Frases sobre Vento

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Frases de vento escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

O amor-prĂłprio Ă© um balĂŁo cheio de vento, do qual saem tempestades quando o picam.

O silĂȘncio Ă© como o vento: atiça os grandes mal-entendidos e sĂł extingue os pequenos.

Aquilo que realmente une um casal são os interesses em comum, as prestaçÔes a pagar, as dívidas contraídas a meias. Pedes um empréstimo a vinte anos e estås a assegurar um casamento para metade da vida. O verdadeiro amor é isso. Palavras, leva-as o vento.

Velho. É o que sou. Quero tudo e nada quero. Posso? Permites-me tal ousadia? Subir a mais alta montanha, conhecer o algures e o nenhures; tocar o fundo de todos os mares e deitar-me com as estrelas e correr como o vento.

Sei que faço isso pra esquecer, eu deixo a onda me acertar e o vento vai, levando tudo embora.

Quando se ama é que se consegue ser qualquer coisa da criação. Quando se ama não temos necessidade nenhuma de entender o que acontece, porque tudo passa a acontecer dentro de nós, e os homens podem se transformar em vento. Desde que os ventos ajudem, é claro.

Morte nĂŁo Ă© coisa alguma. É a ausĂȘncia de presença, nada mais… O tempo sem fim, de nunca voltar atrĂĄs… um buraco que vocĂȘ nĂŁo pode ver, e quando o vento sopra nĂŁo faz nenhum som.

A liberdade Ă© um vinho de excelĂȘncia. NĂŁo faz sentido que nĂŁo o compartilhes. A sedução de ambos ajuda-nos a viver, Ă© o perfume da pele, a pele do vento, o segredo com que a flor atrai a abelha. As ĂĄrvores amam-se, e atĂ© mesmo as pedras partilham o amor entre si. O verde perde-se de amor pelo azul.

Aqui com elas fico perguntando
Aos ventos amorosos, que respiram
Da parte donde estais, por vĂłs, Senhora;
Às aves que ali voam, se vos viram,
Que fazĂ­eis, que estĂĄveis praticando,
Onde, como, com quem, que dia e que hora?

Tu eras também uma pequena folha que tremia no meu peito. O vento da vida pÎs-te ali. A princípio não te vi: não soube que ias comigo, até que as tuas raízes atravessaram o meu peito, se uniram aos fios do meu sangue, falaram pela minha boca, floresceram comigo.

Se vocĂȘ revelar os seus segredos ao vento, nĂŁo pode culpar o vento por revelĂĄ-los Ă s arvores.

Que coisa Ă© o homem neste mundo? Comediante no tablado, hĂłspede na estalagem, uma candeia exposta ao vento, padecente caminhando para o suplĂ­cio.