Frases sobre Velhos

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Frases de velhos escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

A maior invenção do mundo não é a minha tecnologia! É a morte! Pois através dela, o velho sempre dará lugar para o novo!

E a gente canta, a gente dança, a gente não se cansa de ser criança; a gente brinca na nossa velha infância…

Da velha confusão de teorias médicas, da grande época obscura do empirismo, como um dogma da ciência de então, uma forma errónea e cheia de preconceito, como se fora um mandado religioso e por isso mesmo eivado de má fé, surgiu com esta frase perturbante: O homem é omnívoro. Como à boca se pode levar tudo que se queira, daí resultou essa monstruosidade deturpante da humanidade!

O amor é certamente uma das formas favoritas da Natureza para destruir os velhos preconceitos e perspetivas a que nos acomodámos. O amor desarruma as nossas crenças perfeitamente organizadas acerca do isolamento e da independência, o que pode desencadear perceções poderosas e uma cadeia de acontecimentos que destrói barreiras, medos e padrões de pensamento obsoletos.

A alma nasce velha, e vai rejuvenescendo. É a comédia da vida. E o corpo nasce jovem, mas envelhece; é a tragédia da vida.

A Terra é tão velha quanto o homem e nada mais. Como poderia ser mais velha? Nada existe exeto pela via da consciência humana.

Portanto, hipocritamente os velhos invocam a morte,
e criticam a velhice e a longa duração da vida:
quando a morte se aproxima, ninguém quer
morrer, a velhice não pesa mais.

Se quiser triunfar na vida, faça
da perseverança, a sua melhor amiga;
da experiência, o seu sábio conselheiro;
da prudência, o seu irmão mais velho;
e da esperança, o seu anjo guardião.

Os amigos antigos vão-se, novos amigos aparecem. É como os dias. Um dia velho vai-se, um novo dia chega. O que é importante é que adquira significado: um amigo com significado – ou um dia com significado.

A ciência realmente só tem alcançado tornar mais intensa e forte uma certeza: – a velha certeza socrática da nossa irreparável ignorância. De cada vez sabemos mais – que não sabemos nada.