-Sei que a senhora gosta de ler – digo.
– Muito. Não se ria se eu disser que o romance mais bonito que li em toda a minha vida foi a Joana Eira de Carlota Bronte. Conhece? Uma jóia. Acho que li esse livro umas vinte vezes. Devorei também todo o Walter Scott e o Alexandre Dumas. Nunca suportei o Zola nem o Flaubert. Mas gostava do Tolstoi. Ah! Leio também os modernos. Estrangeiros e nacionais, naturalmente.
Frases sobre Livros
573 resultadosQuando tenho um pouco de dinheiro, compro livros. Se sobrar algum, compro roupas e comida.
Um livro é um grande cemitério onde, sobre a maioria dos túmulos, não se podem mais ler os nomes apagados.
Onde quer que livros sejam queimados, os homens serão também, eventualmente, queimados.
Adaptar-me-ia dificilmente a um mundo sem livros, mas a realidade não está ali porque eles não a contêm toda inteira.
Os livros grossos tornam felizes os homens pequenos, que os usam para elevar o assento.
Pode-se comparar a vida a um livro escrito em língua que jamais aprenderemos.
Podem queimar livros, mas não se queimam ideias; as chamas das fogueiras as superexcitam, em vez de extingui-las. Ademais, as idéias estão no ar, e não há Pirineus bastante elevados para detê-las; e quando é grande e generosa uma ideia, encontra milhares de corações dispostos a almejá-la.
Tanto as pessoas quanto as nações precisam livrar-se de seus preconceitos. Sinta-se falando diretamente com Deus: não leia o livro, leia sua alma; e então qualquer pequena capela ficará tão grande quanto a própria abóbada celeste.
Já deve ter sido dito mas não há mal em repetir: o livro banal é o que perde à segunda leitura; o bom livro é o que ganha.
Erguia-se para uma nova manhã, docemente viva. E sua felicidade era pura como o reflexo do sol na água. Trecho do livro Perto do coração selvagem)
Como é conveniente e agradável o mundo dos livros! – se não se atribuir a ele as obrigações de um estudante, nem considerá-lo um sedativo para a preguiça, mas entrar nele com o entusiasmo de um aventureiro!
Os livros são amigos que nunca nos deixam mal.
Muitos livros devem o seu sucesso à afinidade entre a mediocridade das ideias do escritor e as do público.
O livro caindo na alma,
é germe que faz a palma,
é chuva que faz o mar.
A palavra é apenas um ruído, e os livros são apenas papel.
Na verdade um livro que não merece ser lido duas vezes não é digno de ser lido nem uma vez.
Cada livro, cada volume que você vê, tem alma. A alma de quem o escreveu, e a alma dos que o leram, que viveram e sonharam com ele. Cada vez que um livro troca de mãos, cada vez que alguém passa os olhos pelas suas páginas, seu espírito cresce e a pessoa se fortalece.
Quando os escritores morrem, eles se transformam nos seus livros. O que, pensando bem, não deixa de ser uma forma interessante de reencarnação.
A competência é génio. A única, e verdadeira, forma de génio. Mais do que quem escreve um livro ou pinta um quadro: o competente que resolve problemas e facilita a vida de quem, sem ele, iria martirizar-se até à demência pela sua incapacidade é um génio. Um autêntico Da Vinci dos tempos modernos.