que ele não conhecia, julgou sumariamente dois outros pecadores que estavam à sua frente. E, afinal, dirigiu-se a ele:
– Que fez vocĂȘ de bom na sua vida ?
– Bem, eu nasci, cresci, amei, casei, tive filhos, vivi.
– Ora – disse o Senhor – isso sĂŁo actos sociais e biolĂłgicos a que vocĂȘ estava destinado. Quero saber que bondade especĂ­fica e determinada vocĂȘ teve para com o seu semelhante.
– Bem – disse o milionĂĄrio – eu criei indĂșstrias, comprei fazendas, dei emprego a muita gente, melhorei as condiçÔes sociais de muita gente.
– NĂŁo, isso nĂŁo serve – disse o Todo-Poderoso – essas acçÔes estavam implĂ­citas ao acto de vocĂȘ enriquecer. VocĂȘ as praticou porque precisava viver melhor. NĂŁo foram intrinsecamente boas acçÔes, desprendidas, nĂŁo servem.
O milionårio escarafunchou o cérebro e não encontrou nada.

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O papel da comunicação social é o de uma força independente que tem de se aferir por critérios de verdade e de serviço julgados em liberdade pelos profissionais da imprensa.

A educação de um povo pode ser julgada, antes de mais nada, pelo comportamento que ele mostra na rua. Onde encontrares falta de educação nas ruas, encontrarås o mesmo nas casas.

NĂŁo julgueis, antes de julgar a si mesmo. NĂŁo julgueis, se vocĂȘ nĂŁo estĂĄ pronto para ser julgado.

No restaurante, se te recusares a comer uma iguaria, Ă© a gerĂȘncia que entra em neurose e a culpa Ă© de toda a gente menos tua. Em casa, o facto de nĂŁo gostares (e de nĂŁo comeres) Ă© julgado como uma falta de amor, de dignidade, de tento, de tudo.

Considero a famĂ­lia e nĂŁo o indivĂ­duo como o verdadeiro elemento social (arriscando-me a ser julgado como espĂ­rito retrĂłgrado).

A Falsa Emancipação da Mulher

Actualmente, tem-se a pretensĂŁo de que a mulher Ă© respeitada. Uns cedem-lhe o lugar, apanham-lhe o lenço: outros reconhecem-lhe o direito de exercer todas as funçÔes, de tomar parte na administração, etc.; mas a opiniĂŁo que tĂȘm dela Ă© sempre a mesma – um instrumento de prazer. E ela sabe-o. Isso em nada difere da escravatura. A escravatura mais nĂŁo Ă© do que a exploração por uns do trabalho forçado da maioria. Assim, para que deixe de haver escravatura Ă© necessĂĄrio que os homens cessem de desejar usufruir o trabalho forçado de outrem e considerem semelhante coisa como um pecado ou vergonha. Entretanto, eles suprimem a forma exterior da escravatura, depois imaginam, persuadem-se de que a escravatura estĂĄ abolida mas nĂŁo vĂȘem, nĂŁo querem ver que ela continua a existir porque as pessoas procedem sempre de maneira idĂȘntica e consideram bom e equitativo aproveitar o trabalho alheio. E desde que isso Ă© julgado bom, torna-se inveitĂĄvel que apareçam homens mais fortes ou mais astutos dispostos a passar Ă  acção. A escravatura da mulher reside unicamente no facto de os homens desejarem e julgarem bom utilizĂĄ-la como instrumento de prazer. Hoje em dia, emancipam-na ou concedem-lhe todos os direitos iguais aos do homem,

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As acçÔes devem ser julgadas de acordo com as intençÔes

As acçÔes devem ser julgadas de acordo com as intençÔes.