Passagens sobre Competência

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Frases sobre compet√™ncia, poemas sobre compet√™ncia e outras passagens sobre compet√™ncia para ler e compartilhar. Leia as melhores cita√ß√Ķes em Poetris.

O tr√°fico de seres humanos √© uma chaga no corpo da humanidade contempor√Ęnea, uma chaga na carne de Cristo. √Č um delito contra a humanidade. Queremos que as estrat√©gias e as compet√™ncias sejam acompanhadas e fortalecidas pela compaix√£o evang√©lica, pela proximidade aos homens e mulheres que s√£o v√≠timas deste crime.

O Estudo da Sabedoria Nunca Termina

Ao estudo da sabedoria jamais havereis de p√īr termo; n√£o acabe ele antes de acabada a vossa vida. Em tr√™s coisas cumpre ao homem pensar e exercitar-se enquanto viva: em saber bem, em bem falar e em bem obrar.
Desterra dos teus estudos a arrog√Ęncia; n√£o fiques presumido pelo que sabes, porque tudo quando sabe o mais s√°bio homem do mundo nada √© em compara√ß√£o com o muito que lhe falta saber. Mui escasso √©, e muito obscuro e incerto, tudo quanto os homens alcan√ßam nesta vida; e os nossos entendimentos, detidos e presos neste c√°rcere do corpo, est√£o oprimidos por grand√≠ssima escurid√£o, trevas e ignor√Ęncia, e o corte ou fio do engenho √© t√£o cego que n√£o pode cortar, nem passar-lhe de rasp√£o sequer, coisa alguma.
Afora isto, a arrog√Ęncia faz com que n√£o possas tirar proveito do estudo; creio que ter√° havido muitos que n√£o chegaram a s√°bios e que poderiam t√™-lo sido se n√£o dessem a entender que j√° o eram.
Deveis guardar-vos, também, de porfias, de competências, de menosprezar ou amesquinhar o que os outros sabem ou não sabem, de desejar vanglórias. Para isto, principalmente, servem os estudos: para nos ensinarem a fugir de tais vícios e de outros semelhantes.

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Prazer com Virtude

Que dizer do facto de tanto os homens bons como os maus terem prazer, e de os homens infames terem tanto gosto em cometer actos vergonhosos como os homens honestos t√™m nas suas ac√ß√Ķes excelentes? √Č por isso que os antigos prescreveram que se procurasse a vida melhor, n√£o a mais agrad√°vel, de forma a que o prazer fosse, n√£o o guia, mas um companheiro da vontade recta e boa. Na verdade, a natureza deve ser o nosso guia: a raz√£o observa-a e consulta-a. Por isso, viver feliz √© o mesmo que viver de acordo com a natureza. Passo a explicar o que quer isto dizer: se conservarmos os nossos dons corporais e as nossas aptid√Ķes naturais com dilig√™ncia, mas tamb√©m com impavidez, tomando-os como bens ef√©meros e fugazes; se n√£o nos tornarmos servos deles, nem nos submetermos a coisas exteriores; se as coisas que s√£o circunstanciais e agrad√°veis ao corpo forem para n√≥s como auxiliares e tropas ligeiras num castro (que obedecem, n√£o comandam); nesta medida, todas estas coisas ser√£o √ļteis √† mente.
N√£o se deixe o homem corromper pelas coisas externas e inalcan√ß√°veis, e admire-se apenas a si pr√≥prio, confiando no seu √Ęnimo e mantendo-se preparado para tudo,

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Eu não tenho ídolos. Tenho admiração por trabalho, dedicação e competência.

Arrumar os Mortos

√Č preciso que compreendam: n√≥s n√£o temos compet√™ncia para arrumarmos os mortos no lugar do eterno.
Os nossos defuntos desconhecem a sua condição definitiva: desobedientes, invadem-nos o quotidiano, imiscuem-se do território onde a vida deveria ditar sua exclusiva lei.
A mais séria consequência desta promiscuidade é que a própria morte, assim desrespeitada pelos seus inquilinos, perde o fascínio da ausência total.
A morte deixa de ser a mais incurável e absoluta diferença entre os seres.

O problema fundamental do casamento é que ele abala a confiança de um homem nele mesmo, e diminui grandemente sua competência e eficácia geral. Ele passa a pensar como um comandante que perdeu uma batalha decisiva e dramática e, desde então, nunca mais acredita inteiramente em si mesmo.

O Objectivo da Arte não é Ser Compreensível

Toda a arte é expressão de qualquer fenómeno psíquico. A arte, portanto, consiste na adequação, tão exacta quanto caiba na competência artística do fautor, da expressão à cousa que quer exprimir. De onde se deduz que todos os estilos são admissíveis, e que não há estilo simples nem complexo, nem estilo estranho nem vulgar.
H√° ideias vulgares e ideias elevadas, h√° sensa√ß√Ķes simples e sensa√ß√Ķes complexas; e h√° criaturas que s√≥ t√™m ideias vulgares, e criaturas que muitas vezes t√™m ideias elevadas. Conforme a ideia, o estilo, a express√£o. N√£o h√° para a arte crit√©rio exterior. O fim da arte n√£o √© ser compreens√≠vel, porque a arte n√£o √© a propaganda pol√≠tica ou imoral.

Se o dinheiro for a sua esperan√ßa de independ√™ncia, voc√™ jamais a ter√°. A √ļnica seguran√ßa verdadeira consiste numa reserva de sabedoria, de experi√™ncia e de compet√™ncia.

A compet√™ncia √© g√©nio. A √ļnica, e verdadeira, forma de g√©nio. Mais do que quem escreve um livro ou pinta um quadro: o competente que resolve problemas e facilita a vida de quem, sem ele, iria martirizar-se at√© √† dem√™ncia pela sua incapacidade √© um g√©nio. Um aut√™ntico Da Vinci dos tempos modernos.

A Interpretação das Nossas Capacidades

N√£o sabemos distinguir as faculdades dos homens; t√™m eles divis√≥rias e fronteiras subtis e dif√≠ceis de discernir. Concluir da compet√™ncia na vida privada uma qualquer compet√™ncia para os cargos p√ļblicos, √© mal concluir: h√° quem se governe bem e n√£o governe bem os outros e quem fa√ßa Ensaios sem ser capaz de realizar feitos; quem organize bem um cerco e mal uma batalha e quem fale bem em privado e n√£o o consiga fazer em p√ļblico ou diante de um princ√≠pe. E talvez mesmo o ser algu√©m capaz numa das coisas mais que o contr√°rio indicie que n√£o o √© na outra. Acho que os esp√≠ritos elevados n√£o muito menos aptos s√£o para as coisas inferiores que os inferiores para as elevadas. Seria de crer que S√≥crates tivesse dado aos atenienses motivo para se rirem √† sua custa por ele nunca haver sabido fazer a contagem dos sufr√°gios da sua tribo e particip√°-los ao Conselho? Decerto, a venera√ß√£o que tenho pelas qualidades desta personagem justifica que a sua sorte proporcione um exemplo t√£o magn√≠fico para desculpar os meus principais defeitos.
A nossa capacidade está fragmentada em pequenas parcelas. A minha não é extensa e ainda por cima é pouco variada.

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Eu aconselharia qualquer pessoa a ir para a universidade, porque é um dos melhores tempos da tua vida em termos de pessoas que conheces e onde desenvolves um largo conjunto de competências intelectuais.

O Futuro Não é Garantia de Competência

Creio apenas saber que o romance n√£o pode j√° viver em paz com o esp√≠rito do nosso tempo: se quer ainda continuar a descobrir o que n√£o est√° descoberto, se quer ainda ¬ęprogredir¬Ľ enquanto romance, s√≥ pode faz√™-lo contra o progresso do mundo.
A vanguarda viu as coisas diferentemente: estava possu√≠da pela ambi√ß√£o de estar em harmonia com o futuro. Os artistas de vanguarda criaram obras, corajosas √© verdade, dif√≠ceis, provocat√≥rias, apupadas, mas criaram-nas com a certeza de que o ¬ęesp√≠rito do tempo¬Ľ estava com eles e que, amanh√£, lhes daria raz√£o.
Outrora, tamb√©m eu considerei o futuro como √ļnico juiz competente das nossas obras e dos nossos actos. Foi mais tarde que compreendi que o flirt com o futuro √© o pior dos conformismos, a cobarde lisonja do mais forte. Porque o futuro √© sempre mais forte que o presente. √Č ele, de facto, que nos julgar√°. E certamente sem qualquer compet√™ncia.

Nunca se faz uma reforma contra os indiv√≠duos que v√£o dar-lhe realiza√ß√£o E nunca se faz uma reforma contra o pa√≠s. S√≥ se faz uma reforma utilizando um m√©todo capaz. (…) Quando o estudo √© feito por um grupo que a sociedade civil reconhece e que tem compet√™ncia e isen√ß√£o, criam-se condi√ß√Ķes imediatas de aceita√ß√£o e de discuss√£o.

Há poucas desgraças neste mundo que não possas transformar num triunfo pessoal se tiveres uma vontade férrea e a competência necessária.

Saber não é uma competência de uma multidão. Eu vejo, vocês veem, mas não há nenhuma forma de ambos podermos ver a partir do mesmo lugar. Vocês não podem ver através dos meus olhos, e eu não posso ver através dos vossos. Nem eu posso estar no vosso espaço, o espaço onde estão, nem vocês podem estar no meu, o espaço onde eu estou.

A Doença da Disciplina

Das fei√ß√Ķes de alma que caracterizam o povo portugu√™s, a mais irritante √©, sem d√ļvida, o seu excesso de disciplina. Somos o povo disciplinado por excel√™ncia. Levamos a disciplina social √†quele ponto de excesso em que cousa nenhuma, por boa que seja ‚ÄĒ e eu n√£o creio que a disciplina seja boa ‚ÄĒ por for√ßa que h√°-de ser prejudicial.
Tão regrada, regular e organizada é a vida social portuguesa que mais parece que somos um exército de que uma nação de gente com existências individuais. Nunca o português tem uma acção sua, quebrando com o meio, virando as costas aos vizinhos. Age sempre em grupo, sente sempre em grupo, pensa sempre em grupo. Está sempre à espera dos outros para tudo. E quando, por um milagre de desnacionalização temporária, pratica a traição à Pátria de ter um gesto, um pensamento, ou um sentimento independente, a sua audácia nunca é completa, porque não tira os olhos dos outros, nem a sua atenção da sua crítica.
Parecemo-nos muito com os alem√£es. Como eles, agimos sempre em grupo, e cada um do grupo porque os outros agem.
Por isso aqui, como na Alemanha, nunca é possível determinar responsabilidades; elas são sempre da sexta pessoa num caso onde só agiram cinco.

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As mais soberanas fun√ß√Ķes do poder n√£o gozam da sua soberania sen√£o nos limites da compet√™ncia em que as leis a circunscreveram. Excedida a compet√™ncia, para logo cessa o benef√≠cio da soberania o car√°ter de autoridade juridicamente insindic√°vel dos atos pol√≠ticos do governo.

N√£o te queixes da dificuldade de conseguir emprego. N√£o temas, mesmo que haja dez, cem ou mil candidatos para uma vaga. O fator decisivo para a escolha do candidato nem sempre √© a excepcional compet√™ncia. Para a execu√ß√£o dos servi√ßos de uma empresa, n√£o √© preciso ser um g√™nio. O segredo para conseguir um emprego est√° na ‚Äėatmosfera pessoal‚Äô do candidato.