Frases sobre Abandono

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Frases de abandono escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

Há pessoas as quais não é fácil conviver, mas que jamais se podem abandonar.

Realmente, toda a nossa vida é uma luta e uma fuga constante à depressão e ao receio da morte, não é? E ao mecanismo que nós arranjamos para nos defendermos disso. Se a gente esgravata um bocadinho em nós próprios ou nos outros, é aquilo que acaba por encontrar, o enorme receio da solidão, do abandono (que é aquilo que as pessoas suportam pior) e da morte.

O homem √© o √ļnico ser que, ao nascer, nu sobre a terra nua, √© abandonado ao vagido e ao pranto; e nenhum animal √© mais propenso √†s l√°grimas do que ele, desde o in√≠cio da vida.

Desejo que voc√™ n√£o esmore√ßa, porque √© t√£o bom estar de bom jeito. Acho que devia abandonar minha trag√©dia em um ato…

O medo de sofrer √© pior do que o pr√≥prio sofrimento. √Č preciso correr riscos, seguir certos caminhos e abandonar outros.

Se um homem n√£o trava novos conhecimentos ao longo da vida, vai em breve sentir-se abandonado. Um homem, senhor, deve manter as suas amizades sob constantes cuidados.

Ocorreu-lhe que a vida toda de um homem era desempenhar um papel, e que achava perigoso abandonar, por um momento que fosse, sua falsa personalidade.

A sublimidade de desperdi√ßar uma vida que podia ser √ļtil, de nunca executar uma obra que por for√ßa seria bela, de abandonar a meio caminho a estrada certa da vit√≥ria!

Até que a filosofia que mantém uma raça superior, e outra inferior, esteja finalmente e permanentemente desacreditada e abandonada, em todo lugar haverá guerra.

Se ferir o amor, perderá a tranquilidade; se a tranquilidade o abandonar, perderá a perseverança; se a perseverança partir, perderá a sabedoria; se a sabedoria se for, a autoestima dirá adeus.

S√£o sempre os que eu recordo que me esquecem… Mas digo para mim: ¬ęn√£o me merecem¬Ľ. E j√° n√£o fico t√£o abandonada! Sinto que valho mais, mais pobrezinha: que tamb√©m √© orgulho ser sozinha, e tamb√©m √© nobreza n√£o ter nada!

Abandonar o ‚Äėvelho eu‚Äô √© uma tarefa impreter√≠vel. A vida n√£o ser√° verdadeira enquanto n√£o houver a substitui√ß√£o dos valores materiais pelos espirituais.

Sempre me restar√° amar. Escrever √© alguma coisa extremamente forte mas que pode me trair e me abandonar: posso um dia sentir que j√° escrevi o que √© o meu lote neste mundo e que eu devo aprender tamb√©m a parar. Em escrever eu n√£o tenho nenhuma garantia. Ao passo que amar eu posso at√© √† hora de morrer. Amar n√£o acaba. √Č como se o mundo estivesse √† minha espera. E eu vou ao encontro do que me espera.

√Č preciso correr riscos, seguir certos caminhos e abandonar outros. Nenhuma pessoa √© capaz de escolher sem medo.

Sabendo o que sabemos hoje poderíamos ser tentados a dizer que existe neste livre mais do que tristeza. Há outra coisa, um amargo sentimento de abandono.

Outrora eu havia querido abandonar o mundo, mas hoje estou praticamente seguro de que devia permanecer nele, fazer ato de presença. Trata-se mesmo do sentido de minha vida.