Só aos escritores fátuos interessa que leiam os seus livros; aos outros basta que os comprem.
Frases sobre Livros
573 resultadosPara mim, um escritor tem justificação para escrever um livro se estiver apaixonado pelo tema.
Trabalhar um livro até à minúcia de uma palavra. E depois um leitor engolir tudo à pressa para saber ‘de que se trata’. Vale a pena requintar um vinho para se beber como o carrascão?
Cada vez que um livro troca de mãos, cada vez que alguém passa os olhos sob suas páginas, seu espírito cresce e a pessoa se fortalece.
A educação do caráter não se faz por meio dos livros.
Cem máximas que resumissem a sabedoria universal tornariam dispensáveis os livros.
O tempo é um rio… e os livros são como barcos. Muitos volumes começam a descer a correnteza apenas para serem destruídos e perdidos Apenas uns poucos, muito poucos, suportam as provações do tempo e vivem para abençoar as próximas gerações.
O livro visto por fora, não mostra nada; por dentro está cheio de mistérios.
A mulher que se dedica a escrever, aumenta o número dos livros e diminui o das mulheres.
Quem lê, deve cuidar de duas coisas: seleccionar os livros e lê-los bem.
O livro é um alimento. Alguns são provados, outros, devorados, mas pouquíssimos mastigados e digeridos.
É mais importante escrever um livro do que governar um império… e mais difícil também.
Não existem livros morais ou imorais. Os livros são bem ou mal escritos.
As belas noites que esta mulher nos teria proporcionado, se ela não fosse uma estampa de livro.
Homem que se furta um ou dois meses à canseira dos livros, para amaciar a aridez do espírito nas frivolidades da vida – embora se preocupe imaginando belezas no amor, única frivolidade suportável – tal homem o que faz é enojar-se um ou dois meses para depois entrar na vida que deixou, abraçar a ciência, esposa legítima que desdenhara, e recordar com tédio as vulgaridades em que se amesquinhou. Este homem não serve para mulher nenhuma. E nenhuma mulher serve para este homem.
Um quadro, as personagens de um filme ou de um livro, por mais fora do comum que sejam, foram gerados com base na leitura de elementos contidos na memória do seu autor. E a memória é um produto da nossa carga genética, do útero materno, do ambiente social, do meio educativo e das relações do nosso Eu com a própria mente.
Publicamos para não passar a vida a corrigir rascunhos. Quer dizer, a gente publica um livro para livrar-se dele.
O livro deve ser objecto e mercadoria para chegar às nossas mãos. Mas só somos donos desse objecto quando ele deixa de ser objecto e deixa de ser mercadoria. O livro só cumpre o seu destino quando transitamos de leitores para produtores do texto, quando tomamos posse dele como seus co-autores.
Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia.
Sou os arredores de uma vila que não há, o comentário prolixo a um livro que se não escreveu.