Frases sobre Objeto

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Frases de objeto escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

Falar sobre sonhos é como falar de filmes, uma vez que o cinema utiliza a linguagem dos sonhos; anos podem passar em um segundo e você pode ir de um local para outro. É uma linguagem feita de imagens. E no verdadeiro cinema, cada objeto e cada luz significa alguma coisa, como em um sonho.

A experiência é um conhecimento empírico, isto é, um conhecimento que determina um objecto por percepções.

A necessidade geral da arte é a necessidade racional que leva o homem a tomar consciência do mundo interior e exterior e a lazer um objecto no qual se reconheça a si próprio.

O amor iluminado pela razão filosófica, liga-se a uma confiança – inexplicável, sem objeto, intelectualmente incompreensível – no fundamento último das coisas.

«A» está muito cheio de si, julga-se bem adiantado na bondade, uma vez que – evidentemente como um objecto cada vez mais sedutor – se sente exposto a um número sempre maior de seduções, que até então lhe eram totalmente desconhecidas. A explicação certa, porém, é que nele se instalou um grande demónio, e uma infinidade de outros, menores, que vão servindo o maior.

Cada vez que se ama é a única vez que se amou. A diferença de objecto não altera a singularidade da paixão. Simplesmente a intensifica.

A ideia de existência, caso seja unida à ideia de um objecto qualquer, nada lhe acrescenta.

Existem no mesmo ser humano conhecimentos que, a despeito da completa diferença entre eles, têm o mesmo objecto, de tal forma que só é possível concluir que há várias pessoas diferentes no mesmo ser humano.

O instinto de amar um objeto demanda a destreza em obtê-lo, e se uma pessoa pensar que não consegue controlar o objeto e se sentir ameaçado por ele, ela age contra ele.

Todas as ideias vos afastam de vocês próprios, daí a definição de meditação como um estado de consciência sem ideias. Na meditação, não há maneira de nos afastarmos de nós próprios, estamos, simplesmente, centrados no nosso próprio ser. Não há um objeto que possamos ver. Estamos totalmente sós. A nossa consciência começa a virar-se para si própria.

O que se odeia não é um objecto mas o seu envelhecimento. Quando não se aprendeu a ler o objecto novo que nele se instala.

É fascinante observar os objetos do homem que começamos a amar, eles revelam seus hábitos e seus segredos.