Cita√ß√Ķes sobre Vitalidade

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Frases sobre vitalidade, poemas sobre vitalidade e outras cita√ß√Ķes sobre vitalidade para ler e compartilhar. Leia as melhores cita√ß√Ķes em Poetris.

Amor

Nas largas muta√ß√Ķes perp√©tuas do universo
O amor √© sempre o vinho en√©rgico, irritante…
Um lago de luar nervoso e palpitante…
Um sol dentro de tudo altivamente imerso.

N√£o h√° para o amor rid√≠culos pre√Ęmbulos,
Nem mesmo as conven√ß√Ķes as mais superiores;
E vamos pela vida assim como os noct√Ęmbulos
√† fresca exala√ß√£o sal√ļbrica das flores…

E somos uns completos, célebres artistas
Na obra racional do amor — na heroicidade,
Com essa intrepidez dos s√°bios transformistas.

Cumprimos uma lei que a seiva nos dirige
E amamos com vigor e com vitalidade,
A cor, os tons, a luz que a natureza exige!…

Em vez de tentar proteger-se de ambientes negativos, é preferível ampliar a sua força e vitalidade. Quando o seu corpo, mente e coração irradiam energia, poder e luz, protegem-no automaticamente e dispersam a negatividade que encontra.

Existe uma vitalidade, uma for√ßa de vida, uma energia, um despertar, que √© traduzido em a√ß√£o atrav√©s de voc√™, e porque s√≥ existe um de voc√™ em todos os tempos, essa express√£o √© √ļnica.

O Amor Dominado

Um homem que domina √© um homem que n√£o ama. Tem uma tremenda vitalidade animal, uma for√ßa, capaz de conquistar. √Č um conquistador, as pessoas submetem-se-lhe, mas ele n√£o ama ou compreende. √Č apenas uma for√ßa e encontra-se imbu√≠do da sua pr√≥pria for√ßa. Se chegar a amar, ser√° uma for√ßa como a sua, pelo que, novamente, ama apenas uma esp√©cie de for√ßa igual √† sua, e n√£o as outras, o que seria uma infiltra√ß√£o. Observe-se bem o conquistador; observe-se o homem ou a mulher que domina os outros: n√£o √© ele quem ama. Aquele que ama √© o ser que √© dominado.

Sobre a Reforma

Lan√ßar-me-ia num discurso demasiado longo se referisse aqui em particular todas as raz√Ķes naturais que levam os velhos a retirarem-se dos neg√≥cios do mundo: as mudan√ßas de humor, de condi√ß√Ķes f√≠sicas e o enfraquecimento org√Ęnico levam as pessoas e a maior parte dos animais, a afastarem-se pouco a pouco dos seus semelhantes. O orgulho, que √© insepar√°vel do amor-pt√≥prio, substitui-se-lhes √† raz√£o: j√° n√£o pode ser lisonjeado pela maior parle das coisas que lisonjeiam os outros, porque a experi√™ncia lhe fez conhecer o valor do que todos os homens desejam na juventude e a impossibilidade de o continuar a disfrutar; as diversas vias que parecem abertas aos jovens para alcan√ßar grandeza, prazeres, reputa√ß√£o e tudo o mais que eleva os homens, est√£o-lhes vedadas, quer pela fortuna ou pela sua conduta, quer pela inveja ou pela injusti√ßa dos outros; o caminho de reingresso nessas vias √© demasiado longo e demasiado √°rduo para quem j√° se perdeu nelas; as dificuldades parecem-lhes imposs√≠veis de ultrapassar e a idade j√° lhes n√£o permite tais pretens√Ķes. Tornam-se insens√≠veis √† amizade, n√£o s√≥ porque talvez nunca tenham encontrado nenhuma verdadeira, mas tamb√©m porque viram morrer grande n√ļmero de amigos que ainda n√£o tinham tido tempo nem ocasi√£o de desiludir a sua amizade e,

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Já não compramos laranjas, compramos vitalidade, já não compramos um automóvel, compramos prestígio.

Um Cérebro Sempre Jovem

A sociedade est√° a ser varrida por um movimento chamado nova velhice. A norma social para as pessoas de idade era passiva e sombria; confinadas a cadeiras de baloi√ßo, esperava-se que entrassem em decl√≠nio f√≠sico e mental. Agora o inverso √© verdade. As pessoas mais velhas t√™m expetativas mais elevadas de que permanecer√£o ativas e com vitalidade. Consequentemente, a defini√ß√£o de velhice mudou. Num inqu√©rito perguntou-se a uma amostra de baby boomers: “Quando tem in√≠cio a velhice?” A resposta m√©dia foi aos 85. √Ä medida que aumentam as expetativas, o c√©rebro deve claramente manter-se a par e adaptar-se √† nova velhice. A antiga teoria do c√©rebro fixo e estagnado sustentava ser inevit√°vel um c√©rebro que envelhecesse. Supostamente as c√©lulas cerebrais morriam continuamente ao longo do tempo √† medida que uma pessoa envelhecia, e a sua perda era irrevers√≠vel.

Agora que compreendemos qu√£o flex√≠vel e din√Ęmico √© o c√©rebro, a inevitabilidade da perda celular j√° n√£o √© v√°lida. No processo de envelhecimento ‚ÄĒ que progride √† raz√£o de 1% ao ano depois dos trinta anos de idade ‚ÄĒ n√£o h√° duas pessoas que envelhe√ßam de maneira igual. At√© os g√©meos id√™nticos, nascidos com os mesmos genes, ter√£o muito diferentes padr√Ķes de atividade gen√©tica aos setenta anos,

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Aspiro a um Repouso Absoluto

Aspiro a um repouso absoluto e a uma noite cont√≠nua. Poeta das loucas voluptuosidades do vinho e do √≥pio, n√£o tenho outra sede a n√£o ser a de um licor desconhecido na Terra e que nem mesmo a farmacopeia celeste poderia proporcionar-me; um licor que n√£o √© feito nem de vitalidade, nem de morte, nem de excita√ß√£o, nem de nada. Nada saber, nada ensinar, nada querer, nada sentir, dormir e sempre dormir, tal √© actualmente a minha √ļnica aspira√ß√£o. Aspira√ß√£o infame e desanimadora, por√©m sincera.

Viver em Estado de Amor

Respirar, viver n√£o √© apenas agarrar e libertar o ar, mecanicamente: √© existir com, √© viver em estado de amor. E, do mesmo modo, aderir ao mist√©rio √© entrar no singular, no afetivo. Deus √© c√ļmplice da afetividade: omnipotente e fr√°gil; impass√≠vel e pass√≠vel; transcendente e amoroso; sobrenatural e sens√≠vel. A mais louca pretens√£o crist√£ n√£o est√° do lado das afirma√ß√Ķes metaf√≠sicas: ela √© simplesmente a f√© na ressurrei√ß√£o do corpo.

O amor √© o verdadeiro despertador dos sentidos. As diversas patologias dos sentidos que anteriormente revisit√°mos mostram como, quando o amor est√° ausente, a nossa vitalidade hiberna. Uma das crises mais graves da nossa √©poca √© a separa√ß√£o entre conhecimento e amor. A m√≠stica dos sentidos, por√©m, busca aquela ci√™ncia que s√≥ se obt√©m amando. Amar significa abrir-se, romper o c√≠rculo do isolamento, habitar esse milagre que √© conseguirmos estar plenamente connosco e com o outro. O amor √© o degelo. Constr√≥i-se como forma de hospitalidade (o poeta brasileiro M√°rio Quintana escreve que ¬ęo amor √© quando a gente mora um no outro¬Ľ), mas pede aos que o seguem uma desarmada exposi√ß√£o. Os que amam s√£o, de certa maneira, mais vulner√°veis. N√£o podem fazer de conta. Se apetece cantar na rua,

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Essa habilidade em produzir diversidade, esse é o segredo da nossa vitalidade e das nossas artes de sobrevivência. Temos que saber manter essa capacidade Рagora no plano cultural e civilizacional Рpara respondermos às novas ameaças que sobre todos nós pesam. As saídas que nos restam pedem-nos não o olhar do lince mas o olho composto da mosca.

Foi precisamente nos anos da minha mais d√©bil vitalidade que eu cessei de ser pessimista; a necessidade instintiva de restabelecer-me afastou-me da filosofia da mis√©ria e do des√Ęnimo.

Talvez se resumam nisso a própria juventude, a espontaneidade, a coragem e a profundeza da vida pessoal, a vontade e a faculdade de experimentar e viver com plena vitalidade a parte natural do ser.

Aprendendo a Viver

Thoreau era um filósofo americano que, entre coisas mais difíceis de se assimilar assim de repente, numa leitura de jornal, escreveu muitas coisas que talvez possam nos ajudar a viver de um modo mais inteligente, mais eficaz, mais bonito, menos angustiado.
Thoreau, por exemplo, desolava-se vendo seus vizinhos s√≥ pouparem e economizarem para um futuro long√≠nquo. Que se pensasse um pouco no futuro, estava certo. Mas ¬ęmelhore o momento presente¬Ľ, exclamava. E acrescentava: ¬ęEstamos vivos agora.¬Ľ E comentava com desgosto: ¬ęEles ficam juntando tesouros que as tra√ßas e a ferrugem ir√£o roer e os ladr√Ķes roubar.¬Ľ
A mensagem é clara: não sacrifique o dia de hoje pelo de amanhã. Se você se sente infeliz agora, tome alguma providência agora, pois só na sequência dos agoras é que você existe.

Cada um de nós, aliás, fazendo um exame de consciência, lembra-se pelo menos de vários agoras que foram perdidos e que não voltarão mais. Há momentos na vida que o arrependimento de não ter tido ou não ter sido ou não ter resolvido ou não ter aceito, há momentos na vida em que o arrependimento é profundo como uma dor profunda.
Ele queria que fizéssemos agora o que queremos fazer.

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A essência do otimismo é que não leva em conta o presente, sendo uma fonte da inspiração, da vitalidade e da esperança que os outros abdicaram. O otimimo permite que uma pessoa mantenha sua cabeça erguida, para reivindicar o futuro pra si mesma e não abandoná-lo.

A serenidade e a vitalidade da nossa juventude baseiam-se em parte no facto de que nós, ao subirmos a montanha, não vermos a morte, pois ela encontra-se do outro lado da encosta.

Taciturno, silencioso, insensível ao novo sopro de vitalidade que estremecia a casa, o Coronel Aureliano Buendía compreendeu de leve que o segredo de uma boa velhice não é outra coisa senão um pacto honrado com a solidão.