Cita√ß√Ķes sobre Relacionamento

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O Natal parece-me ser um tempo festivo necessário; precisamos de um tempo em que possamos lamentar as nossas falhas nos nossos relacionamentos humanos: é a festa do fracasso, triste mas consoladora.

As Janelas da Memória

A mem√≥ria humana n√£o √© lida globalmente, como a mem√≥ria dos computadores, mas por √°reas espec√≠ficas a que chamo de janelas. Atrav√©s das janelas vemos, reagimos, interpretamos… Quantas vezes tentamos lembrar-nos de algo que n√£o nos vem √† ideia? Nesse caso, a janela permaneceu fechada ou inacess√≠vel.

A janela da mem√≥ria √©, portanto, um territ√≥rio de leitura num determinado momento existencial. Em cada janela pode haver centenas ou milhares de informa√ß√Ķes e experi√™ncias. O maior desafio de uma mulher, e do ser humano em geral, √© abrir o m√°ximo de janelas em cada situa√ß√£o. Se ela abre diversas janelas, poder√° dar respostas inteligentes. Se as fecha, poder√° dar respostas inseguras, med√≠ocres, est√ļpidas, agressivas. Somos mais instintivos e animalescos quando fechamos as janelas, e mais racionais quando as abrimos.

O mundo dos sentimentos possui as chaves para abrir as janelas. O medo, a tens√£o, a ang√ļstia, o p√Ęnico, a raiva e a inveja podem fech√°-las. A tranquilidade, a serenidade, o prazer e a afetividade podem abri-las. A emo√ß√£o pode fazer os intelectuais reagirem como crian√ßas agressivas e as pessoas simples reagirem como elegantes seres humanos. Sob um foco de tens√£o, como perdas e contrariedades, uma mulher serena pode ficar irreconhec√≠vel.

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A confian√ßa m√ļtua √© um elo que fortalece o relacionamento. Quando o ci√ļme leva √† briga √© o amor que recebe o primeiro golpe!

A Origem do Medo

A condição psicológica do medo está divorciada de qualquer perigo concreto e real. Surge sob diversas formas: desconforto, preocupação, ansiedade, nervosismo, tensão, temor, fobia, etc. Este tipo de medo psicológico é sempre algo que poderá acontecer e não algo que esteja a acontecer no momento. O leitor está aqui e agora, enquanto a sua mente se encontra no futuro. Este facto gera um hiato de ansiedade. Além disso, se o leitor se identificar com a sua mente e tiver perdido o contacto com o poder e a simplicidade do Agora, esse hiato de ansiedade acompanhá-lo-á constantemente.

A pessoa pode sempre lidar com o momento presente, mas não o consegue fazer com algo que é apenas uma projeção mental Рnão é possível lidar com o futuro.
E enquanto o leitor se identifica com a sua mente, o ego comanda a sua vida. Devido à natureza ilusória que lhe é característica e apesar dos mecanismos de defesa elaborados, o ego torna-se muito vulnerável e inseguro, vendo-se a si próprio constantemente sob ameaça. Este facto, a propósito, é o que acontece, mesmo que por fora o ego pareça muito confiante. Agora lembre-se de que uma emoção é a reação do corpo à mente.

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A Chave para qualquer Relacionamento

A chave para qualquer relacionamento √© a comunica√ß√£o. E eu sempre pensei que a comunica√ß√£o √© como uma dan√ßa. Uma pessoa d√° um passo em frente, o outro d√° um passo para tr√°s. O mais pequeno trope√ß√£o pode faz√™-los cair e deix√°-los emaranhados numa confus√£o. Descobri que, quando nos encontramos nesta posi√ß√£o ‚ÄĒ com o companheiro, um colega, um amigo, um filho ‚ÄĒ, a melhor op√ß√£o √© sempre perguntar √† outra pessoa: ¬ęO que √© que tu realmente queres?¬Ľ

Ao princ√≠pio pode ser que a pessoa revele um certo nervosismo, que tussa ou que talvez fa√ßa um pequeno sil√™ncio. Mas se voc√™ ficar calado o tempo suficiente para obter uma resposta, garanto-lhe que ser√° qualquer coisa do tipo: ¬ęQuero saber que me d√°s valor.¬Ľ Estenda uma m√£o de conex√£o e bom entendimento e ofere√ßa-lhe tr√™s das palavras mais importantes que qualquer um de n√≥s pode receber: ¬ęEstou a ouvir-te.¬Ľ Tenho a certeza de que isto ir√° melhorar o vosso relacionamento.

Somos Cidadãos Sem Laços de Cidadania

√Č escusado. Em nenhuma √°rea do comportamento social conseguimos encontrar um denominador comum que nos torne a conviv√™ncia harmoniosa. Procedemos em todos os planos da vida colectiva como figadais advers√°rios. Guerreamo-nos na pol√≠tica, na literatura, no com√©rcio e na ind√ļstria. Onde est√£o dois portugueses est√£o dois concorrentes hostis √† Presid√™ncia da Rep√ļblica, √† chefia dum partido, √† ger√™ncia dum banco, ao comando de uma corpora√ß√£o de bombeiros. N√£o somos capazes de reconhecer no vizinho o talento que nos falta, as virtudes de que carecemos. Diante de cada sucesso alheio ficamos transtornados. E vingamo-nos na s√°tira, na mordacidade, na maledic√™ncia. Nas cidades ou nas aldeias, por f√°s e por nefas, n√£o h√° ningu√©m sem alcunha, a todos √© colado um rabo-leva pejorativo. Quem quiser conhecer a natureza do nosso relacionamento, leia as pol√©micas que trav√°mos ao longo dos tempos. S√£o reveladoras. A celebrada carta de E√ßa a Camilo ou a tamb√©m conhecida deste ao conselheiro Forjaz de Sampaio d√£o a medida exacta da verrina em que nos comprazemos no trato di√°rio. Gregariamente, somos um somat√≥rio de cidad√£os sem la√ßos de cidadania.

Não adie a vida e o amor à espera de um futuro ideal em que será uma pessoa perfeita. Aceite que os relacionamentos e o amor pelas pessoas por quem se sente atraída neste momento são aqueles de que necessita neste ponto da sua vida e que esses relacionamentos, por mais imperfeitos que sejam, são a forma de evoluir e de se tornar na pessoa que quer ser.

Os relacionamentos só fazem sentido quando ambas as partes potenciam a outra. Quando isso deixa de acontecer, quando o dar e receber cessa, e se perde a identificação, a paixão esgota-se e dá lugar à culpa.

São coisas em comum que fazem relacionamentos agradáveis, mas são as pequenas diferenças que os tornam interessantes.

Um Cérebro Sempre Jovem

A sociedade est√° a ser varrida por um movimento chamado nova velhice. A norma social para as pessoas de idade era passiva e sombria; confinadas a cadeiras de baloi√ßo, esperava-se que entrassem em decl√≠nio f√≠sico e mental. Agora o inverso √© verdade. As pessoas mais velhas t√™m expetativas mais elevadas de que permanecer√£o ativas e com vitalidade. Consequentemente, a defini√ß√£o de velhice mudou. Num inqu√©rito perguntou-se a uma amostra de baby boomers: “Quando tem in√≠cio a velhice?” A resposta m√©dia foi aos 85. √Ä medida que aumentam as expetativas, o c√©rebro deve claramente manter-se a par e adaptar-se √† nova velhice. A antiga teoria do c√©rebro fixo e estagnado sustentava ser inevit√°vel um c√©rebro que envelhecesse. Supostamente as c√©lulas cerebrais morriam continuamente ao longo do tempo √† medida que uma pessoa envelhecia, e a sua perda era irrevers√≠vel.

Agora que compreendemos qu√£o flex√≠vel e din√Ęmico √© o c√©rebro, a inevitabilidade da perda celular j√° n√£o √© v√°lida. No processo de envelhecimento ‚ÄĒ que progride √† raz√£o de 1% ao ano depois dos trinta anos de idade ‚ÄĒ n√£o h√° duas pessoas que envelhe√ßam de maneira igual. At√© os g√©meos id√™nticos, nascidos com os mesmos genes, ter√£o muito diferentes padr√Ķes de atividade gen√©tica aos setenta anos,

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A Esperança de uma Relação Profunda

Conhecemos as pessoas durante anos, at√© mesmo dezenas de anos, habituamo-nos a evitar os problemas pessoais e os assuntos verdadeiramente importantes, mas guardamos a esperan√ßa de que, mais tarde, em circunst√Ęncias mais favor√°veis, se possam justamente abordar esses assuntos e esses problemas. A esperan√ßa, sempre adiada, de um relacionamento mais humano e mais completo nunca desaparece completamente, porque nenhuma rela√ß√£o humana se contenta com limites definitivos, restritos e r√≠gidos. Permanece, portanto, a esperan√ßa, de que haja um dia uma rela√ß√£o ¬ęaut√™ntica e profunda¬Ľ. E permanece durante anos, at√© mesmo d√©cadas, at√© que um acontecimento definitivo e brutal (em geral, uma coisa como a morte) vem dizer-nos que √© demasiado tarde, que essa ¬ęrela√ß√£o aut√™ntica e profunda¬Ľ, cuja imagem t√≠nhamos amado, tamb√©m n√£o existir√°; n√£o existir√°, tal como as outras.

Estou convencido de que a ‘tarefa primordial’ das institui√ß√Ķes humanas, dentre as quais tamb√©m o progresso, seja aquela de n√£o apenas preservar os homens de sofrimentos in√ļteis e da morte precoce, mas tamb√©m de conservar no homem toda a sua humanidade: a satisfa√ß√£o do trabalho desenvolvido com a intelig√™ncia das m√£os e da mente, a satisfa√ß√£o de ajudar-se mutuamente e de um relacionamento feliz com os homens e com a natureza, a satisfa√ß√£o do conhecimento da arte.

Todos compreendem que o amor suaviza relacionamento entre as pessoas e torna a vida agrad√°vel. Por√©m, nem todos conhecem a grande influ√™ncia que o amor exerce sobre a Natureza. Quando todos os seres humanos passarem a se amar mutuamente e desaparecerem da face da Terra as vibra√ß√Ķes desarm√īnicas, como √≥dio, ira ou inveja, ocorrer√° uma transforma√ß√£o ben√©fica na for√ßa invis√≠vel que rege todas os fen√īmenos da Natureza; consequentemente, reinar√° a harmonia na Natureza e surgir√° um mundo paradis√≠aco como o descrito na B√≠blia, onde os le√Ķes e os cordeiros viver√£o juntos. Isto porque o mundo vis√≠vel aos olhos carnais nada mais √© que proje√ß√£o do mundo da mente. E a mente do homem, rei de todas as criaturas, pode dominar todas as coisas.

N√≥s pensamos que vivemos em uma sociedade heterossexual porque a maioria dos homens est√° fixada nas mulheres como objetos sexuais; mas, de fato, n√≥s vivemos em uma sociedade homossexual porque todas as transa√ß√Ķes cr√≠veis de poder, autoridade, e autenticidade realizam-se entre homens; todas as transa√ß√Ķes baseadas em igualdade e individualidade realizam-se entre homens. Homens s√£o reais; portanto, todo relacionamento real acontece entre homens; toda comunica√ß√£o real acontece entre homens; toda reciprocidade real acontece entre homens; toda mutualidade real acontece entre homens.

Seja qual for o relacionamento que você atraiu para dentro de sua vida, numa determinada época, ele foi aquilo de que você precisava naquele momento

Se o relacionamento sobreviver à verdade, será muito belo. Se morrer, isso também será bom porque um relacionamento falso acabou.

Indigno do Amor

N√£o se pode amar uma pessoa que se detesta a si pr√≥pria. E nesta terra desgra√ßada, quase toda a gente se detesta a si pr√≥pria, toda a gente se condena a si pr√≥pria. Como poder√° voc√™ amar uma pessoa que se condena a si pr√≥pria? Essa pessoa n√£o acreditar√° em si. Ela n√£o se pode amar a si pr√≥pria ‚ÄĒ como √© que voc√™ se atreve? A pessoa n√£o se pode amar a si pr√≥pria ‚ÄĒ como pode voc√™ am√°-la? Suspeitar√° de que se trata de uma brincadeira, de um embuste, de uma rasteira. Suspeitar√° que voc√™ tenta engan√°-la em nome do amor. Ser√° muito cautelosa, vigilante, e a sua suspeita envenenar√° o seu ser. Quando voc√™ ama uma pessoa que se detesta a si pr√≥pria, est√° a tentar destruir o conceito que ela faz de si pr√≥pria. E ningu√©m deixa facilmente cair o conceito que faz de si mesmo; esse conceito √© a sua identidade. Enfrent√°-lo-√°, provar-lhe-√° de que ela tem raz√£o e voc√™ n√£o.

√Č o que est√° a acontecer a todos os relacionamentos de amor ‚ÄĒ ou antes a todos os assim-chamados relacionamentos de amor. Acontece entre marido e mulher, entre amante e amado, entre homem e mulher.

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